agosto 26, 2026 | Abraham Costa

One Piece: Netflix confirma mais 4 atores para a temporada 3 e escala o arco de Alabasta

One Piece: Netflix confirma mais 4 atores para a temporada 3. A Netflix voltou a mexer no vespeiro dos fãs de One Piece. Em 23 de agosto, durante as comemorações do One Piece Day, a plataforma anunciou quatro novos nomes para o elenco da terceira temporada da adaptação live-action, batizada oficialmente de One Piece: A Batalha de Alabasta. Os escalados são Emilio Sakraya, Omid Abtahi, Jamie Ward e Nabeel Khan, que vão dar vida a personagens centrais da guerra civil que ameaça destruir o reino do deserto.

O anúncio veio acompanhado de uma arte simples publicada nas redes oficiais da série, mostrando os quatro nomes ligados aos respectivos papéis: Koza, Toto, Pell e Chaka. Não é um elenco qualquer. Esses quatro personagens carregam boa parte do peso emocional e político do arco de Alabasta, considerado por muita gente o primeiro grande divisor de águas do mangá de Eiichiro Oda.

Quem são os novos nomes

Emilio Sakraya ficou conhecido por trabalhos como Rheingold e Those About to Die, e agora assume Koza, um dos papéis mais espinhosos dessa fase da história. Koza cresceu ao lado da princesa Vivi, quase como um irmão, mas acaba se tornando o rosto da revolta armada contra o próprio reino da amiga. É essa dualidade — lealdade de infância contra a raiva acumulada de um povo faminto e cansado da guerra — que dá o tom mais pesado ao arco, bem diferente da comédia inicial da série.

Omid Abtahi, ator com passagens por The Mandalorian e American Gods, interpreta Toto, pai de Koza e figura que representa o lado mais conciliador e monarquista do conflito. Colocar pai e filho em lados opostos da rebelião é justamente o tipo de escolha de roteiro que costuma funcionar bem quando a intenção é aprofundar personagens secundários que, no material original, muitas vezes ficam em segundo plano.

One Piece: Netflix confirma mais 4 atores para a temporada 3

Jamie Ward, visto em The Gentlemen e His Dark Materials, ficou com Pell, um dos guardiões reais de Alabasta e figura conhecida entre os leitores do mangá por sua devoção quase cega ao rei Cobra. Nabeel Khan, que já apareceu em Mandela: Long Walk to Freedom e Strike Back, assume Chaka, outro chefe da guarda real que serviu diretamente sob o comando de Igaram. Pell e Chaka são o tipo de personagem que ganha força justamente nos momentos de maior tensão do arco, quando a defesa do reino deixa de ser discurso e vira ação.

One Piece: Netflix confirma mais 4 atores para a temporada 3
One Piece: Netflix confirma mais 4 atores para a temporada 3

Imagens: Tec Mundo

Por que Alabasta pesa tanto na história

Quem acompanha a franquia sabe que o arco de Alabasta não é apenas mais uma parada no mapa dos Chapéus de Palha. É o momento em que a trama sai do tom mais leve das primeiras sagas e escancara as consequências reais de um governo corrompido por dentro. Um dos Sete Guerreiros do Mar, Sir Crocodile, comanda em segredo a organização criminosa Baroque Works com o objetivo de tomar o reino para si, plantando uma guerra civil que ameaça separar o povo do próprio governo que deveria protegê-lo.

Para os Chapéus de Palha, a missão deixa de ser apenas aventura e passa a envolver escolhas difíceis: até onde vale a pena se meter numa guerra que não é deles para salvar o reino de uma amiga. Essa mistura de política interna, laços afetivos e um vilão à altura é o que torna o arco tão citado como um dos favoritos entre quem lê o mangá ou assiste ao anime original.

Os próprios showrunners da série, Joe Tracz e Ian Stokes, trataram a saga como uma das mais queridas de todo o universo de One Piece e reforçaram que a temporada pretende contar uma guerra em escala maior do que tudo que já foi mostrado até aqui, misturando espetáculo com momentos de forte carga emocional.

O resto do elenco confirmado até agora

Os quatro novos nomes se somam a uma lista que já vinha crescendo nos últimos meses. Xolo Maridueña, conhecido por Cobra Kai, foi confirmado como Portgas D. Ace, um dos personagens mais aguardados pelos fãs desde o início da adaptação. Cole Escola ficou com o papel do excêntrico assassino Bon Clay, enquanto Daisy Head assumiu Miss Doublefinger e Awdo Awdo entrou como Mr. 1, ambos membros da Baroque Works.

A tripulação principal, claro, segue intacta: Iñaki Godoy continua como Luffy, Mackenyu como Zoro, Emily Rudd como Nami, Jacob Romero como Usopp e Taz Skylar como Sanji. Do elenco que se destacou na segunda temporada, voltam Joe Manganiello no papel do vilão Crocodile e Lera Abova como Nico Robin, além de Charithra Chandran retomando a princesa Vivi, personagem que praticamente empresta o nome ao arco.

Com tantos personagens novos entrando justamente para dar corpo à guerra em Alabasta, fica claro que a Netflix está tratando essa temporada como um salto de escala em relação às duas anteriores, tanto em número de atores quanto em complexidade de tramas paralelas rodando ao mesmo tempo.

Filmagens encerradas e estreia prevista para 2027

A produção da terceira temporada já encerrou as filmagens, realizadas na Cidade do Cabo, na África do Sul, mesmo local usado nas fases anteriores da série. Segundo as informações mais recentes divulgadas pela própria Netflix, a estreia está prevista para 2027, sem uma data exata ainda confirmada.

Esse intervalo maior entre o fim das gravações e a divulgação de detalhes do elenco tem sido uma estratégia recorrente da plataforma para manter o público engajado ao longo de meses, soltando aos poucos informações sobre personagens, figurino e bastidores até a data de lançamento se aproximar.

O que esperar do impacto na trama

Alabasta é um arco que exige equilíbrio: de um lado, a ação típica de piratas enfrentando uma organização criminosa; do outro, um drama político sobre um povo dividido entre apoiar seu rei ou se juntar à revolta liderada por Koza. Colocar atores com histórico em produções mais dramáticas, como é o caso de Jamie Ward em His Dark Materials e Omid Abtahi em American Gods, sugere que a Netflix quer dar peso dramático real a esses papéis, e não tratá-los apenas como figuração de apoio para os protagonistas.

Também chama atenção a escolha de colocar pai e filho em lados opostos do conflito através de Toto e Koza. É um recurso que amplia o drama familiar dentro da própria revolta, algo que o material original explora, mas que ganha ainda mais destaque quando roteirizado para a tela.

Reação dos fãs

Como já é costume em cada novo anúncio de elenco, a comunidade de fãs de One Piece reagiu rapidamente nas redes sociais, comparando os atores escolhidos com as versões originais do mangá e do anime. A escalação de Emilio Sakraya para Koza, em especial, gerou bastante discussão por conta da semelhança física com o personagem desenhado por Oda, enquanto a presença de Omid Abtahi como Toto foi recebida com entusiasmo por quem já acompanha o trabalho do ator em outras séries de peso.

Com o encerramento das filmagens e o elenco praticamente fechado, a expectativa agora se volta para os primeiros teasers e imagens oficiais de produção, que costumam ser os próximos passos da Netflix antes de definir uma data fixa de estreia. Para quem acompanha a adaptação desde a primeira temporada, essa é mais uma confirmação de que Alabasta será tratado com o peso que o arco sempre teve entre os fãs do mangá e do anime.

Imagem do topo: Tangerina UOL

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agosto 25, 2026 | Abraham Costa

The Witcher 4 tem 2028 confirmado como ano de lançamento; entenda o anúncio

The Witcher 4 tem 2028 confirmado como ano de lançamento. Depois de quase dois anos girando em rumores, teorias de fórum e vazamentos sem fonte, a CD Projekt Red finalmente colocou um número no calendário. The Witcher 4 chega em 2028, para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Não é uma data fechada, com dia e mês, mas é a primeira vez que o estúdio polonês assume publicamente um ano-alvo para o quarto capítulo da saga do bruxo.

O anúncio saiu na segunda-feira, dia 24 de agosto, poucos dias antes da abertura da Gamescom 2026 em Colônia. Quem esperava um trailer nesse período vai se decepcionar: o jogo não vai aparecer no evento, nem na Opening Night Live, nem no chão de exposição. Em vez disso, a notícia veio embutida num recado gravado por Michał Nowakowski, co-CEO da CD Projekt Red, publicado nos canais oficiais de The Witcher.

O que Nowakowski disse, exatamente

O executivo foi direto sobre o motivo de o jogo ficar de fora da feira alemã. Segundo ele, a produtora não está pronta para cravar uma data específica, mas já pode confirmar a janela: 2028. Ele também pediu paciência aos fãs, chamando o projeto de “o jogo mais ambicioso, mais ousado e mais completo” que a CD Projekt já tentou construir, e pediu — nas próprias palavras dele — para deixarem a equipe “cozinhar” o jogo com calma.

Vale reparar no tom escolhido aqui. Não é o discurso costumeiro de “em breve, aguardem novidades”. É um estúdio que sabe que tem uma base de fãs machucada por lançamentos capengas — o trauma de Cyberpunk 2077 em 2020 ainda ronda a reputação da empresa — e que está tentando, de forma quase didática, evitar repetir o erro. Prometer uma data fechada cedo demais foi exatamente o que gerou a pressão que empurrou Cyberpunk para as lojas quebrado. Parece que dessa vez a lição foi aprendida.

Por que Ciri e não Geralt

The Witcher 4 marca a primeira vez que a franquia principal troca de protagonista. Ciri, personagem que acompanhamos crescer desde o segundo jogo e que já era jogável em trechos de The Witcher 3: Wild Hunt, assume o centro da história como bruxa. Geralt de Rívia não desaparece do universo — ele segue como figura relevante no lore —, mas o papel de personagem controlável passa a ser dela.

The Witcher 4 tem 2028 confirmado como ano de lançamento
The Witcher 4 tem 2028 confirmado como ano de lançamento- Imagem: Game Overdrive

Essa escolha não nasceu agora. A CD Projekt revelou a existência do projeto ainda em 2022, mas só confirmou Ciri como protagonista no trailer de revelação exibido no The Game Awards, em dezembro de 2024. De lá para cá, o estúdio distribuiu informações com conta-gotas: uma demonstração técnica em Unreal Engine 5 durante o evento State of Unreal, em 2025, mostrando densidade de multidão e renderização de vegetação, mas nenhuma sequência de gameplay real até hoje.

Essa é outra mudança estrutural que vale mencionar: pela primeira vez na história da série, a CD Projekt está construindo o jogo fora da própria engine proprietária, a REDengine, usada em The Witcher 3 e Cyberpunk 2077. A escolha pela Unreal Engine 5 foi anunciada há alguns anos como parte de um acordo de colaboração com a Epic Games, e o objetivo declarado é reduzir o tempo gasto reinventando ferramentas internas para focar no conteúdo do jogo em si.

Mais de 500 pessoas trabalhando no projeto

Um dos números soltos por Nowakowski durante o comunicado chama atenção: atualmente mais de 500 desenvolvedores estão envolvidos na produção de The Witcher 4, um contingente dividido entre a sede em Varsóvia e os estúdios satélites da companhia, incluindo a equipe canadense em Boston (CD Projekt Red North America) responsável por Cyberpunk 2077.

Fazendo as contas com o que já se sabe publicamente: o projeto foi confirmado em 2022, ganhou forma visível a partir de 2024 e agora mira 2028. São, no mínimo, seis anos de produção ativa — um ciclo que, para um RPG de mundo aberto do porte que a CD Projekt promete, não é incomum. Red Dead Redemption 2 levou oito anos. Cyberpunk 2077, contando desde o anúncio inicial, levou ainda mais. Pelos padrões do gênero, 2028 até soa como um prazo relativamente disciplinado.

O que vem antes de The Witcher 4

A CD Projekt não deixou o intervalo vazio. Enquanto o quarto jogo principal amadurece, o estúdio prepara Songs of the Past, uma expansão para The Witcher 3: Wild Hunt com lançamento previsto para 2027. É essa DLC, e não o novo jogo, que vai ocupar o estande da CD Projekt Red na Gamescom 2026, no Hall 8, com direito a prévia de história e demonstração de conteúdo novo para quem visitar o evento pessoalmente.

Faz sentido do ponto de vista comercial: manter o público engajado com o universo do bruxo sem queimar material do próximo jogo antes da hora. Songs of the Past também funciona como uma ponte narrativa — segundo o próprio comunicado da produtora, a expansão toca em uma história “mais sombria” dentro do já conhecido mundo de Geralt, o que pode (ainda é especulação de quem acompanha a série de perto) preparar terreno para elementos que reaparecem em The Witcher 4.

Um ano cheio pela frente

Colocar 2028 na mesa também revela algo sobre o calendário da indústria como um todo. Esse ano já está sendo chamado, em círculos de imprensa especializada, de um dos mais concorridos para RPGs de mundo aberto, com múltiplos estúdios mirando o mesmo período. Se a CD Projekt sustentar a data — o que, repare, ainda é tratado oficialmente como “janela-alvo” e não compromisso fechado —, The Witcher 4 vai competir por atenção num ano lotado, e não sozinho como aconteceu com The Witcher 3 em 2015.

Isso também explica parte da cautela do discurso de Nowakowski. Anunciar cedo demais, sem colchão para atrasos, é o tipo de decisão que historicamente sai caro para estúdios grandes — e a própria CD Projekt já pagou esse preço.

O que ainda não sabemos

Vale ser honesto sobre os limites do que foi dito. Não há data de lançamento exata, não há trailer de gameplay, não há confirmação sobre gerações futuras de consoles (o Switch 2 nem foi mencionado nos comunicados oficiais), e não existe janela de pré-venda ou anúncio de edições especiais. Tudo isso tende a vir bem mais perto de 2027, seguindo o padrão que a própria empresa usou com Cyberpunk 2077.

O que existe, de concreto, é isto: uma confirmação pública, gravada em vídeo, de que o quarto jogo da saga do bruxo está mirando 2028, chegando para PC, PS5 e Xbox Series X|S, com Ciri no centro da trama e mais de 500 pessoas trabalhando para tirar o projeto do papel. Depois de anos de silêncio pontuado só por vazamentos, é o primeiro compromisso público de peso que a CD Projekt Red assume sobre o futuro da franquia — e, dado o histórico recente do estúdio, talvez seja também o sinal de que aprenderam a prometer com mais cuidado.

Imagem do topo: Showmetech

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agosto 25, 2026 | Abraham Costa

Como Rudeus conseguiu seu segundo Olho Demoníaco em Mushoku Tensei?

Rudeus Greyrat possui dois Olhos Demoníacos em Mushoku Tensei: o Olho da Previsão e o Olho da Clarividência. As duas habilidades foram concedidas pela Imperatriz Demoníaca Kishirika Kishirisu como recompensa por Rudeus alimentá-la.

O segundo olho, entretanto, surge somente em uma parte bastante avançada da light novel, durante a preparação para a batalha contra Geese e os seguidores do Deus-Humano.

Mas como Rudeus encontra Kishirika novamente? Por que ela estava presa? E quais são os verdadeiros poderes do Olho da Clarividência?

Atenção: este artigo contém spoilers importantes do Volume 22 da light novel de Mushoku Tensei.

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Quantos Olhos Demoníacos Rudeus possui?

Como Rudeus conseguiu seu segundo Olho Demoníaco em Mushoku Tensei?

Rudeus termina a história principal com dois Olhos Demoníacos:

  • Olho direito: Olho da Previsão;
  • Olho esquerdo: Olho da Clarividência.

O Olho da Previsão permite enxergar acontecimentos alguns segundos no futuro. Já o Olho da Clarividência permite deslocar a visão para observar lugares muito distantes.

Os dois olhos foram concedidos por Kishirika, mas em momentos completamente diferentes da trajetória de Rudeus.

Como Rudeus conseguiu seu primeiro Olho Demoníaco?

Rudeus recebe o primeiro Olho Demoníaco durante o Volume 4 da light novel, quando atravessa o Continente Demoníaco acompanhado por Eris e Ruijerd.

Em Wind Port, ele encontra Kishirika faminta. Apesar de ela se apresentar como uma poderosa Imperatriz Demoníaca, Rudeus inicialmente não acredita completamente em sua identidade.

Mesmo assim, ele oferece comida para a garota.

Agradecida, Kishirika permite que Rudeus escolha uma recompensa. Entre as possibilidades apresentadas, ele aceita o Olho da Previsão, que substitui seu olho direito original.

A sinopse oficial do Volume 4 destaca justamente o encontro do grupo com Kishirika e a obtenção do misterioso olho capaz de enxergar o futuro. O volume apresenta essa parte da viagem de Rudeus pelo Continente Demoníaco.

O que faz o Olho da Previsão?

O Olho da Previsão permite que Rudeus enxergue possíveis acontecimentos antes que eles ocorram.

A distância observada depende da quantidade de mana direcionada para o olho. Quanto mais energia ele utiliza, mais longe consegue enxergar no futuro. Porém, aumentar demais esse intervalo produz diversas possibilidades simultâneas.

Isso acontece porque o futuro não é completamente fixo. Quando Rudeus observa uma ação e muda sua própria reação, ele também altera os acontecimentos seguintes.

Consequentemente, o olho pode apresentar imagens sobrepostas e diferentes versões do mesmo futuro.

Rudeus aprende que o mais seguro é observar apenas um pequeno intervalo, geralmente suficiente para antecipar movimentos durante uma batalha.

Como Rudeus consegue o segundo Olho Demoníaco?

Rudeus recebe seu segundo Olho Demoníaco no Volume 22 da light novel, durante o arco em que procura aliados para enfrentar Geese e o exército preparado pelo Deus-Humano.

Seguindo os planos de Orsted, ele viaja até o Continente Demoníaco para tentar convencer Atoferatofe Raibaku, também conhecida como Rei Demônio Imortal Atofe, a ajudá-lo.

As negociações não acontecem tranquilamente. Atofe é extremamente poderosa, impulsiva e prefere resolver praticamente qualquer discussão por meio de uma luta.

Durante os acontecimentos em Fort Necross, Rudeus descobre que Kishirika foi enganada pelos guardas de Atofe e estava sendo mantida prisioneira.

É nesse encontro que ele recebe o Olho da Clarividência.

Por que Kishirika estava presa por Atofe?

Como Rudeus conseguiu seu segundo Olho Demoníaco em Mushoku Tensei?

Kishirika havia sido enganada pelos guardas imperiais e levada como prisioneira para Fort Necross.

A relação entre Kishirika e Atofe é bastante complicada. Apesar dos títulos grandiosos das duas personagens, as situações envolvendo Kishirika normalmente apresentam um lado cômico.

Mesmo sendo a Grande Imperatriz do Mundo Demoníaco, Kishirika frequentemente aparece faminta, endividada ou envolvida em algum problema absurdo.

Atofe, por outro lado, não demonstra muita paciência e costuma recorrer à força sempre que deseja obter alguma coisa.

Quando Rudeus encontra Kishirika, percebe que pode utilizar uma característica que já conhecia: ela costuma recompensar as pessoas que lhe oferecem comida.

Rudeus dá um donut para Kishirika?

Na realidade, Rudeus oferece vários donuts para Kishirika — e não apenas um.

Os doces foram preparados por Aisha Greyrat utilizando ovos, açúcar e outros ingredientes obtidos por meio das rotas comerciais estabelecidas por Rudeus. Aisha aprendera sobre a existência dos donuts graças aos conhecimentos trazidos por Nanahoshi.

Kishirika fica completamente encantada com a comida e devora 12 donuts. Quando eles acabam, ela afirma que concederia qualquer recompensa se pudesse comer mais.

Rudeus já esperava por essa reação.

Seu objetivo principal não era inicialmente receber outro olho, mas convencer Kishirika a utilizar seus próprios poderes para localizar Geese.

Por que Rudeus queria a ajuda de Kishirika?

Naquele ponto da história, Geese havia revelado ser um discípulo do Deus-Humano. Ele estava reunindo aliados poderosos para enfrentar Rudeus e Orsted.

O problema era descobrir onde ele estava escondido.

Kishirika possui diversos Olhos Demoníacos e consegue observar locais extremamente distantes. Rudeus fornece as características físicas e o verdadeiro nome de Geese, pedindo que ela o encontre.

Utilizando o Olho da Clarividência, Kishirika localiza Geese no Reino de Biheiril, situado nas terras do norte.

Essa descoberta permite que Rudeus identifique o destino no qual aconteceria o confronto decisivo.

Por que Kishirika dá um segundo olho para Rudeus?

Após receber a comida, Kishirika segue sua regra pessoal: conceder uma recompensa em troca de algo delicioso.

Ela enfia os dedos no olho esquerdo de Rudeus e transforma seu olho normal no Olho da Clarividência. Rudeus sente muita dor, mas compreende o que está acontecendo porque já havia passado pelo mesmo processo ao receber seu primeiro olho.

Kishirika explica que o presente funciona como recompensa pelos donuts e também como um pequeno presente de despedida.

Assim, Rudeus passa a possuir:

OlhoPoderComo recebeu
DireitoPrevisãoAlimentou Kishirika em Wind Port
EsquerdoClarividênciaOfereceu donuts a Kishirika em Fort Necross

O acontecimento está no Volume 22 da light novel, que acompanha a viagem de Rudeus ao território de Atofe durante sua busca por aliados. A descrição oficial do volume confirma o conflito e as negociações com o Rei Demônio Imortal.

O que faz o Olho da Clarividência?

O Olho da Clarividência permite que Rudeus enxergue lugares muito distantes.

Entretanto, ele não funciona exatamente como um telescópio. Em vez de apenas aproximar uma imagem, o olho parece deslocar o ponto de visão do usuário pelo espaço.

Quanto mais mana Rudeus envia ao olho, mais distante sua visão pode alcançar.

Em seu primeiro teste, ele consegue observar a entrada de Fort Necross a partir da sala em que estava. Depois, aumenta o alcance e observa paisagens, montanhas e criaturas localizadas muito longe.

A habilidade possui algumas limitações:

  • Não permite enxergar através de obstáculos sólidos;
  • Exige controle preciso de mana;
  • Pode causar visão dupla e dor de cabeça;
  • É difícil posicionar o ponto de observação;
  • Não transmite sons;
  • O usuário pode perder a noção do que acontece perto de seu corpo.

Portanto, o Olho da Clarividência é excelente para reconhecimento e investigação, mas não é necessariamente uma arma ofensiva.

Qual é a utilidade do Olho da Clarividência em combate?

O segundo olho não aumenta diretamente o poder destrutivo de Rudeus, mas oferece uma importante vantagem estratégica.

Ele pode ser utilizado para:

  • Observar inimigos à distância;
  • Reconhecer o terreno antes de avançar;
  • Encontrar pessoas desaparecidas;
  • Verificar possíveis emboscadas;
  • Acompanhar movimentações de exércitos;
  • Localizar alvos antes de atacar;
  • Escolher uma posição segura para disparar magia.

Rudeus é um mago especializado em ataques de longa distância. Portanto, enxergar o inimigo antes de ser percebido combina perfeitamente com seu estilo de combate.

Em determinadas situações, ele pode localizar um alvo com o Olho da Clarividência e atacá-lo de uma distância enorme utilizando seus feitiços.

Qual dos dois Olhos Demoníacos é mais poderoso?

Os dois olhos apresentam funções diferentes.

O Olho da Previsão é mais útil em confrontos próximos, pois permite antecipar movimentos e ataques. Já o Olho da Clarividência é superior para espionagem, reconhecimento e combate de longa distância.

CaracterísticaOlho da PrevisãoOlho da Clarividência
Função principalVer o futuroEnxergar à distância
Melhor utilizaçãoCombate diretoReconhecimento
ControleQuantidade de mana define o intervaloQuantidade de mana define o alcance
Principal fraquezaMostra futuros diferentesObstáculos bloqueiam a visão
LocalizaçãoOlho direitoOlho esquerdo

Para Rudeus, o Olho da Previsão provavelmente continua sendo o mais útil em situações de perigo imediato. Entretanto, o Olho da Clarividência aumenta consideravelmente suas possibilidades estratégicas.

Rudeus consegue utilizar os dois olhos simultaneamente?

Rudeus possui capacidade suficiente para controlar os dois Olhos Demoníacos, mas utilizar ambos ao mesmo tempo é complicado.

Um olho apresenta imagens do futuro, enquanto o outro mostra um local distante. Receber essas duas informações simultaneamente pode provocar desorientação e sobrecarga mental.

Kishirika acredita que o Rudeus daquele período já possui experiência suficiente para se acostumar com dois olhos. Mesmo assim, ele precisa controlar cuidadosamente a quantidade de mana direcionada para cada um.

Essa dificuldade também explica por que possuir vários Olhos Demoníacos não torna automaticamente uma pessoa invencível. O usuário precisa interpretar todas as informações sem perder a concentração.

Por que Rudeus não precisa usar um tapa-olho?

Personagens como Ghislaine e Cliff cobrem seus olhos porque não conseguem controlar completamente sua ativação durante todas as atividades.

Rudeus, entretanto, é excepcionalmente habilidoso na manipulação de mana. Ele consegue diminuir ou interromper a energia enviada aos olhos quando deseja enxergar normalmente.

Seu treinamento com magia sem encantamento provavelmente facilitou esse domínio. Desde criança, Rudeus aprendeu a sentir, moldar e direcionar mana sem depender exclusivamente de encantamentos.

Por isso, ele não precisa bloquear fisicamente nenhum dos olhos com um tapa-olho.

Badigadi pode ser visto pelos Olhos Demoníacos?

Badigadi possui resistência aos poderes dos Olhos Demoníacos. Por essa razão, habilidades como o Olho da Previsão não funcionam normalmente contra ele.

Essa resistência é especialmente importante nos acontecimentos finais da história. Se Rudeus depender exclusivamente das informações apresentadas por seus olhos, poderá enfrentar dificuldades para enxergar ou interpretar corretamente os movimentos de Badigadi.

Nessas situações, Rudeus pode precisar interromper o fluxo de mana e voltar a utilizar sua visão comum.

Kishirika deu olhos para outras pessoas?

Rudeus não é o único personagem que recebe um Olho Demoníaco de Kishirika.

Cliff, por exemplo, recebe o Olho da Identificação depois de oferecer comida para uma Kishirika faminta, sem inicialmente perceber quem ela realmente era.

Isso confirma uma característica recorrente da Imperatriz Demoníaca: apesar de seus poderes e títulos, ela valoriza profundamente quem lhe oferece comida e costuma recompensar essas pessoas com habilidades raríssimas.

Rudeus poderia receber um terceiro Olho Demoníaco?

Em teoria, Kishirika possui outros olhos que poderiam ser concedidos. Porém, Rudeus tem apenas dois olhos físicos, e ambos já foram substituídos.

A obra não apresenta Rudeus recebendo um terceiro Olho Demoníaco durante a história principal. Além disso, controlar simultaneamente o Olho da Previsão e o Olho da Clarividência já exige bastante concentração.

Portanto, mesmo que existisse uma maneira de receber outra habilidade, isso não significa que seria vantajoso.

Em qual volume Rudeus ganha o segundo olho?

Rudeus ganha o Olho da Clarividência no Volume 22 da light novel de Mushoku Tensei, durante os acontecimentos em Fort Necross e o conflito envolvendo Atofe.

O volume acompanha a busca de Rudeus por aliados capazes de ajudá-lo na batalha contra Geese e os seguidores do Deus-Humano.

É uma parte bastante avançada da história e ainda distante dos acontecimentos adaptados pelas duas primeiras temporadas do anime.

Afinal, como Rudeus ganhou o Olho da Clarividência?

Rudeus encontra Kishirika aprisionada em Fort Necross durante sua tentativa de transformar Atofe em uma aliada.

Sabendo que a Imperatriz Demoníaca adora comida, ele oferece donuts preparados por Aisha. Kishirika come 12 unidades e utiliza seus poderes para localizar Geese no Reino de Biheiril.

Como recompensa pela comida, ela transforma o olho esquerdo original de Rudeus no Olho da Clarividência.

A nova habilidade permite enxergar lugares extremamente distantes e complementa perfeitamente o Olho da Previsão que Rudeus já possuía. Com isso, ele passa a ter um olho dedicado ao futuro e outro capaz de observar o que está distante.

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agosto 25, 2026 | Abraham Costa

Por que Rudeus não precisa usar um tapa-olho em Mushoku Tensei?

Os olhos demoníacos estão entre as habilidades mais interessantes de Mushoku Tensei. Personagens como Ghislaine Dedoldia e Cliff Grimoire precisam manter seus olhos especiais cobertos durante boa parte do tempo. Rudeus Greyrat, entretanto, consegue viver normalmente sem utilizar um tapa-olho.

Isso provoca uma dúvida entre os fãs: por que Rudeus não precisa esconder seu olho demoníaco?

A resposta está principalmente no extraordinário controle de mana do protagonista. Rudeus consegue controlar a quantidade de energia enviada ao olho, reduzindo ou interrompendo seu funcionamento quando não precisa utilizar a habilidade.

Aviso: o artigo contém spoilers da light novel de Mushoku Tensei.

Por que alguns personagens usam tapa-olho?

Por que Rudeus não precisa usar um tapa-olho em Mushoku Tensei?

Um olho demoníaco não funciona necessariamente como um olho humano comum. Dependendo da habilidade, ele pode apresentar informações, movimentos ou imagens que seu usuário normalmente não conseguiria enxergar.

Esse fluxo constante de informações pode causar:

  • Confusão visual;
  • Dificuldade para se concentrar;
  • Problemas de equilíbrio;
  • Sobrecarga mental;
  • Incapacidade de distinguir a visão normal da habilidade especial.

Por esse motivo, personagens que ainda não dominam completamente seus olhos demoníacos utilizam um tapa-olho. Ao bloquear a visão, eles evitam que a habilidade interfira constantemente em suas atividades cotidianas.

O tapa-olho não existe apenas para esconder a aparência diferente. Ele funciona como uma forma simples de limitar os efeitos do poder.

Por que Rudeus não precisa de um tapa-olho?

Rudeus possui uma habilidade extremamente desenvolvida para controlar o fluxo da própria mana. Desde criança, ele treinou magia sem encantamento e aprendeu a manipular sua energia de maneira muito mais precisa do que a maioria dos magos.

Esse controle também pode ser aplicado ao olho demoníaco.

Rudeus consegue aumentar ou diminuir a quantidade de mana enviada ao olho. Quando deseja usar seu poder, ele direciona energia para ativar a habilidade. Quando precisa enxergar normalmente, reduz o fluxo até que o efeito deixe de atrapalhá-lo.

Em outras palavras, o tapa-olho de Rudeus é o seu próprio controle de mana.

Essa explicação combina com a maneira como o Olho da Previsão funciona. Inicialmente, Rudeus encontra dificuldades para lidar com as diferentes imagens do futuro, mas aprende a ajustar o alcance da habilidade de acordo com a quantidade de mana empregada. A adaptação mostra que ele domina o poder gradualmente por meio de treinamento e controle energético.

O Olho da Previsão de Rudeus

Rudeus recebe seu primeiro olho demoníaco de Kishirika Kishirisu durante sua passagem pelo Continente Demoníaco.

A habilidade concedida é conhecida como Olho da Previsão. Como o nome indica, ela permite que Rudeus veja acontecimentos alguns instantes antes de eles ocorrerem.

Quanto mais mana ele envia para o olho, mais distante pode tentar enxergar no futuro. Porém, aumentar demais o alcance também apresenta uma desvantagem: ele passa a enxergar diversas possibilidades simultaneamente.

Isso torna a visão confusa e difícil de interpretar.

Por esse motivo, Rudeus normalmente utiliza a habilidade para observar apenas um curto intervalo no futuro. Isso já é suficiente para antecipar ataques, prever movimentos e reagir com mais rapidez durante um combate.

Rudeus consegue desativar completamente o olho demoníaco?

A obra nem sempre explica detalhadamente onde termina a simples redução do poder e começa a desativação total. Entretanto, acontecimentos posteriores indicam que Rudeus consegue interromper o fornecimento de mana ao olho quando necessário.

Na prática, isso permite que ele enxergue normalmente sem precisar cobrir o olho fisicamente.

Essa capacidade também explica por que sua rotina não é constantemente afetada pelas imagens produzidas pelo Olho da Previsão. Ele pode regular o poder até um nível praticamente imperceptível e ativá-lo novamente quando enfrenta algum perigo.

Por que Ghislaine precisa usar um tapa-olho?

Ghislaine possui o Olho de Mana, que permite visualizar o fluxo de energia mágica ao seu redor.

O problema é que Ghislaine não apresenta o mesmo domínio mágico de Rudeus. Ela é uma espadachim extremamente poderosa, mas sua especialidade está no combate físico e no Estilo Deus da Espada, não na manipulação minuciosa de mana.

Sem conseguir regular o olho com a mesma precisão, Ghislaine mantém a habilidade coberta. Ela remove o tapa-olho quando realmente precisa enxergar o fluxo de mana.

Isso não significa que o olho de Rudeus seja mais fraco. A diferença está principalmente na capacidade de cada personagem para controlar sua ativação.

E por que Cliff também cobre seu olho?

Cliff utiliza um olho mágico que pode ajudá-lo a identificar e analisar certos fluxos de energia. Assim como acontece com Ghislaine, as informações produzidas pela habilidade podem atrapalhar sua visão normal.

Embora Cliff seja um mago talentoso, isso não significa que possua exatamente o mesmo tipo de controle interno desenvolvido por Rudeus.

Rudeus começou a praticar magia ainda muito novo e passou anos experimentando os limites de sua reserva mágica. Sua capacidade de lançar feitiços sem encantamento também está diretamente relacionada a esse controle excepcional.

Rudeus possui dois olhos demoníacos?

Sim. Em uma parte mais avançada da história, Rudeus obtém outro olho demoníaco: o Olho da Clarividência.

Enquanto o Olho da Previsão permite observar acontecimentos futuros, o Olho da Clarividência possibilita enxergar lugares muito distantes.

No entanto, essa segunda habilidade também exige concentração. Utilizá-la sem controle pode produzir imagens confusas, já que o usuário precisa ajustar corretamente o local que deseja observar.

Mesmo carregando dois olhos especiais, Rudeus continua dispensando o tapa-olho graças à sua capacidade de regular o fluxo de mana.

Kishirika também consegue controlar vários olhos

Kishirika é a personagem mais associada aos olhos demoníacos em Mushoku Tensei. Como Imperatriz Demoníaca, ela possui diferentes habilidades oculares e consegue conceder olhos especiais a outras pessoas.

Sua capacidade para lidar com diversos poderes demonstra que um usuário experiente não precisa obrigatoriamente manter os olhos cobertos.

No caso de Kishirika, essa aptidão faz parte de sua própria natureza e experiência. No caso de Rudeus, o domínio foi conquistado por meio de seu talento mágico, treinamento e enorme capacidade de controlar mana.

O controle do olho está relacionado à magia sem encantamento?

A história não apresenta essa relação como uma regra absoluta, mas as duas capacidades utilizam fundamentos semelhantes.

Para realizar magia sem recitar um encantamento, Rudeus precisa sentir, moldar e direcionar a mana de maneira consciente. Ele não depende exclusivamente de palavras para determinar como o feitiço será produzido.

Ao utilizar seu olho demoníaco, o processo é parecido: Rudeus controla quanta energia será enviada ao olho e ajusta a intensidade do poder.

Portanto, sua experiência com magia silenciosa provavelmente facilita muito o domínio do Olho da Previsão.

Isso tem relação com o Fator Laplace?

O Fator Laplace ajuda a explicar a gigantesca reserva de mana de Rudeus, mas não deve ser tratado como a única razão pela qual ele controla o olho demoníaco.

Sua capacidade resulta de uma combinação de fatores:

  • Reserva de mana extremamente elevada;
  • Treinamento desde a infância;
  • Experiência com magia sem encantamento;
  • Sensibilidade ao fluxo de mana;
  • Prática constante com o próprio olho.

O Fator Laplace também costuma ser relacionado à incapacidade de Rudeus de utilizar a Aura de Batalha, conhecida como Touki. Entretanto, essa é uma discussão diferente e não explica diretamente por que ele dispensa o tapa-olho.

Afinal, por que Rudeus não usa tapa-olho?

Rudeus não precisa usar um tapa-olho porque consegue controlar precisamente a mana enviada aos seus olhos demoníacos. Ele pode reduzir a intensidade da habilidade quando deseja enxergar normalmente e aumentar o fluxo quando precisa utilizar o poder.

Ghislaine e Cliff cobrem seus olhos porque não apresentam o mesmo nível de controle sobre a ativação dessas habilidades.

Portanto, a ausência do tapa-olho não é apenas uma decisão visual do autor. Ela também serve para demonstrar o quanto Rudeus é excepcional na manipulação de mana, mesmo quando comparado com outros magos talentosos do universo de Mushoku Tensei.

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agosto 24, 2026 | Abraham Costa

O Destino de Nanahoshi na Light Novel de Mushoku Tensei: O Que Realmente Acontece com a Silent Seven Stars

O Destino de Nanahoshi na Light Novel de Mushoku Tensei. Entre os personagens transportados para o Mundo Humano em Mushoku Tensei, nenhum carrega um peso tão silencioso quanto Nanahoshi Shizuka. Enquanto Rudeus reencarna como bebê e recebe uma segunda chance completa de vida, ela é jogada no corpo adulto de colegial que já tinha, sem infância para reconstruir e sem escolha sobre nada daquilo.

Essa diferença é o motor de toda a sua trajetória — e explica por que o desfecho dela dói de um jeito diferente do resto do elenco.

ATENÇÃO: ESSE ARTIGO CONTEM SPOILERS!

Quem é Nanahoshi e por que ela chegou a esse mundo

Nanahoshi era uma estudante japonesa comum até o dia em que ela, Shinohara Akito e Seiji Kuroki discutiam sob chuva e quase foram atropelados por um caminhão — o mesmo acidente que, em outra linha do tempo, mata Rudeus. Ela é salva, mas por razões nunca totalmente explicadas acaba parando no mundo de seis rostos, gerando o episódio que os personagens chamam de Incidente da Teletransporte.

Diferente de Rudeus, ela não perde a memória nem a forma física adulta. Aparece sozinha, sem magia, sem idioma, sem qualquer rede de apoio. É Orsted quem a encontra e a ensina a sobreviver ali: a língua, os costumes, o básico do reino de Asura. Com o apoio silencioso do Deus Dragão, ela adota o nome Silent Seven Stars e começa a construir uma vida usando o único trunfo que tem — conhecimento de um mundo tecnológico que ninguém ali nunca viu. Ela introduz melhorias em comida, tecidos e produtos de higiene, monta contatos comerciais e acumula riqueza rápido, tudo isso na esperança concreta de usar esses recursos para achar um caminho de volta para casa.

O encontro com Rudeus e a obsessão pelo retorno

Quando Orsted deixa Rudeus à beira da morte durante um de seus ciclos de repetição temporal, Nanahoshi reconhece nele um possível conterrâneo dimensional e pede a Orsted que o salve. Esse pedido cria o vínculo que sustenta boa parte do arco dela nos volumes seguintes: os dois compartilham a mesma origem estranha e, aos poucos, ela monta um projeto de pesquisa em cima disso.

A lógica dela é simples e obsessiva: se magia de invocação consegue trazer objetos e criaturas de outros lugares para esse mundo, então em teoria dá para reverter o processo e mandar uma pessoa viva de volta à Terra. Ela recruta Rudeus por causa da reserva de mana dele, gigantesca até para os padrões do mundo, e conta também com o conhecimento técnico de Perugius, que enxerga na pesquisa dela uma chance de testar teorias próprias sobre invocação — mesmo sem acreditar de verdade que o método vá funcionar.

Zanoba entra na jogada depois, trazendo a técnica de circuitos compostos que ele aprendeu estudando a autômata que ele e Rudeus construíram à imagem dela (uma boneca batizada de Anne, feita sem o conhecimento de Nanahoshi, episódio que ela descobre depois e que só reforça o quanto ela é tratada, às vezes, como objeto de curiosidade em vez de pessoa). Com a nova técnica, o círculo evolui e, num teste, consegue puxar uma garrafa plástica da era moderna. É o primeiro sinal real de progresso em anos de tentativa e erro, e reacende nela uma esperança que já estava gasta.

O Destino de Nanahoshi na Light Novel de Mushoku Tensei
O Destino de Nanahoshi na Light Novel de Mushoku Tensei – Imagem: Quote The Anime

Por que o círculo falha e o que isso revela

O avanço não dura. Quando finalmente tentam a transferência completa, algo drena a energia do dispositivo sem motivo aparente — não é falha de cálculo nem sabotagem de Rudeus, como Perugius chega a suspeitar num primeiro momento de raiva. A energia é consumida, mas não converte em resultado, como se uma força externa interrompesse o processo de propósito.

É só nos volumes finais que a trama esclarece esse ponto: existe uma ligação entre a tentativa de invocação de Nanahoshi e uma crise futura envolvendo uma Criança Abençoada e o próprio Shinohara Akito, o amigo dela que também sumiu no dia do acidente. A teoria que ela mesma formula é a de que Akito foi parar numa época futura e lá teria salvo uma sacerdotisa com poder de reverter o tempo, criando um paradoxo que impede o retorno dela naquele presente específico. A novel não fecha isso como uma lei científica testável e repetível — deixa a explicação abertamente ligada ao Deus Humano e às manipulações dele ao longo de toda a história, sem entregar uma resposta definitiva de mecânica mágica.

A doença que muda tudo: a Síndrome do Dreno

Paralelo à pesquisa, o corpo de Nanahoshi começa a dar sinais de que não aguenta ficar muito tempo naquele mundo. Ela desenvolve o que os personagens chamam de Síndrome do Dreno, uma condição ligada à incompatibilidade entre a biologia dela e a mana ambiente — algo que a deixa debilitada e em risco cada vez que tenta se expor por muito tempo àquele tipo de energia. Perugius, usando um de seus subordinados chamado Scarecrow, identifica o problema e propõe a única solução capaz de estabilizá-la: parar o tempo dela.

Diante disso, sem outra saída viável e sem garantia de que um novo círculo algum dia vá funcionar, Nanahoshi toma a decisão sozinha. Ela escolhe entrar num sono profundo e sem sonhos, suspensa no tempo, para esperar por um momento futuro em que o retorno seja possível. Rudeus reflete, olhando para trás, que nunca teve certeza se ela chegaria a essa mesma conclusão sem a participação dele na pesquisa — e admite que seu próprio eu do futuro, quando questionado sobre o destino dela, sempre desviava do assunto com um olhar de pesar, sem nunca confirmar nada com clareza.

O que acontece depois: os capítulos de redundância

A parte mais silenciosamente bonita — e mais triste — do arco de Nanahoshi vem nos capítulos de redundância, ambientados bem depois do encerramento da trama principal. Ali fica estabelecido que ela acorda uma vez por mês, breve, só o suficiente para receber visitas. Rudeus é o principal visitante, e leva sempre alguma reconstrução caseira de comida japonesa — onigiri grelhado, udon com missô, sanduíche, takoyaki — feita por Aisha depois de anos tentando reproduzir sabores que ninguém naquele mundo jamais provou. Nesses encontros mensais, os dois comem juntos, conversam, e depois ela volta a dormir.

Mesmo depois de Rudeus morrer de velhice, décadas mais tarde, Nanahoshi continua nesse ciclo de sono e despertar breve — ainda esperando, ainda sem uma resposta fechada. A novel nunca mostra o retorno dela à Terra e nunca confirma que ele vá acontecer; o que existe são indícios espalhados, ligados à eventual derrota do Deus Humano, de que essa porta talvez continue aberta num tempo que a história principal não chega a narrar.

Um final propositalmente incompleto

Diferente de praticamente todo o elenco principal, que recebe fechamento — casamentos, filhos, mortes narradas, reencontros —, Nanahoshi termina a obra num estado de suspensão literal e simbólica. Ela não volta para casa, não desiste de vez, não morre e não recebe um milagre. Fica no meio, dormindo, esperando um capítulo que a história de Rudeus não teve tempo de contar.

Esse tipo de final aberto é raro num arco que já teve tanto espaço de desenvolvimento, e é justamente por isso que tantos leitores voltam a essa história tempo depois: porque ela não entrega uma resposta fácil, e porque o silêncio ao redor do destino de Nanahoshi diz tanto quanto qualquer confirmação diria.

Mushoku Tensei Vol 26 (Light Novel em Japonês) – Disponível aqui

Imagem do topo: Wallpaper Abyss – Alpha Coders

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agosto 24, 2026 | Abraham Costa

Por que Rudeus se torna o Sétimo Grande Poder em Mushoku Tensei?

Atenção: este artigo contém grandes spoilers da light novel de Mushoku Tensei.

Rudeus Greyrat começa sua nova vida como uma criança extremamente talentosa para a magia. Entretanto, sua evolução vai muito além do que os primeiros episódios do anime conseguem mostrar. No futuro da história, ele alcança uma posição reservada aos indivíduos mais perigosos do mundo: a de Sétimo Grande Poder.

Mas como Rudeus conseguiu entrar nessa classificação? Ele realmente possui força comparável à dos outros Grandes Poderes? E o que acontece com seu título depois de sua morte?

A resposta está relacionada não apenas ao poder mágico de Rudeus, mas também à forma como o ranking dos Sete Grandes Poderes funciona.

O que são os Sete Grandes Poderes?

Por que Rudeus se torna o Sétimo Grande Poder em Mushoku Tensei?

Os Sete Grandes Poderes representam alguns dos combatentes mais poderosos do mundo de Mushoku Tensei. O sistema foi criado por meio dos monumentos espalhados pelo mundo, responsáveis por apresentar os nomes e símbolos daqueles que ocupam cada posição.

Entretanto, essa classificação não mede constantemente a força de todos os personagens. Ela funciona principalmente com base em confrontos.

De forma simplificada, quando alguém derrota oficialmente um integrante do ranking, essa pessoa pode assumir sua posição. Isso significa que nem sempre a ordem representa perfeitamente quem venceria todos os outros em qualquer situação.

O estilo de luta, a distância do confronto, a preparação e até as condições da batalha podem mudar completamente o resultado.

Veja também: Os 7 Personagens Mais Fortes de Mushoku Tensei e Quem Consegue Derrotá-los

Por que Rudeus se torna o Sétimo Grande Poder?

Rudeus assume a sétima posição após derrotar Alek, também conhecido como Alexander Kalman III, que ocupava anteriormente esse lugar como Deus do Norte.

Essa é a principal razão para o nome de Rudeus aparecer entre os Sete Grandes Poderes. Ele derrotou o ocupante anterior e, como consequência, herdou sua posição no ranking.

Sua entrada na lista não acontece apenas por ele ser aliado de Orsted ou possuir contatos poderosos. Essas conexões aumentam sua influência, mas não são o motivo direto de sua classificação.

Rudeus se torna o Sétimo Grande Poder porque demonstrou, em combate, ser capaz de derrotar quem ocupava aquela posição.

Rudeus é realmente forte o suficiente para estar no ranking?

Embora existam circunstâncias especiais envolvendo sua vitória, Rudeus possui poder suficiente para representar uma ameaça real até mesmo para adversários de nível divino.

Entre suas principais vantagens estão:

  • Uma quantidade gigantesca de mana;
  • Capacidade de lançar magia sem encantamentos;
  • Domínio de diferentes elementos;
  • Grande poder destrutivo a longa distância;
  • Olho Demoníaco da Previsão;
  • Experiência adquirida em batalhas extremamente perigosas;
  • Armaduras Mágicas desenvolvidas com a ajuda de seus aliados;
  • Capacidade de criar estratégias e preparar o campo de batalha.

O maior problema de Rudeus sempre foi sua fragilidade em combates próximos. Diferentemente dos grandes espadachins, ele não consegue utilizar a Aura de Batalha, responsável por aumentar drasticamente a velocidade, a força e a resistência física dos guerreiros.

Para compensar essa limitação, Rudeus utiliza suas Armaduras Mágicas.

Qual é o verdadeiro poder da Armadura Mágica de Rudeus?

Por que Rudeus se torna o Sétimo Grande Poder em Mushoku Tensei?

A Armadura Mágica transforma Rudeus em um combatente muito mais completo. Além de aumentar sua força e resistência, ela permite que ele sobreviva a golpes que normalmente seriam fatais para um mago.

A Magic Armor Mark I já entrega força física impressionante e proteção suficiente para enfrentar inimigos extremamente poderosos. Ainda assim, ela não torna Rudeus tão ágil quanto os maiores mestres da espada.

Posteriormente, modelos mais avançados, como a poderosa Magic Armor Zero, ampliam ainda mais suas capacidades. Equipado adequadamente, Rudeus passa a reunir três características assustadoras:

  1. Poder destrutivo de um mago de nível excepcional;
  2. Defesa suficiente para enfrentar guerreiros de alto nível;
  3. Inteligência estratégica para explorar as fraquezas do adversário.

Por isso, ele frequentemente é descrito pelos fãs como um “canhão de vidro”. Sem seus equipamentos e sem preparação, Rudeus pode morrer rapidamente. Com distância, planejamento e sua armadura, porém, ele se transforma em um dos humanos mais perigosos de sua época.

Rudeus conseguiria derrotar Jino Britts?

Jino Britts alcança o título de Deus da Espada e se torna um dos espadachins mais rápidos e mortais da obra.

Em um combate próximo, Rudeus provavelmente teria poucas oportunidades de reagir. O estilo Deus da Espada é baseado em velocidade e em finalizar a batalha com um ataque decisivo. Mesmo usando o Olho Demoníaco, acompanhar um guerreiro desse nível seria extremamente difícil.

Entretanto, o resultado poderia mudar caso Rudeus tivesse:

  • Grande distância inicial;
  • Tempo para preparar o terreno;
  • Sua Armadura Mágica mais poderosa;
  • Informações sobre as habilidades de Jino;
  • Liberdade para utilizar magia destrutiva sem se preocupar com o ambiente.

Rudeus possui ataques com alcance e poder comparáveis aos de uma grande calamidade. Caso conseguisse atacar antes de Jino encurtar a distância, teria uma possibilidade real de vitória.

Portanto, o resultado dependeria das condições. Em uma luta repentina e de curta distância, Jino seria o favorito. Em um confronto planejado e iniciado a longa distância, Rudeus teria chances muito maiores.

Rudeus conseguiria derrotar Randolph, o Deus da Morte?

Randolph Marianne possui técnicas incomuns e uma enorme experiência em combate. Ele não depende somente da força física, utilizando intimidação, enganação e movimentos capazes de confundir seus adversários.

Rudeus teria poder suficiente para ferir ou até derrotar Randolph, especialmente equipado com sua Armadura Mágica. Ainda assim, não seria uma batalha simples.

O resultado dependeria de quem conseguisse controlar o ritmo do confronto. Randolph seria muito perigoso em curta distância, enquanto Rudeus teria vantagem atacando de longe.

Considerando o arsenal completo de Rudeus, é razoável dizer que ele possui força compatível com os integrantes mais baixos do ranking dos Sete Grandes Poderes. Isso não significa, porém, que venceria todos eles em qualquer situação.

Rudeus é conhecido como Deus da Educação?

Rudeus não recebe um título tradicional como Deus da Espada, Deus da Água ou Deus do Norte. Esses nomes estão relacionados a escolas de combate, tradições e regras próprias de sucessão.

O protagonista, por sua vez, constrói um caminho completamente diferente. Entre os títulos associados a ele estão:

  • Rudeus do Pântano;
  • Herói;
  • Deus da Educação.

O título “Deus da Educação” está relacionado ao impacto provocado por suas realizações depois das grandes batalhas.

Rudeus contribui para a expansão do ensino da magia, incluindo métodos de conjuração sem encantamentos. Além disso, participa de projetos que ajudam a popularizar livros, ferramentas mágicas e novas formas de aprendizado.

Seu legado não depende exclusivamente de suas vitórias. Ele também muda a maneira como o conhecimento e a magia são ensinados às próximas gerações.

É necessário possuir o título de “Deus” para entrar no ranking?

Não. Uma pessoa não precisa obrigatoriamente ser o líder de uma escola ou possuir um título divino para entrar na lista dos Sete Grandes Poderes.

A presença de tantos personagens chamados de “Deus” acontece porque esse termo costuma ser usado para identificar o maior representante de determinada técnica ou estilo de combate.

A classificação dos Grandes Poderes e os títulos das escolas são sistemas diferentes.

Por exemplo, alguém poderia derrotar o sétimo colocado e assumir sua posição sem se tornar automaticamente Deus da Espada, Deus da Água ou Deus do Norte. Esses títulos possuem suas próprias regras.

Rudeus é justamente um caso especial: ele ocupa uma posição entre os Grandes Poderes sem pertencer a uma escola tradicional de esgrima.

O que acontece com a posição de Rudeus depois de sua morte?

Rudeus não é imortal. Ele envelhece normalmente e, em determinado momento da história, morre de velhice cercado por parte de sua família.

A obra não apresenta de maneira totalmente clara todos os detalhes sobre a atualização do ranking depois de sua morte. Em teoria, um integrante pode sair da classificação quando:

  • É derrotado por outro combatente;
  • Morre;
  • Perde sua posição para alguém que cumpre as condições do sistema.

Nesse caso, a sétima posição poderia ficar disponível ou ser transferida para outro indivíduo reconhecido pelo sistema.

Rudeus não transmite o título da mesma forma que um Deus da Espada. Ele não criou uma escola com uma regra oficial determinando que seu melhor discípulo herdaria sua classificação.

É importante lembrar também que personagens como Laplace permanecem no ranking por condições muito particulares. Laplace não está simplesmente morto da mesma maneira que uma pessoa comum: sua situação envolve separação, selamento e reencarnação. Portanto, não é possível usar seu caso como uma regra direta para explicar o que aconteceria com Rudeus.

Rudeus se torna uma lenda depois de sua morte?

Sim. Mesmo que nem todas as suas realizações sejam conhecidas pelo público, Rudeus deixa uma marca profunda na história do mundo.

Algumas de suas maiores batalhas aconteceram sem muitas testemunhas. Além disso, parte de seus projetos foi divulgada em nome de outras pessoas, como Nanahoshi, o que impede que ele receba todo o reconhecimento que merecia.

Apesar disso, seu legado permanece por diferentes motivos:

  • Foi um aliado importante do Deus Dragão Orsted;
  • Participou de conflitos que mudaram o destino de reinos;
  • Ajudou no desenvolvimento de ferramentas mágicas;
  • Expandiu o acesso a livros e ao conhecimento;
  • Influenciou o ensino da magia sem encantamentos;
  • Criou uma família com descendentes extremamente importantes;
  • Tornou-se oficialmente um dos Sete Grandes Poderes.

Para historiadores do futuro, Rudeus é lembrado como uma figura cercada por feitos extraordinários e informações incompletas. Algumas pessoas conhecem o mago, outras lembram o herói, enquanto muitas reconhecem principalmente suas contribuições para a educação.

Essa diferença entre aquilo que Rudeus realmente realizou e o que o mundo conhece torna sua lenda ainda mais interessante.

Lara conhecerá as histórias sobre o próprio pai?

Lara Greyrat possui um papel importante no futuro do mundo e vive tempo suficiente para compreender a dimensão do legado deixado pelo pai.

Para ela, Rudeus não é apenas uma figura histórica ou um nome gravado no monumento dos Grandes Poderes. Ele é o homem que preparou parte do caminho para a futura batalha contra Hitogami.

Mesmo que a obra principal não mostre toda a jornada futura de Lara, é bastante provável que as histórias de Rudeus continuem presentes durante sua aventura. Ela pode ouvir versões exageradas, incompletas ou até incorretas sobre acontecimentos que conheceu de maneira muito mais pessoal.

Essa possibilidade cria uma situação interessante: enquanto o mundo enxerga Rudeus como um mago lendário, Lara ainda pode se lembrar dele simplesmente como seu pai.

Rudeus merecia ser o Sétimo Grande Poder?

Rudeus não é invencível e possui fraquezas claras. Um espadachim de nível divino pode derrotá-lo rapidamente se conseguir alcançá-lo antes que ele prepare sua magia.

Contudo, poucos personagens possuem uma combinação tão perigosa de mana, alcance, poder destrutivo, equipamentos e inteligência estratégica.

Ele derrotou o antigo ocupante da sétima posição e demonstrou capacidade para enfrentar alguns dos seres mais poderosos do mundo. Portanto, dentro das regras apresentadas pela história, Rudeus merece ocupar o posto de Sétimo Grande Poder.

Mais importante do que sua posição, porém, é o legado que deixa. Rudeus não entra para a história apenas como um guerreiro poderoso, mas como alguém que transformou a magia, a educação e o futuro de sua família.

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agosto 22, 2026 | Abraham Costa

Fate/strange Fake Temporada 2: O Que Foi Confirmado e O Que Ainda Falta Saber

Fate/strange Fake Temporada 2. O anúncio saiu no painel da Aniplex durante a Anime NYC 2026, no dia 21 de agosto: Fate/strange Fake vai ganhar uma segunda temporada. Não é rumor de fã ansioso nem especulação baseada em vendas de Blu-ray — foi dito no palco, com trailer e visual novos mostrados ao vivo para a plateia.

Para quem acompanhou o desfecho da primeira leva de episódios, a notícia não chega como surpresa total. O final da temporada 1, exibido em 28 de março de 2026, já tinha vindo acompanhado de uma imagem com a mensagem “to be continued” e um teaser sugerindo que a história de Snowfield estava longe de terminar. O que faltava era a confirmação oficial, com estúdio e formato definidos, e isso só veio agora, cinco meses depois.

O que exatamente foi anunciado

A Aniplex confirmou o retorno da série em forma de nova temporada de TV, não um filme ou um OVA avulso. Junto com o anúncio veio um trailer inédito e uma arte promocional com o mote “Rise Against the Rules” — uma referência direta ao caos que já estava se instalando na Guerra do Santo Graal de Snowfield no final da primeira leva de episódios.

Data de estreia, ainda não existe. Isso é importante deixar claro porque já circulam posts afirmando datas específicas, e até o momento a Aniplex não divulgou nem uma janela aproximada, como “inverno de 2027” ou algo do tipo. O que se sabe é que a produção está confirmada e em andamento.

A-1 Pictures continua no comando

O estúdio responsável pela primeira temporada, A-1 Pictures, segue à frente do projeto. Isso é uma notícia relevante por si só: trocar de estúdio no meio de uma adaptação costuma mudar completamente a direção de arte e o ritmo da animação, e boa parte do que fez Fate/strange Fake se destacar em 2026 veio justamente do trabalho visual da A-1 nas cenas de batalha entre Servos.

A direção também segue com Shun Enokido e Takahito Sakazume, a mesma dupla que comandou a primeira temporada desde o especial de prólogo Whispers of Dawn, lançado em 2023 depois de um atraso na estreia original.

Linha do tempo até aqui

Vale relembrar como a série chegou até esse ponto, porque o histórico de produção ajuda a entender por que a espera por novidades tende a ser longa:

  • 2023: estreia do especial “Whispers of Dawn”, cobrindo o primeiro volume da light novel.
  • Dezembro de 2024: primeiro episódio da série regular chega antecipadamente.
  • Agosto de 2025: segundo episódio é exibido com antecedência no evento FGO Fest.
  • 3 de janeiro de 2026: início oficial da transmissão semanal na Crunchyroll, reprisando o especial de prólogo antes do episódio 1.
  • 28 de março de 2026: episódio 13 encerra a primeira temporada, com o teaser de continuação.
  • 21 de agosto de 2026: confirmação oficial da segunda temporada na Anime NYC.

Ou seja: entre o fim da primeira temporada e a confirmação da segunda, se passaram quase cinco meses só para o anúncio formal. Isso dá uma ideia de que uma data de estreia concreta pode demorar ainda mais para aparecer.

Fate/strange Fake Temporada 2
Fate/strange Fake Temporada 2 – Imagem: Ani Threads

O material de origem ainda tem fôlego

Fate/strange Fake é uma adaptação da light novel de Ryohgo Narita, publicada pela Dengeki Bunko desde 2015. A obra tem nove volumes já lançados, e o décimo e último está previsto para o verão de 2026 no Japão.

Isso importa para quem se pergunta se a série vai “correr” atrás de conteúdo, problema comum em adaptações de light novel que ultrapassam o material publicado. Aqui não é o caso: o especial de prólogo cobriu o primeiro volume, e a temporada 1 avançou a partir do segundo. Sobra história de sobra para preencher uma segunda temporada inteira, e possivelmente até uma terceira, sem precisar inventar arcos de preenchimento.

Por que a espera tende a ser longa

Quem já acompanhou outras produções de peso da A-1 Pictures sabe que o nível de acabamento visual de Fate/strange Fake não é barato nem rápido de produzir. As cenas de combate entre Servos, cheias de efeitos de partículas e coreografias elaboradas, exigem um cronograma de animação mais longo do que a média de um anime de temporada.

Isso não é uma opinião isolada: circula entre fãs e analistas do setor a ideia de que, dado esse padrão técnico, seria incomum ver novos episódios antes de 2027. Não é uma data oficial, mas é uma expectativa realista baseada no ritmo histórico da produção — do anúncio do especial de prólogo até sua exibição, por exemplo, já houve atraso.

O que esperar da trama daqui para frente

Sem entrar em detalhes que estragariam a experiência de quem ainda vai assistir ao final da primeira temporada, o que dá para adiantar é que a guerra em Snowfield ainda está longe de um vencedor definido. Os conflitos entre os Mestres e seus Servos, incluindo a presença de uma classe rara que já intrigava o público desde os primeiros episódios, seguem em aberto.

O tom da nova arte promocional, com a expressão “Rise Against the Rules”, sugere que a próxima fase da história vai colocar ainda mais em xeque as convenções tradicionais da Guerra do Santo Graal, algo que já era marca registrada da obra de Narita desde o início — afinal, o próprio conceito de “Fake” no título vem da ideia de um Graal falso, fora das regras estabelecidas pelas guerras canônicas da franquicia.

Onde assistir e como acompanhar novidades

A primeira temporada está disponível na Crunchyroll, com legendas e dublagem em inglês. É esperado que a segunda temporada siga a mesma distribuição, já que a plataforma tem sido parceira da franquicia Fate em lançamentos recentes.

Para quem quer acompanhar de perto qualquer atualização sobre data de estreia, o canal mais confiável continua sendo os anúncios oficiais da Aniplex e da própria conta da Crunchyroll, já que informações vazadas antes da confirmação oficial — como aconteceu com esta mesma temporada 2 antes do anúncio formal — nem sempre trazem detalhes precisos sobre cronograma.

Resumindo

A confirmação é real e veio de fonte oficial: Aniplex anunciou a temporada 2 de Fate/strange Fake na Anime NYC 2026, com A-1 Pictures mantendo a produção e a mesma dupla de direção. O que ainda não existe é uma data de estreia, e o histórico da própria série sugere que a espera pode se estender até 2027. Enquanto isso não sai, o material da light novel garante que a história tem para onde crescer sem precisar de episódios de recheio.

Imagem do topo: Omelete

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agosto 21, 2026 | Abraham Costa

Por que Chainsmoker Cat está sendo banido? Entenda a polêmica por trás do anime mais debatido de 2026

Por que Chainsmoker Cat está sendo banido? Tem anime que gera discussão porque é ruim. Tem anime que gera discussão porque é bom demais para o próprio bem. E tem Chainsmoker Cat, que conseguiu o feito raro de virar caso de política pública em pelo menos dois países ao mesmo tempo.

Nas últimas semanas, o título que já dividia opiniões dentro do Japão passou a ser oficialmente retirado do ar em Hong Kong, depois de meses sendo investigado por um órgão de ética televisiva japonês. E não, isso não é exagero de fã catastrofista nas redes — é processo administrativo mesmo, com base legal, carta oficial e prazo de resposta.

O que é Chainsmoker Cat, afinal

Antes de falar em banimento, vale entender do que se trata. Chainsmoker Cat, conhecido no Japão como Yani Neko, nasceu como mangá de NyanNyanFactory, publicado pela Kodansha desde 2023 na revista Weekly Young Magazine. A história acompanha Yaniko, uma catgirl viciada em cigarro que mora sozinha, não consegue manter emprego, está atrasada com o aluguel e recorre a qualquer método para conseguir fumar — inclusive catando bitucas jogadas na rua quando o dinheiro acaba.

A adaptação em anime, produzida pela Bibury Animation Studios, estreou em julho de 2026 na Tokyo MX e na BS11. Diferente do que muita gente esperava de uma obra com esse tema, o estúdio não suavizou nada. Cenas de nudez, referências a outros tipos de dependência e um humor bem mais pesado do que o desenho fofo das personagens sugere apareceram sem cortes desde o primeiro episódio, e isso pegou parte do público de surpresa.

A treta em casa: o Japão já estava de olho

Antes de qualquer coisa acontecer fora do país, o próprio Japão já discutia os limites do anime. A Broadcasting Ethics and Program Improvement Organization, conhecida pela sigla BPO, é o órgão responsável por avaliar reclamações de espectadores sobre conteúdo de TV aberta. Em julho, durante uma reunião do comitê voltado à proteção de menores, o grupo debateu um programa descrito como uma produção exibida tarde da noite, ambientada num mundo onde humanos e “homens-fera” que personificam gatos convivem — descrição que bate perfeitamente com Chainsmoker Cat, mesmo sem o nome ser citado diretamente na ata.

O ponto que motivou a reunião foi uma cena específica de autoaplicação de substância, interpretada por parte dos espectadores como representação de uso de droga ilegal. A avaliação final do comitê considerou que o conteúdo, apesar de pesado, ainda está dentro do espaço de liberdade criativa garantido à produção televisiva noturna japonesa. Ou seja: não houve punição formal, mas o processo deixou registrado que a obra segue sob observação.

Hong Kong foi além: tirou do ar de verdade

Se no Japão a história parou em debate, em Hong Kong ela virou ação concreta. O Departamento de Saúde da região enviou uma notificação à Animation Crazy, plataforma de streaming baseada em Taiwan que distribuía o anime oficialmente, informando que a série violava a legislação local de controle ao tabaco.

A base legal é a Smoking (Public Health) Ordinance, mais especificamente a seção que proíbe a veiculação de anúncios de produtos de fumo pela internet. Segundo análise publicada por especialistas em direito de mídia, o problema não estava no simples fato de mostrar uma personagem fumando, e sim na forma como o anime exibe marcas reais de cigarro, como a japonesa Mevius, de maneira repetida e claramente identificável nas embalagens. Para o órgão regulador de tabaco e álcool de Hong Kong, isso configura publicidade de produto de fumo, mesmo sem qualquer patrocínio comercial envolvido.

A plataforma recebeu a notificação em 17 de agosto e suspendeu o acesso ao título ainda no mesmo dia. Até o momento, a Netflix, que também exibe a série na região, não sofreu a mesma restrição — o que mostra que a decisão foi direcionada a um distribuidor específico, não a uma proibição ampla e automática contra o anime como um todo.

Existe uma brecha legal — e ela pode salvar o anime

Por que Chainsmoker Cat está sendo banido?
Por que Chainsmoker – Imagem: Cat está sendo banido?Crunchyroll

O detalhe mais interessante dessa história jurídica é que a legislação de Hong Kong prevê uma exceção clara. Se o propósito de determinado conteúdo for desencorajar o hábito de fumar, ele deixa de ser enquadrado como anúncio de produto de fumo, mesmo mostrando marcas reais na tela.

E é aí que a defesa de Chainsmoker Cat ganha força. Quem acompanha a trama sabe que a vida de Yaniko é retratada como uma sequência constante de perdas: dinheiro, dignidade, relações, estabilidade. Não existe glamourização do vício — pelo contrário, o roteiro parece construído justamente para mostrar o tanto que fumar de forma compulsiva destrói a rotina de alguém. Se essa leitura prevalecer nas instâncias responsáveis, a retirada em Hong Kong pode acabar sendo revertida, já que o argumento de “mensagem antitabagismo” tem respaldo direto no texto da lei.

Por que essa polêmica pegou tanto

Parte do motivo pelo qual Chainsmoker Cat virou assunto tão grande é justamente o contraste. Um anime com estética de comédia leve, personagens desenhadas no estilo fofo típico de catgirl, tratando sem filtro de vício, autodestruição e precariedade financeira, sempre ia gerar reação forte — seja de quem acha corajoso, seja de quem acha irresponsável.

Nas redes, essa divisão ficou visível. Enquanto uma parte do público defende o anime como sátira social sobre dependência e sobrevivência na cidade grande, outra parte considera o tom problemático demais para ser levado como humor. Esse embate ganhou ainda mais visibilidade quando criadores de conteúdo passaram a comentar o caso, alguns criticando o que chamaram de reação exagerada do público mais sensível ao tema, o que só alimentou ainda mais o debate on-line.

O que esperar daqui pra frente

Vale reforçar: não existe, até agora, um banimento global de Chainsmoker Cat. O que existe é uma suspensão pontual em Hong Kong, motivada por legislação específica sobre publicidade de tabaco, somada a um processo de avaliação ética no Japão que, até o momento, não resultou em restrição formal. A obra segue disponível em outras plataformas e regiões, incluindo streaming pela Ani-One e outras licenciadas internacionalmente.

O desfecho provável depende de como a justiça e os órgãos reguladores de Hong Kong vão interpretar a intenção da obra. Se prevalecer o entendimento de que o anime critica o tabagismo em vez de promovê-lo, a suspensão tende a ser revista. Se prevalecer a leitura literal — marca real de cigarro aparecendo repetidamente na tela conta como anúncio, independente do contexto —, o caso pode servir de precedente para outras produções japonesas que retratam vícios com realismo explícito.

De qualquer forma, o episódio já deixou uma lição clara para estúdios de anime que decidem tratar temas pesados sem filtro: quanto mais fiel à realidade um roteiro tenta ser, maior a chance de esbarrar em legislações que nunca foram pensadas para ficção, mas que, na prática, acabam analisando ficção como se fosse propaganda.

Imagem do topo: Diário da Mídia

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agosto 20, 2026 | Abraham Costa

Ranking dos 7 Demônios Primordiais de Tensei Shitara Slime

Os Demônios Primordiais estão entre os personagens mais fascinantes de Tensei Shitara Slime Datta Ken, popularmente conhecido como Tensura. Eles são seres extremamente antigos, possuem capacidades absurdas e alguns deles estão entre as maiores ameaças de todo o mundo da obra.

Com a chegada de personagens como Testarossa, Ultima e Carrera ao anime, o interesse pelos Primordiais aumentou ainda mais. Mas isso também levanta uma pergunta inevitável:

Afinal, qual é o Demônio Primordial mais poderoso de Tensura?

Neste ranking, vamos colocar os sete Primordiais do mais fraco ao mais forte, considerando não apenas poder bruto, mas habilidades, experiência, evolução e o nível alcançado por cada personagem nos estágios mais avançados da história.

Aviso: o artigo contém spoilers sobre acontecimentos e habilidades posteriores ao anime.

7. Rain — Primordial Azul

Ranking dos 7 Demônios Primordiais de Tensei Shitara Slime

Começando pelo último lugar temos Rain, a Primordial Azul.

Rain é apresentada como uma das Primordiais que acabaram ficando para trás em relação às demais. Sua história está diretamente ligada a Misery e Guy Crimson.

Ainda no mundo demoníaco, Rain e Misery possuíam uma rivalidade e chegaram a enfrentar Guy. O problema é que Guy já estava em um nível completamente diferente.

As duas foram derrotadas e posteriormente passaram a servi-lo.

Quando Guy chegou ao mundo material, Rain recebeu nome e corpo, aumentando consideravelmente seu poder. Entretanto, existe um problema importante: ela acabou estagnando.

Enquanto outros Primordiais continuaram enfrentando adversários, acumulando experiência e aperfeiçoando suas técnicas, Rain passou milhares de anos trabalhando ao lado de Guy.

Isso explica por que personagens que receberam corpos muito mais tarde conseguiram ultrapassá-la.

Rain continua sendo extremamente poderosa quando comparada à maioria dos seres do mundo de Tensura, mas dentro do grupo absurdo dos sete Primordiais, ocupa a última posição.

6. Misery — Primordial Verde

Ranking dos 7 Demônios Primordiais de Tensei Shitara Slime

Logo acima de Rain aparece Misery, a Primordial Verde.

Sua história possui várias semelhanças com a da Primordial Azul. Ela também foi derrotada por Guy Crimson e passou a servi-lo.

A diferença está principalmente em sua personalidade e capacidade de combate.

Misery é muito mais séria, controlada e composta do que Rain. Ela dificilmente permite que emoções interfiram em suas decisões e, como guerreira, acaba levando vantagem sobre sua companheira.

Ainda assim, as duas sofreram com o mesmo problema: a falta de crescimento durante um período gigantesco.

Mais tarde, tanto Rain quanto Misery alcançam um nível muito superior de existência, mas isso não é suficiente para colocá-las acima dos outros Primordiais, que também passaram por evoluções monstruosas.

Por isso, Misery fica com a sexta colocação.

5. Ultima — Primordial Roxa

Ranking dos 7 Demônios Primordiais de Tensei Shitara Slime

Aqui o nível começa a aumentar consideravelmente.

Ultima, a Primordial Roxa, é inteligente, calculista e extremamente perigosa. Porém, aquilo que realmente diferencia Ultima é sua personalidade.

Ela é provavelmente uma das Primordiais mais cruéis.

Ultima gosta de esmagar seus adversários e demonstra tendências extremamente sádicas durante seus confrontos.

Mas ela não depende apenas dessa brutalidade.

Sua capacidade de analisar situações e preparar estratégias faz dela uma adversária muito mais perigosa do que alguém que simplesmente possui grande quantidade de energia.

O poder de Samael

Uma das principais armas de Ultima é Samael, Lorde do Veneno Mortal.

A habilidade combina perfeitamente com seu estilo de combate.

Ultima consegue desenvolver e aperfeiçoar venenos extremamente perigosos, além de analisar as fraquezas de seus adversários para produzir ataques ainda mais eficientes.

Isso significa que enfrentar Ultima durante muito tempo pode ser um enorme erro.

Quanto mais informações ela obtém sobre o adversário, mais perigosa pode se tornar.

Seu poder relacionado à morte também faz com que inimigos muito abaixo de seu nível praticamente não tenham chances contra ela.

4. Carrera — Primordial Amarela

Ranking dos 7 Demônios Primordiais de Tensei Shitara Slime

Se Ultima representa crueldade, Carrera representa destruição.

A Primordial Amarela é praticamente uma máquina de guerra.

Carrera possui uma personalidade explosiva e adora batalhas. Diferentemente de Ultima, porém, seu interesse não está necessariamente no sofrimento do inimigo.

Ela simplesmente ama lutar.

E existe uma coisa que Carrera gosta especialmente de utilizar:

magia nuclear.

Quando tem oportunidade, ela utiliza ataques absurdamente destrutivos, mesmo quando uma abordagem um pouco mais discreta provavelmente seria suficiente.

Entre suas técnicas estão ataques capazes de produzir quantidades gigantescas de energia e afetar até estruturas espaciais e dimensionais.

Abaddon, Lorde da Destruição

Sua habilidade definitiva combina perfeitamente com sua personalidade.

Abaddon, Lorde da Destruição, aumenta ainda mais sua capacidade ofensiva.

Carrera consegue ultrapassar seus próprios limites e utilizar ataques capazes de romper o espaço, dificultando enormemente a utilização de barreiras e outras formas convencionais de defesa.

É justamente essa combinação que torna Carrera tão assustadora.

Ela possui poder bruto gigantesco, magia nuclear e uma personalidade que praticamente nunca hesita em utilizar toda essa força.

3. Testarossa — Primordial Branca

Entrando no Top 3 temos Testarossa, a Primordial Branca.

Testarossa não é apenas poderosa.

Ela também está entre os personagens mais inteligentes e estrategicamente perigosos ligados a Tempest.

Sua capacidade de analisar situações, calcular possibilidades e esconder suas verdadeiras intenções torna seus movimentos extremamente difíceis de prever.

E existe outro problema:

Testarossa também possui uma personalidade impiedosa.

Ela consegue combinar características extremamente perigosas presentes em Carrera e Ultima. Possui sede por batalhas, inteligência extraordinária e uma crueldade que aparece quando decide eliminar seus adversários.

Belial, Lorde do Submundo

Sua habilidade definitiva é Belial, Lorde do Submundo.

Esse poder possui uma forte ligação com conceitos relacionados à morte e ao mundo inferior.

Testarossa consegue manipular energias extremamente perigosas e atacar não somente fisicamente seus adversários, mas também ameaçar existências espirituais.

Quando adicionamos sua inteligência a esse arsenal, fica fácil entender por que ela está acima de Carrera e Ultima neste ranking.

Em uma batalha, Testarossa não precisa necessariamente possuir o ataque mais explosivo.

Ela precisa apenas encontrar a melhor maneira de matar o adversário.

2. Guy Crimson — Primordial Vermelho

Agora chegamos aos dois monstros que tradicionalmente ocupam o topo entre os Primordiais.

Guy Crimson, o Primordial Vermelho, é uma verdadeira lenda.

Durante uma enorme parte da história, Guy representa praticamente o ápice da raça demoníaca.

Ele foi um dos primeiros Primordiais a conquistar um corpo físico e alcançar níveis completamente absurdos de poder.

Seu nome está associado às maiores potências do mundo de Tensura, e sua força chega ao ponto de permitir comparações com seres que normalmente estão muito acima dos demônios comuns.

Guy também possui algo extremamente importante:

experiência.

Estamos falando de alguém que passou uma quantidade gigantesca de tempo enfrentando, observando e analisando algumas das criaturas mais poderosas existentes.

Uma capacidade assustadora de adaptação

Um dos grandes diferenciais de Guy é sua capacidade de compreender habilidades.

Ele consegue analisar técnicas utilizadas por outros personagens e incorporar diferentes princípios ao seu próprio arsenal.

Isso faz com que Guy seja extremamente difícil de enfrentar.

Mostrar uma técnica poderosa contra ele também significa entregar informações que podem ser utilizadas posteriormente.

Além disso, Guy possui talento suficiente para desenvolver seus próprios poderes sem depender constantemente da intervenção de terceiros.

Por praticamente toda a história, isso faz dele um dos maiores monstros do mundo.

Mas considerando o estágio final utilizado neste ranking, existe alguém que consegue ultrapassá-lo.

1. Diablo — Primordial Preto

No primeiro lugar aparece Diablo, o Primordial Preto.

Desde sua introdução, Diablo sempre foi diferente.

Ele é extremamente inteligente, calculista e possui uma capacidade impressionante de compreender seus adversários.

Curiosamente, Diablo não possui exatamente a mesma obsessão por batalhas apresentada por Carrera ou Testarossa.

Sua maior obsessão é outra:

Rimuru Tempest.

Quando uma ordem de Rimuru está envolvida, praticamente qualquer limite desaparece para Diablo.

E essa relação acaba sendo justamente um dos motivos responsáveis pelo seu crescimento monstruoso.

Azazel, Lorde da Tentação

Uma das principais habilidades de Diablo é Azazel, Lorde da Tentação.

Seu poder permite criar um mundo imaginário no qual Diablo possui enorme domínio sobre aquilo que acontece.

Em determinadas condições, a habilidade também pode afetar diretamente a vontade e até mesmo a alma dos adversários.

Isso transforma Diablo em um inimigo extremamente perigoso porque simplesmente possuir grande resistência física não é suficiente para enfrentá-lo.

Mas ainda existe algo mais importante.

O Colapso de Nulidade

Nos estágios avançados da história, Diablo consegue utilizar parte do poder relacionado ao Colapso de Nulidade, uma energia extremamente poderosa associada a Rimuru.

O simples fato de conseguir manipular uma parcela desse poder já coloca Diablo em uma categoria completamente diferente.

Pouquíssimos personagens conseguem lidar adequadamente com uma energia desse nível.

Diablo ainda recebe outras melhorias relacionadas diretamente ao seu mestre, aumentando sua compatibilidade e capacidade de utilizar poderes cada vez mais absurdos.

É justamente essa evolução que permite que, dentro dos critérios deste ranking, ele finalmente ultrapasse Guy Crimson.

Ranking completo dos Demônios Primordiais

Do mais fraco ao mais forte, a classificação fica:

7º — Rain, Primordial Azul
6º — Misery, Primordial Verde
5º — Ultima, Primordial Roxa
4º — Carrera, Primordial Amarela
3º — Testarossa, Primordial Branca
2º — Guy Crimson, Primordial Vermelho
1º — Diablo, Primordial Preto

É importante lembrar que chamar Rain ou Misery de “fracas” é algo totalmente relativo.

Estamos comparando apenas os Demônios Primordiais entre si.

Mesmo aqueles que aparecem nas últimas posições continuam sendo seres extraordinariamente perigosos quando comparados à enorme maioria dos personagens do universo de Tensura.

Guy ou Diablo: quem realmente é o mais forte?

Essa provavelmente será a parte mais discutida do ranking.

Guy Crimson permaneceu durante muito tempo como uma das maiores referências de poder entre os demônios. Sua experiência, talento e capacidade de adaptação fazem dele um adversário extraordinário.

Diablo, entretanto, possui um potencial absurdo.

Sua aproximação com Rimuru provoca uma mudança importante: alguém que durante muito tempo não parecia particularmente interessado em buscar poder começa novamente a evoluir.

Quando adicionamos suas habilidades próprias às evoluções obtidas posteriormente, Diablo alcança um nível completamente diferente daquele apresentado quando apareceu inicialmente.

Por isso, considerando os acontecimentos finais utilizados como referência neste ranking, Diablo fica com a primeira colocação.

E talvez essa seja justamente uma das coisas mais interessantes sobre os Primordiais.

Eles já nasceram como monstros.

Mas depois de encontrarem mestres, objetivos e razões para continuar evoluindo, alguns deles conseguiram se tornar ainda mais assustadores.

Veja também: Rimuru Tempest vs Sung Jin-Woo: Batalha Morthal

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agosto 20, 2026 | Abraham Costa

One Piece Vai Atrasar: Entenda o Hiato Antes do Capítulo 1191 e Quando o Mangá Volta

One Piece Vai Atrasar. Quem estava contando os dias pra saber o desfecho do duelo entre Gaban e Imu teve que engolir uma notícia chata essa semana: o mangá de One Piece não sai no domingo seguinte ao capítulo 1190.

Mais uma vez, o cronograma de lançamento sofre interrupção — só que dessa vez o motivo não tem nada a ver com a saúde de Eiichiro Oda, o que muda bastante a leitura da situação.

O motivo real do atraso

O capítulo 1190 chegou em 9 de agosto de 2026, dentro da edição dupla nº 37-38 da Weekly Shonen Jump, trazendo um dos momentos mais pesados da saga final até agora: Scopper Gaban, o antigo braço esquerdo do Rei dos Piratas, entra na luta pra proteger Luffy do ataque de Nerona Imu e acaba perdendo o próprio braço no processo. Depois de um capítulo desse peso, era natural que os fãs esperassem a continuação direto na semana seguinte.

Só que não teve capítulo novo em 16 de agosto. E o motivo, dessa vez, é estrutural: a revista Weekly Shonen Jump entra todo ano em recesso por causa do Festival de Obon, uma das datas mais importantes do calendário japonês, dedicada à homenagem aos ancestrais. Durante essa semana, a editora simplesmente não publica nenhuma edição — e isso afeta igualmente todas as séries veiculadas ali, não só One Piece. Não é uma pausa decidida por Oda, é o próprio calendário editorial da revista que força a interrupção.

Esse detalhe importa porque separa dois tipos de hiato que costumam ser confundidos pelos fãs: as pausas ligadas à rotina e à saúde do autor, cada vez mais frequentes desde 2024, e as pausas puramente editoriais, que acontecem todo ano nas mesmas épocas (Ano-Novo e Obon) independente de qualquer decisão pessoal de Oda.

Quando sai o capítulo 1191

Com o recesso do Obon encerrado, o capítulo 1191 já tem data confirmada: chega globalmente no domingo, 23 de agosto de 2026, disponível na Manga Plus, Viz Media e Shonen Jump+. No Japão, a publicação oficial na revista acontece na segunda-feira, 24 de agosto, seguindo o fuso local.

Pra quem acompanha pelo horário do Brasil, a expectativa é de disponibilização durante a manhã de domingo, já que a maioria das plataformas libera o capítulo simultaneamente em múltiplos fusos a partir das 10h-11h no horário do leste americano.

O capítulo já tem até título revelado — “Ainda Existe Loki” — e a expectativa em torno dele é grande justamente porque retoma o combate interrompido no capítulo anterior, com Imu revelando uma transformação ainda mais monstruosa depois de derrotar Gaban: um corpo maior, quatro chifres e os braços tomados por uma coloração escura.

Um padrão de hiatos que se repete há meses

Se você sentiu que os capítulos de One Piece andam saindo de forma mais espaçada nos últimos meses, não é impressão. O ritmo recente da série tem sido bem mais interrompido do que o padrão histórico da obra:

  • Capítulo 1187 saiu, seguido de pausa de duas semanas
  • Capítulo 1188 saiu, seguido de nova pausa
  • Capítulo 1189 saiu, seguido de outra pausa
  • Capítulo 1190 saiu em 9 de agosto, seguido do recesso do Obon

Ou seja: dos últimos quatro capítulos publicados, todos vieram seguidos de algum tipo de interrupção antes do próximo. Parte disso realmente está ligada à rotina de Oda, que segue dividindo atenção entre o mangá e outros projetos ligados à franquia, incluindo o acompanhamento da terceira temporada do live-action. Mas parte considerável — como o caso desta semana — é simplesmente o calendário da revista, algo que foge completamente do controle do autor.

One Piece Vai Atrasar
One Piece Vai Atrasar – Imagem: Geek Ship

Por que esse hiato incomoda mais do que os outros

Tecnicamente falando, uma semana sem capítulo não é nada excepcional dentro da história de publicação de One Piece — Oda historicamente tira uma semana de folga a cada três ou quatro capítulos, prática registrada há anos e que qualquer leitor de longa data já está acostumado. O que torna esse hiato específico mais incômodo é o timing: ele caiu bem no meio de um dos confrontos mais tensos do arco Elbaf, deixando o leitor com Gaban ferido, Luffy caído e Imu em nova forma, tudo isso sem resolução por duas semanas inteiras.

Esse tipo de corte no momento errado é o que costuma gerar mais reclamação nas redes do que hiatos programados em momentos mais neutros da trama. Não é a pausa em si que irrita — é a pausa bem no ápice.

O arco Elbaf está avançando mesmo com as pausas

Apesar da frequência maior de interrupções, vale registrar que a trama segue avançando de forma consistente. O arco Elbaf já passou da marca de 50 capítulos desde que começou, na sequência direta do arco Egghead, e mergulhou fundo em revelações sobre o Incidente de God Valley, um dos eventos que mais moldaram a era atual da história. Ainda não existe confirmação oficial de quantos capítulos o arco deve totalizar, mas pelo ritmo atual, é provável que a segunda metade já esteja em andamento.

Ou seja: apesar dos hiatos pontuais, a narrativa não está estagnada — o que está acontecendo é justamente o contrário, com desenvolvimentos importantes surgindo a cada nova edição.

Onde ler o capítulo 1191 quando sair

Pra quem quer acompanhar de forma oficial e sem risco de spoiler vazado com tradução ruim, as opções continuam sendo as mesmas de sempre:

  • Manga Plus, plataforma oficial da Shueisha, que libera o capítulo gratuitamente em inglês no mesmo horário da publicação japonesa.
  • Viz Media, que também disponibiliza os capítulos mais recentes gratuitamente, junto aos primeiros capítulos da série.
  • Shonen Jump+, versão japonesa oficial, recomendada pra quem acompanha no idioma original.

Vale reforçar: ler por essas plataformas garante tradução revisada e apoia diretamente a publicação da obra, diferente de scans não oficiais que costumam circular antes da data de lançamento com erro de tradução e recorte de imagem malfeito.

O que esperar depois do capítulo 1191

Com o duelo entre Luffy e Imu retomado, a tendência é que o capítulo 1191 traga desenvolvimento direto do confronto, possivelmente mostrando como Luffy reage à nova transformação do inimigo depois de ver Gaban ferido tentando protegê-lo. Dado o peso emocional acumulado nos últimos capítulos, a expectativa entre os fãs é de que essa sequência marque um dos pontos mais decisivos do arco Elbaf até aqui.

Por enquanto, resta esperar até domingo — e torcer pra que o próximo hiato, quando vier, não caia de novo bem no meio de uma cena decisiva.

Imagem do topo: O Vício

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