Bai Ri Cheng Wang: guia completo sobre o donghua que virou assunto em 2026
Bai Ri Cheng Wang. Se você caiu de paraquedas no Twitter, no Reddit ou em algum grupo de Telegram e viu todo mundo comentando sobre “Bai Ri Cheng Wang” (百日成王), calma que eu explico tudo. Primeiro, um detalhe que muita gente erra logo de cara: não é um anime japonês. É um donghua, ou seja, uma animação chinesa, e isso muda bastante a forma como a produção é feita, distribuída e até dublada.
O título internacional oficial é “Crowned in a Hundred Days”, e foi assim que a Crunchyroll decidiu batizá-lo para o público ocidental. A estreia aconteceu em julho de 2026, com quatro episódios liberados de uma vez pela Bilibili, o que já deu uma pista de que a produtora estava confiante no material. Quem está por trás da animação é a LAN Studio, casa que já tinha entregue trabalhos elogiados como “Link Click” e “To Be Hero X” — então não é exagero dizer que havia expectativa alta em cima desse lançamento.
- Tudo Sobre o Anime Suikoden: da OVA Esquecida de 1993 à Nova Série de 2026
- Trailer de Sakamoto Days Temporada 2: o que o novo vídeo revela sobre a volta do anime
Do que se trata a história
A sinopse parece simples no começo, quase uma comédia de bairro: Wang Xiaoming trabalha num restaurante que pertence ao pai de sua paixão de infância, Hong. Os dois prometeram um ao outro que se casariam assim que ela completasse 18 anos, e a contagem regressiva para esse aniversário já estava rolando havia tempo. Só que tudo desmorona quando o próprio rei do reino, Lie, aparece no restaurante.
No começo o clima é de honra e orgulho por receber a visita real. Só que, sem aviso nenhum, o soberano que era adorado pelo povo se transforma num monstro sanguinário, mata quase todos que estavam ali e sequestra Hong para fazê-la sua noiva à força. É esse choque de tom — de comédia romântica para carnificina — que fez muita gente comparar o piloto da série com o início de “Jujutsu Kaisen”, justamente pela forma como o clima muda de uma cena para outra sem aviso.
Wang acorda depois disso numa cabana isolada, onde uma cliente do restaurante — conhecida apenas como Madame Bruxa — revela a verdade por trás do massacre: o corpo do rei Lie foi roubado por um impostor, e a alma verdadeira dele foi expulsa, reduzida a algo frágil que vai se dissolver em cem dias se nada for feito. Para complicar, um agente do falso rei está atrás dessa alma para eliminá-la de vez. Sem muitas opções, Wang engole a alma de Lie e, com isso, ganha poderes que nunca imaginou ter.
A partir daí a trama vira uma corrida contra o tempo. Wang e Lie compartilham o mesmo corpo — o rei aparece como uma espécie de familiar invisível que só o protagonista consegue ouvir — e precisam expor o impostor, resgatar Hong e devolver o trono ao dono legítimo, tudo isso antes que os cem dias se esgotem. Ao longo do caminho, Wang usa uma memória fora do comum para dominar uma magia esquecida havia gerações, reunindo aliados e conquistando o apoio da população contra um regime que, aos poucos, revela o quanto estava podre por dentro.
Quem é quem no elenco
Além de Wang e Hong, dois nomes aparecem com bastante destaque nos materiais promocionais: Leiwan e Lan. Os pôsteres individuais liberados nos dias que antecederam a estreia deram protagonismo a esses personagens ao lado de Lie, sugerindo que eles vão ocupar papéis importantes conforme a trama avança — seja como aliados de Wang, seja como peças-chave da corte corrompida pelo falso rei.
O dublador de Lie na versão original é Zhang Fuzheng, e o restante do elenco chinês vem sendo revelado aos poucos conforme novos episódios são liberados. Vale lembrar que, por ser uma produção da Bilibili, o ritmo de divulgação de bastidores segue mais o padrão chinês do que o japonês, com PVs de personagem soltados individualmente nos dias que antecedem cada estreia.
Onde assistir e quantos episódios tem
A temporada foi anunciada com 25 episódios, um número generoso para os padrões de donghua atual, o que indica que a produtora está apostando numa narrativa mais longa e não num arco fechado e corrido. No Ocidente, o acesso legal principal é pela Crunchyroll, enquanto na China o lançamento simultâneo acontece direto no canal da Bilibili, inclusive no YouTube em alguns territórios.
Vale um alerta rápido aqui: existem vários sites de streaming não oficiais circulando o nome em inglês e também a grafia original em pinyin, prometendo episódios legendados antes da hora. Como o material ainda está sendo lançado, a recomendação de sempre vale: prefira as plataformas licenciadas, tanto para ter qualidade de imagem decente quanto para não travar em anúncios suspeitos.
Por que esse donghua está chamando atenção
Tem alguns fatores que explicam o burburinho em torno de “Bai Ri Cheng Wang”. O primeiro é justamente o estúdio responsável. A LAN Studio já tinha construído reputação com produções de ação bem coreografada e um cuidado visual acima da média para o mercado de donghua, então a expectativa em cima do próximo trabalho deles já vinha alta antes mesmo do primeiro episódio ir ao ar.
O segundo fator é a virada de tom logo no início. Histórias que começam como comédia romântica e derrapam para violência gráfica costumam gerar reação forte — para o bem ou para o mal —, e esse tipo de contraste tende a viralizar rápido em fóruns e redes sociais, justamente porque pega o espectador desprevenido.
O terceiro ponto é a estrutura da premissa em si: um prazo de cem dias é um recurso narrativo clássico para criar tensão constante, algo parecido com o que histórias de contagem regressiva costumam fazer bem quando executadas com cuidado. Combinando isso com a dinâmica de duas almas dividindo um único corpo — um recurso que também aparece em outras produções de fantasia oriental —, dá pra entender por que a trama consegue prender atenção desde o piloto.
Por fim, tem o fator nostalgia às avessas: a premissa do casal de infância que promete se casar ao completar a maioridade é um clichê conhecido do romance escolar, só que aqui ele é usado como isca antes de o roteiro puxar o tapete e jogar o espectador dentro de uma trama política sangrenta de usurpação de trono. Esse tipo de subversão costuma render bastante discussão sobre o que realmente vai acontecer com Hong e com o relacionamento dos dois personagens dali para frente.

Vale a pena acompanhar?
Se você gosta de tramas com reviravolta logo nos primeiros minutos, elenco de personagens com poderes ligados a memória e magia perdida, e não se incomoda com uma pegada mais sombria do que a sinopse inicial sugere, “Bai Ri Cheng Wang” tem tudo para entrar na sua lista. A produção ainda está em andamento, o que significa que boa parte dos mistérios sobre o impostor, sobre o destino de Hong e sobre os limites dos poderes de Wang ainda vão se revelar ao longo dos 25 episódios anunciados.
Por enquanto, a recepção inicial tem sido mista, com elogios à animação e à ambientação, mas também ressalvas de quem esperava um ritmo mais acelerado depois do choque do primeiro episódio. De qualquer forma, é um dos lançamentos de donghua mais comentados do meio de 2026, e acompanhar semana a semana enquanto a história ainda está se desenrolando é, sem dúvida, parte da graça.
Uma curiosidade sobre o nome
O título original em chinês, 百日成王, é composto por caracteres que remetem literalmente a “cem dias” e “tornar-se rei”, daí a escolha da Crunchyroll por “Crowned in a Hundred Days” na versão internacional. Já a romanização em pinyin, Bai Ri Cheng Wang, é a forma que mais aparece nas buscas do público ocidental, provavelmente porque foi assim que a obra circulou primeiro em posts e prévias antes de ganhar um título oficial em inglês. Vale ficar de olho nas duas grafias ao procurar por episódios, sinopses ou discussões sobre a série, porque nem todo site usa o nome traduzido — muitos catálogos e fóruns de donghua ainda listam a obra apenas pelo nome em pinyin, o que pode confundir quem está pesquisando pela primeira vez.
Outro ponto que vale mencionar é o próprio conceito de donghua para quem só conhece anime japonês. A indústria chinesa de animação vem crescendo bastante nos últimos anos, com estúdios investindo pesado em efeitos visuais, coreografias de luta mais elaboradas e roteiros que fogem do óbvio. “Bai Ri Cheng Wang” entra nesse movimento como mais um exemplo de produção que tenta equilibrar drama palaciano, ação e uma pitada de humor, sem se prender às fórmulas mais gastas do gênero isekai ou shounen tradicional. Para quem está descobrindo esse universo agora, pode ser um bom ponto de entrada — só prepare-se para o tom pesado que vem logo depois da primeira cena.
Imagem do topo: 30nama
Tudo Sobre o Anime Suikoden: da OVA Esquecida de 1993 à Nova Série de 2026
Tudo Sobre o Anime Suikoden. Se você procurou “anime Suikoden” e ficou confuso com resultados que não batem entre si, o motivo é simples: existem dois animes com esse nome, feitos com décadas de diferença, e eles não têm nenhuma relação um com o outro além do título. Um é uma curiosidade obscura dos anos 90 que nem chega a citar os jogos. O outro é a adaptação oficial que a Konami está lançando agora, depois de décadas de fãs pedindo isso.
Vou separar os dois com clareza, porque misturar as informações é o erro mais comum em quem escreve sobre o assunto.
- Trailer de Sakamoto Days Temporada 2: o que o novo vídeo revela sobre a volta do anime
- Marathon Ganha Modo PvE e os Fãs Estão Comemorando — Mas Deveriam Estar?
Primeiro: Suikoden nem nasceu como anime
Antes de falar de qualquer animação, vale entender de onde vem o nome. Suikoden é a leitura japonesa de Shui Hu Zhuan, romance chinês do século XVI conhecido no ocidente como “À Margem da Água” ou “Outlaws of the Marsh”. A história original conta a jornada de 108 fora da lei que se juntam contra a corrupção de um governo — e é justamente esse número, 108, que a Konami usou como base para criar a franquia de RPGs “Genso Suikoden” no fim dos anos 90, onde o protagonista recruta 108 aliados chamados de Estrelas do Destino ao longo do jogo.
Ou seja: o jogo pegou emprestado o conceito do romance chinês, não o contrário. E isso importa para entender por que existe uma OVA de 1993 chamada Suikoden que não tem relação nenhuma com o RPG.
A OVA de 1993: Suikoden Demon Century
Se você encontrou uma ficha de anime chamada “Suikoden: Demon Century” ou “Yōseiki Suikoden” com data de 1993, essa é uma produção completamente separada dos jogos da Konami. É um OVA de aproximadamente 45 minutos, dirigido por Hiroshi Negishi e baseado numa série de light novels de Hitoshi Yoshioka (o mesmo autor por trás de “O Irresponsável Capitão Tylor”). A trama se passa num Tóquio pós-terremoto, dominado por uma gangue chamada Koryukai, onde um protagonista chamado Takateru Suga busca a irmã sequestrada com a ajuda de um grupo de aliados bizarros — incluindo um lutador que se veste de mulher e uma ex-freira mercenária.
A conexão com o romance chinês aparece só no conceito: os personagens são reencarnações modernas dos 108 guerreiros da lenda, envolvidos numa briga que atravessa séculos. Fora isso, não existe nenhum vínculo com o universo dos jogos de RPG. Quem assiste esperando ver Riou, Jowy ou qualquer nome familiar da franquia de games sai frustrado — e boa parte das resenhas da época, inclusive as da Anime News Network, tratam a obra como um curiosidade datada, com ação exagerada e roteiro raso, mais interessante como relíquia dos anos 90 do que como história bem contada.
Agora, o motivo pelo qual você provavelmente chegou aqui: Suikoden, The Anime (2026)

Depois de décadas sem nenhuma adaptação oficial, a Konami confirmou em março de 2025 que estava desenvolvendo uma série animada baseada diretamente nos jogos — e não na light novel dos anos 90. O projeto se chama simplesmente “Suikoden: The Anime” e adapta os eventos de Suikoden II, considerado por muitos jogadores o ponto alto da franquia original de PlayStation.
A produção fica a cargo da KONAMI Animation, estúdio interno criado pela própria empresa, com direção de Yuzo Sato. A NBCUniversal Entertainment Japan participa como parceira de distribuição, e a trilha sonora fica com Koji Nakamura. O design de personagens ficou nas mãos de Ryo Yamauchi, com Arata Suzuki cuidando dos rascunhos de character design da animação.
A história segue Riou (também grafado como Riliu em algumas divulgações) e seu amigo de infância Jowy, dois jovens que fazem parte da Brigada da Juventude Unicórnio no Reino de Highland. O que começa como uma trégua entre Highland e as Cidades-Estado de Jowston rapidamente desmorona, empurrando os dois amigos para lados opostos de uma guerra que vai testar tudo o que eles acreditavam sobre lealdade e amizade — o núcleo dramático que fez Suikoden II ser lembrado até hoje como uma das narrativas mais maduras de sua geração de RPGs.
Elenco e datas de lançamento
O elenco confirmado inclui Toshiki Kumagai como Riou e Shimba Tsuchiya como Jowy, com Ayumi Hinohara na voz de Nanami. Ao longo dos trailers divulgados em 2026, novos nomes foram anunciados, incluindo Taku Yashiro como Luca Blight, Chika Anzai como Jillia Blight, Ayumu Murase como Luc, e mais recentemente Jin Yamanoi como o Rei Agares Blight, Miyuki Sawashiro como Anabelle (líder da Aliança de Jowston) e Kōdai Sakai como Jess, vice-prefeito da cidade de Muse.
A trilha de abertura, intitulada “Kanashimi Sae Otonobite”, ficou por conta da banda de rock amazarashi.
Sobre as datas: a Konami confirmou uma pré-estreia especial nos cinemas japoneses a partir de 21 de agosto de 2026, cobrindo os três primeiros episódios em formato de longa, disponível por duas semanas em salas selecionadas antes da estreia na TV. A transmissão regular do anime está marcada para começar em 3 de outubro de 2026, com o primeiro episódio em formato estendido de 60 minutos.
Vale a pena jogar antes de assistir?
Se você nunca encostou nos jogos, dá para acompanhar o anime sem ter jogado nada — a série foi desenhada como ponto de entrada para quem não conhece a franquia. Mas se você quer entender por que fãs antigos estão tão animados com esse lançamento, vale considerar o “Suikoden I&II HD Remaster: Gate Rune e Dunan Unification Wars”, relançamento que reúne os dois primeiros jogos com gráficos atualizados, disponível para PlayStation, Xbox, Switch e PC. Jogar antes ajuda a perceber onde o anime escolhe seguir fielmente a história original e onde ele reinterpreta cenas — algo que a própria equipe de produção mencionou em entrevistas, destacando que cada decisão de manter ou reformular uma cena do jogo passa por aprovação direta da equipe da Konami responsável pela franquia.
Vale lembrar também que 2026 não é só o ano do anime: a Konami está lançando em paralelo “Suikoden: Star Leap”, um novo jogo para celular e PC que reúne personagens de toda a série, além de uma peça de teatro baseada no primeiro Suikoden com apresentações programadas para Tóquio e Kyoto. É o tipo de movimento que só acontece quando uma empresa decide investir pesado no retorno de uma franquia adormecida — e depois de quase três décadas sem nenhuma adaptação séria em anime, esse é o ano em que isso finalmente aconteceu.
Resumo rápido para quem só quer a resposta direta
Se alguém te perguntar “existe anime de Suikoden“, a resposta correta e completa é: sim, duas vezes. A primeira, de 1993, é uma curiosidade que não tem nada a ver com os jogos além do nome emprestado do romance chinês. A segunda, que estreia oficialmente em outubro de 2026 com pré-estreia nos cinemas em agosto, é a adaptação real da franquia de RPGs, cobrindo a história de Suikoden II com produção da própria Konami e distribuição internacional pela NBCUniversal. Se você é fã antigo da série ou só ouviu falar agora por causa do hype recente, esse é o projeto que realmente vale acompanhar.
Tudo Sobre o Anime Suikoden – Imagem do topo: Crunchyroll
Trailer de Sakamoto Days Temporada 2: o que o novo vídeo revela sobre a volta do anime
Trailer de Sakamoto Days Temporada 2. Depois de meses de silêncio desde o anúncio oficial, a Netflix soltou um novo trailer da segunda temporada de Sakamoto Days, e dessa vez o vídeo não é só um teaser de anúncio: mostra cena de luta, elenco novo e uma mudança visível na qualidade de animação.
Para quem acompanhou a primeira leva de episódios e ficou com pé atrás depois das críticas sobre ritmo e acabamento, esse novo material parece uma resposta direta.
- Os mangás mais vendidos de junho de 2026: quem dominou as prateleiras no Japão e no Brasil
- Crunchyroll confirma grandes lançamentos para a temporada de verão de 2026
O que aparece no trailer
O foco do vídeo é ação, e isso não é acaso. A nova temporada assume o compromisso de levar para a tela os arcos mais densos, físicos e dramáticos da obra impressa. Depois de uma primeira parte da série mais apoiada no humor do dia a dia da lojinha de conveniência, o trailer deixa claro que o roteiro vai acelerar para dentro dos bastidores da associação de assassinos do Japão e da facção liderada por Slur.
As sequências de combate mostradas têm um ritmo visivelmente mais fluido do que o que se via na temporada anterior, com planos que tentam reproduzir a movimentação rápida das lutas com armas brancas e de fogo que marcam o mangá. É justamente esse ponto — a coreografia de ação — que mais recebia críticas na primeira leva de episódios, então a mudança chama atenção de quem já vinha reclamando do resultado final em tela.
De onde vem a trama dessa nova fase
O trailer situa a história logo depois do fim da primeira temporada. Taro Sakamoto e Shin partem para dentro da JCC, a instituição responsável por formar assassinos no Japão, numa missão de infiltração para conseguir informações sobre a figura conhecida só como “X”, o mesmo assassino apelidado de Slur. Ao mesmo tempo, um grupo de elite chamado ORDER — formado por Nagumo, Shishiba e Osaragi — segue para Kyoto a trabalho e acaba caindo numa emboscada que ninguém esperava.
Esses dois fios narrativos, a infiltração na JCC e a emboscada em Kyoto, devem se cruzar ao longo dos episódios, e é aí que a trama promete abrir o pano de fundo que muitos fãs do mangá já esperavam: o passado compartilhado entre Sakamoto, Nagumo, Rion e o próprio Slur. Quem seguiu a publicação original sabe que esse é um dos arcos mais aguardados, porque explica boa parte das motivações que ficaram em aberto na primeira temporada.
Elenco e equipe: o que muda por trás das câmeras
A produção não trocou tudo, mas fez ajustes pontuais que valem menção. A animação segue sob responsabilidade da TMS Entertainment, a mesma estúdio da primeira temporada, o que já indica continuidade visual básica. A mudança mais relevante fica na direção: Daisuke Nakajima assume o comando principal da temporada, enquanto Masaki Watanabe permanece como diretor supervisor, garantindo uma ponte entre quem já conhece o projeto e quem chega para tocá-lo de perto agora.
No elenco de vozes, três nomes novos entram para dar corpo a personagens que ganham mais destaque nessa fase da história: Kikunosuke Toya assume Amane, Misa Watanabe dá voz a Etsuko Satōda e Shinshū Fuji interpreta Yotsumura. São personagens que, até então, tinham participação mais discreta ou nem apareciam na primeira temporada, o que reforça que o universo da série está se expandindo mesmo dentro do recorte de poucos episódios por ano.
Quando estreia a temporada 2
A data oficial ainda não tem dia marcado, mas o mês está confirmado: janeiro de 2027, encaixando Sakamoto Days na temporada de inverno do anime japonês. A expectativa é que o formato de lançamento se repita, com episódios liberados semanalmente em simulcast direto na Netflix, do mesmo jeito que aconteceu com a primeira temporada, dividida em duas partes ao longo de 2025.
Isso significa que quem quiser acompanhar os episódios junto com o público japonês vai poder fazer isso sem esperar meses por uma dublagem ou legendagem posterior, já que a plataforma vinha liberando os capítulos quase ao mesmo tempo da exibição original.
Por que essa temporada carrega tanta expectativa
Sakamoto Days não é um anime qualquer dentro do catálogo da Netflix. A obra é baseada no mangá de Yuto Suzuki, publicado semanalmente na Weekly Shōnen Jump desde 2020 e que já ultrapassou a marca de 15 milhões de cópias em circulação ao redor do mundo. Números assim colocam a adaptação sob um tipo de pressão que poucas séries de anime enfrentam: qualquer escorregão na animação ou no ritmo é notado na hora pelos leitores do material original, que comparam cena a cena com o que já leram no papel.

Foi exatamente isso que aconteceu na primeira temporada. A série chegou como uma das mais aguardadas de 2025, muito por causa da popularidade prévia do mangá, mas o resultado em tela dividiu opiniões. Parte do público sentiu que a animação não acompanhava a qualidade das cenas de ação desenhadas por Suzuki, e a crítica também apontou problemas de ritmo em alguns trechos da adaptação. Esse histórico é importante para entender por que o estúdio parece ter caprichado tanto nesse novo trailer: há um esforço claro em mostrar que aprenderam com os erros.
O que esperar dos próximos meses
Até a estreia chegar, é provável que surjam mais materiais de divulgação — pôsteres, teasers menores e talvez até algum vídeo focado só em personagens específicos, como costuma acontecer com produções desse porte. Também não seria surpresa se a Netflix liberasse informações sobre o número exato de episódios dessa segunda temporada, algo que ainda não foi confirmado publicamente.
Outro ponto que costuma aparecer perto da estreia de séries desse tamanho é a divulgação de artes promocionais adicionais e, em alguns casos, pequenos vídeos de bastidores mostrando o processo de animação ou entrevistas rápidas com a equipe de produção. Esse tipo de material geralmente serve para reforçar justamente o argumento que o trailer atual já tenta passar: que o estúdio investiu tempo e cuidado extra nessa segunda leva de episódios depois da recepção dividida da primeira temporada. Vale ficar de olho nos canais oficiais da Netflix e nos perfis ligados à produção do anime, já que esse tipo de conteúdo costuma vazar ou ser liberado sem muito aviso prévio, geralmente aproveitando eventos de anime ou datas comemorativas ligadas ao mangá.
Para quem ainda não assistiu à primeira temporada, vale o aviso: os dois blocos de episódios já estão disponíveis na plataforma, e assistir a eles antes da estreia da sequência ajuda bastante a entender as referências que aparecem logo no início desse novo trailer, principalmente as ligadas ao treinamento de Sakamoto na juventude.
Perguntas frequentes
A segunda temporada já tem data exata de estreia? Não. Por enquanto só o mês foi confirmado, janeiro de 2027, sem um dia específico divulgado pela Netflix.
Quantos episódios vai ter a temporada 2? Ainda não foi divulgado. A primeira temporada foi dividida em duas partes, então não é improvável que esse formato se repita.
A dublagem em português vai continuar? Como a primeira temporada teve dublagem disponível na Netflix, a expectativa é que o mesmo aconteça com a sequência, mas isso ainda não foi confirmado oficialmente pela plataforma.
Preciso ter lido o mangá para entender essa nova fase? Não é obrigatório, mas ajuda bastante. O arco que aparece no trailer mexe com o passado de personagens que só foram apresentados de forma superficial na primeira temporada, então quem já leu o material original vai sacar referências que passariam despercebidas para quem só assiste ao anime.
Onde posso assistir à primeira temporada antes da estreia da segunda? As duas partes da primeira temporada de Sakamoto Days estão disponíveis no catálogo da Netflix.
Imagem do topo: Hypebeast
Marathon Ganha Modo PvE e os Fãs Estão Comemorando — Mas Deveriam Estar?
Marathon Ganha Modo PvE. O Vault Breaker chegou. Em 21 de julho, Marathon vai receber seu primeiro modo completamente focado em PvE, onde você explora o Cryo Archive sem precisar se preocupar com outros jogadores caçando a sua nuca. Solo, duo ou trio. Você avança por uma série de cofres progressivamente mais difíceis, acumula uma nova moeda chamada Vault Data e pode usar esse recurso para melhorar kits ou trocar por equipamentos nos outros modos do jogo.
No papel, parece uma vitória. As redes sociais estão em festa. Streamers gravando vídeos com títulos tipo “FINALMENTE!!” e miniaturas com a cara de espanto padrão. Os fóruns respiraram aliviados.
Mas antes de abrir o champanhe, vale parar três segundos e pensar: por que a Bungie está fazendo isso agora?
- GTA 6 já impulsiona vendas de consoles, e o PS5 Pro lidera a corrida antes mesmo do lançamento
- Os mangás mais vendidos de junho de 2026: quem dominou as prateleiras no Japão e no Brasil
O Que é o Vault Breaker, Afinal
Antes de qualquer coisa, precisa ser dito que o modo não é exatamente o que muita gente imaginou quando “PvE no Marathon” foi mencionado pela primeira vez. Você não leva o loot embora. Qualquer arma ou item encontrado dentro do Vault Breaker fica para trás quando você extrai. A única exceção é o Vault Data, essa moeda exclusiva do modo.
A Bungie foi direta sobre o motivo dessa restrição: não dá pra deixar um modo de baixo risco encher a economia principal do jogo com loot poderoso do Cryo Archive. Faz sentido do ponto de vista de design. Um modo sem pressão de morrer não pode dar as mesmas recompensas que o extraction shooter cheio de adrenalina.
Então o que você ganha de fato? Experiência com o mapa. Progressão dentro do próprio Vault Breaker. E talvez a sensação de que o jogo finalmente te respeita como jogador casual.
Além disso, o modo exige um kit especial patrocinado para entrar. Mais uma camada de barreira, mesmo que leve.
Para quem foi embora frustrado com o loop de extração e os sete a oito minutos de fila que os solos enfrentavam, isso pode ser motivo de retorno. A Bungie quer exatamente isso: trazer de volta quem pulou fora.
Aí Vem a Pegadinha
Marathon lançou em 5 de março de 2026. Nas primeiras horas, parecia que a coisa podia funcionar: mais de 88 mil jogadores simultâneos no Steam durante a semana de lançamento. Review positivo, nota 82 no Metacritic, mais de 90% de avaliações positivas na plataforma.
Sete semanas depois, esse número tinha caído 83%. Em maio, o jogo rodava entre 10 mil e 15 mil jogadores simultâneos no Steam e tinha saído do top 100 dos mais jogados. Nem no PS5, nem no Xbox, nem no PC o Marathon apareceu no top 10 das semanas seguintes ao lançamento.
A Sony registrou aproximadamente 765 milhões de dólares em perdas contábeis relacionadas à aquisição da Bungie ao longo do ano fiscal de 2025. Para contextualizar: a empresa pagou 3,6 bilhões de dólares pelo estúdio em 2022. O próprio desenvolvimento do Marathon teria custado mais de 250 milhões de dólares segundo relatórios da época.
E o Destiny 2, que deveria ser o outro pilar financeiro enquanto o Marathon encontrava seu público, saiu de cartaz. O jogo que a Bungie prometeu manter vivo foi descontinuado — e em sua despedida, chegou a reunir mais de 167 mil jogadores simultâneos no Steam. Ou seja: o legado morreu maior do que o sucessor nasceu.
A Semana de Jogo Livre que a Bungie realizou de 2 a 11 de junho deu um pico momentâneo nos números. Mas logo depois o contador voltou para onde estava antes. A retenção simplesmente não veio.
Modo PvE Como Notícia Boa ou Bandeira Branca?
Aqui mora o debate que ninguém está tendo direito.
O modo PvE é, objetivamente, uma adição bem-vinda para quem curte o gunplay do Marathon mas não consegue se adaptar à pressão constante do formato de extração. Isso é inegável. A Bungie fez algo inteligente ao isolar a economia, permitindo que o modo não quebre o jogo principal.
Mas o timing conta a história que os press releases não vão contar.
Quando um jogo lança com identidade fortemente competitiva e, em menos de quatro meses, anuncia um modo experimental completamente diferente do DNA original, isso não é evolução natural do design. É resposta de emergência ao dado de retenção.
Joe Ziegler, diretor do Marathon e ex-diretor do Valorant, admitiu no documento “Lançamento, Aprendizados e Próximos Passos” que o jogo pode ser opressor para novos jogadores. Que a base central foi criada, mas que precisam crescer. Que vão “ampliar os tipos de experiências.”
Tradução direta: o público-alvo original não foi grande o suficiente para sustentar o projeto.
A Bungie construiu sua reputação em cima de PvE cooperativo. Destiny tem esse DNA no sangue. Entregar um extraction shooter com foco quase exclusivo em PvP como primeiro produto após a aquisição bilionária foi uma aposta que não funcionou como esperado.
E agora, com a pressão da Sony — que já alertou nos próprios relatórios financeiros que perdas adicionais podem vir se as metas não forem cumpridas — a Bungie está correndo para abrir o funil e capturar qualquer jogador que estava na beira olhando sem entrar.

O Vault Breaker Vai Salvar o Marathon?
Provavelmente não sozinho.
O que ele pode fazer é trazer de volta um segmento específico de jogadores que gostaram do que viram nos trailers mas foram embora frustrados na primeira semana. Quem quer explorar, sentir o gunplay, conhecer o Cryo Archive sem levar um tiro na nuca de alguém com 400 horas no jogo.
Esse público existe. É real. E se o modo for divertido o suficiente, pode criar um caminho de entrada natural para o jogo principal.
Mas os problemas estruturais do Marathon vão além do que um modo PvE resolve. O loop de extração ainda vai intimidar novatos. A economia ainda vai parecer punitiva para quem morre rápido. O onboarding — que a própria Bungie admitiu precisar de revisão — só vai receber atenção real na terceira temporada, marcada para 22 de setembro.
E a Temporada 5? A Bungie descreveu ela como o momento em que tudo vai “convergir” em um ecossistema completo de PvPvE. Mas para chegar lá o jogo precisa sobreviver até a Temporada 5. Considerando o ritmo atual, isso não é garantido.
O Que Isso Diz Sobre o Mercado
O Marathon não está sozinho nessa posição. O cenário de live-service no pós-pandemia está repleto de jogos que apostaram em um único pilar competitivo e se viram forçados a expandir quando os números não vieram.
A diferença é que poucos desses projetos carregavam o peso de uma aquisição de 3,6 bilhões de dólares nas costas.
O Vault Breaker é uma adição bem construída, funcionalmente coerente e com design que respeita a economia do jogo. Mas ele existe porque o plano A não funcionou como a Sony precisava que funcionasse.
Comemorar é legítimo. O modo parece bom. Para jogadores que pularam fora, vale voltar em julho e testar.
Só não confunda essa celebração com a história que os números estão contando em paralelo.
O Marathon ganhou um modo PvE. A pergunta que importa é: conseguiu ele ganhar tempo?
Marathon Ganha Modo PvE – Imagem do topo: Geekinout
Os mangás mais vendidos de junho de 2026: quem dominou as prateleiras no Japão e no Brasil
Junho fechou com uma briga de gigantes no topo das vendas de mangá e um volume isolado que ninguém mais conseguiu alcançar no ano. Entre lançamentos que lotaram bancas japonesas e a movimentação das editoras brasileiras durante a Bienal do Livro Rio, o mês deixou claro qual é o pulso do mercado em 2026: séries com anime no ar vendem mais, e a briga pela liderança está mais equilibrada do que em qualquer outro ano recente.
Veja Os mangás mais vendidos de junho de 2026. Reunimos os números e os lançamentos que de fato moveram as prateleiras.
- Por Que Rimuru Não Fica Sempre na Forma Humana? A Verdade Que Tensei Shitara Slime Explica
- Por Que Rudeus Não Ficou Com Nanahoshi em Mushoku Tensei? A Verdade Que Muitos Fãs Não Perceberam
A disputa que define o ano: Frieren contra One Piece

Se existe uma palavra para resumir 2026 no mercado de mangás, é equilíbrio. Frieren: Beyond Journey’s End assumiu a ponta do ranking anual japonês com cerca de 1,61 milhão de cópias vendidas, superando o gigante histórico One Piece, que chegou a 1,59 milhão. A diferença é mínima, mas o detalhe que chama atenção é outro: Frieren está em hiato editorial desde outubro de 2025 e, mesmo sem capítulos novos, segue vendendo na frente por causa do impulso gerado pela segunda temporada do anime.
Completam o topo da lista anual Blue Lock, com 1,26 milhão de cópias, beneficiado pela proximidade da terceira temporada animada, e Chainsaw Man, que soma 1,1 milhão e ainda colhe os frutos da conclusão da obra, que motivou muitos leitores a comprar a coleção completa de uma vez.
Esse cenário confirma um padrão que já vinha se desenhando: o anime decide quem vende mais, independente de a série estar ativa ou parada. Frieren prova isso melhor do que qualquer outro título do momento.
O volume que ninguém superou no semestre
Olhando para volumes individuais, e não para séries inteiras, quem manda é outro nome: o Volume 114 de One Piece, batizado de “O Incidente de God Valley” e lançado no Japão em março, foi o único título a romper a barreira de 1 milhão de cópias vendidas isoladamente no primeiro semestre de 2026, segundo a Oricon. Nenhum outro lançamento do período, nem mesmo os capítulos finais de franquias populares, chegou perto desse número.
O dado expõe uma característica que só One Piece sustenta há quase três décadas: mesmo competindo com séries mais jovens e impulsionadas por adaptações recentes, a obra de Eiichiro Oda segue sendo a única capaz de gerar um pico de vendas tão isolado em um único volume. A franquia já soma mais de 600 milhões de cópias em circulação no mundo e segue sendo serializada na Weekly Shonen Jump desde 1997.
O que saiu de novo nas bancas japonesas em junho

Olhando semana a semana, o ranking de vendas no Japão mostrou um junho recheado de lançamentos fortes. Na primeira quinzena, novos volumes de Sakamoto Days, Mairimashita! Iruma-kun, Boku no Kokoro no Yabai Yatsu, Phantom Buster, The Fable e Akanebanashi entraram com força entre os mais comprados, puxando junto títulos como Kuma Kuma Kuma Bear e Ron Kamonohashi, que continuam vendendo bem mesmo sem ser novidade.
Na segunda quinzena, o destaque ficou para Tensei Shitara Slime Datta Ken, que voltou ao topo das vendas com um volume novo, acompanhado por Mairimashita! Iruma-kun — que colocou simultaneamente dois lançamentos no ranking, o volume regular e o spin-off If Episode of Ma-fia —, além de Kaoru Hana wa Rin to Saku e WIND BREAKER. Esse último se beneficia diretamente do anime exibido em 2025, prova de que a janela de popularidade de uma adaptação continua empurrando vendas de mangá bem depois da estreia na TV. Títulos menores como Marronnier Oukoku no Shichinin no Kishi e Tensei Kizoku Kantei Skill de Nariagaru também entraram na lista, ambos com anúncio recente de adaptação animada — um indício de que esses volumes já vendem mirando o público que vai chegar com o anime, e não apenas o leitor que acompanha desde o início.
O padrão se repete mês após mês no mercado japonês: títulos com anime em exibição ou recém-finalizado dominam as primeiras posições, enquanto séries de nicho como Flying Witch ou Gokushufudou aparecem de forma mais discreta, sustentadas por um público fiel mas menor. Vale notar que esse ranking semanal, compilado a partir de dados públicos de vendas físicas no Japão, não inclui números exatos de exemplares — apenas a ordem de colocação —, o que reforça a importância de olhar também para os números anuais e semestrais quando o objetivo é entender a dimensão real de cada sucesso.
E no Brasil, quem manda no mercado?
No mercado brasileiro, junho teve um pano de fundo importante: a Bienal do Livro Rio, realizada entre os dias 13 e 22 no Riocentro, voltou a reunir editoras de quadrinhos e milhares de leitores em um dos maiores eventos literários do país. É nesse tipo de vitrine que séries consagradas costumam aparecer entre os mais vendidos, com destaque histórico para nomes como One Piece, publicado pela Panini, e Haikyu!!, carro-chefe da JBC, que já vendeu mais de 130 mil cópias só do primeiro volume por aqui — um número alto até para os padrões da editora, considerando que se trata de uma edição 2 em 1, mais cara que um tankobon tradicional.
A briga entre as duas maiores editoras de mangá do país segue a mesma lógica do Japão: quem tem anime recente ou em exibição sai na frente. A Panini mantém domínio amplo do mercado de quadrinhos brasileiro graças à força de One Piece e Jujutsu Kaisen, enquanto a JBC aposta em títulos como Haikyu!!, Hunter x Hunter e Nana para sustentar sua fatia, mesmo com obras que estão em hiato há mais de quinze anos no Japão. Editoras menores, como a NewPOP, também vêm ganhando espaço em rankings mensais com séries de romance que conquistaram um público fiel longe dos grandes nomes shounen.
Levantamentos do setor já apontaram crescimento de mais de 70% nas vendas de mangá no Brasil ao longo dos últimos anos, um reflexo direto da expansão do streaming de anime e da chegada de novas gerações de leitores às livrarias. Esse crescimento também mudou o perfil das editoras que atuam no país: hoje a Panini sozinha responde por mais de 70% do top 100 de quadrinhos mais vendidos, mas o espaço que sobra tem sido cada vez mais disputado por casas menores, que apostam em nichos que os grandes catálogos ainda não exploram, como BL, GL e josei.
Por que esses números importam
Acompanhar quem vende mais em um determinado mês não é só curiosidade de fã. Para editoras, esses rankings indicam onde investir em reimpressão e quais títulos merecem campanhas de lançamento mais agressivas. Para quem só quer ler algo bom, a lista funciona como um termômetro: se um mangá está entre os mais vendidos há semanas, é porque ele está entregando algo que conversa com o público do momento, seja ação, drama ou aquele tipo de fantasia cotidiana que dominou boa parte do catálogo japonês em junho.
O recado de 2026 até aqui é claro: a televisão ainda dita o ritmo das bancas. Frieren mostrou que um hiato editorial não tira a obra do topo se o anime estiver no auge. One Piece provou, com o Volume 114, que tradição e qualidade ainda vendem mais que qualquer hype passageiro. E o calendário de junho, recheado de novos capítulos de séries isekai, esportivas e de suspense, deixou claro que o leitor de mangá em 2026 não tem um gênero favorito fixo — ele segue, antes de tudo, a tela.
Para quem quer entrar nessa onda, os melhores pontos de partida ainda são os mesmos: comece pelo que tem anime em cartaz, porque é exatamente aí que o mercado está apostando suas fichas agora.
Imagem do topo: Anime New
Diablo Pode Superar Guy Crimson? Tensura Dá uma Resposta Surpreendente
A rivalidade que fascina os fãs de Tensura
Quando o assunto é poder em That Time I Got Reincarnated as a Slime, poucos debates são tão populares quanto a comparação entre Diablo e Guy Crimson.
Os dois pertencem ao grupo dos demônios mais extraordinários da história e possuem habilidades capazes de desafiar até mesmo seres considerados divindades.
Mas existe uma pergunta que continua dividindo os fãs:
Diablo pode superar Guy Crimson?
A resposta não é tão simples quanto parece.
Embora Guy seja considerado atualmente um dos seres mais poderosos do universo de Tensura, a própria light novel sugere que Diablo possui um potencial praticamente ilimitado.
- Rimuru Tempest: O Primeiro Dragão Verdadeiro Viscoso da História de Tensura
- Como Rimuru Tempest se Tornou um Dragão Verdadeiro em Tensura: A Evolução Mais Insana da Light Novel
Guy Crimson continua sendo o mais forte
Até os acontecimentos atuais da história no anime, Guy Crimson permanece entre os personagens mais poderosos já apresentados.
Sua força é tão absurda que até mesmo outros Reis Demônios evitam confrontá-lo diretamente.
Em determinado momento, Guy afirma que Leon Cromwell teria apenas uma chance em um milhão de derrotá-lo.
O mais impressionante é que a narrativa não trata essa declaração como arrogância.
Pelo contrário.
Tudo indica que Guy estava sendo completamente sincero.
Ao longo da obra, ele demonstra um domínio absurdo de combate, experiência acumulada durante milhares de anos e uma capacidade de adaptação praticamente sem limites.
O que torna Guy tão perigoso?
Diferente de muitos personagens que dependem apenas de poder bruto, Guy combina força, inteligência e experiência.
Ele participou de alguns dos eventos mais importantes da história do mundo e enfrentou adversários que a maioria dos personagens sequer conseguiria compreender.
Além disso, sua habilidade definitiva permite analisar situações e escolher instantaneamente as melhores respostas para qualquer combate.
Essa característica faz com que derrotá-lo seja extremamente difícil, mesmo para oponentes que possuam poder semelhante.
Diablo é um caso completamente diferente

Se Guy representa o auge da evolução, Diablo representa potencial.
Antes mesmo de servir Rimuru, Diablo já era considerado uma anomalia entre os Primordiais.
Enquanto outros demônios buscavam constantemente aumentar sua força, ele simplesmente perdeu o interesse em evoluir.
Durante séculos, Diablo ignorou oportunidades de crescimento porque não encontrava nada que despertasse sua curiosidade.
Foi apenas após conhecer Rimuru que voltou a demonstrar ambição.
O potencial de Diablo pode ser maior
É justamente aqui que o debate fica interessante.
Diversas passagens da light novel sugerem que Diablo possui um potencial de crescimento superior ao da maioria dos personagens.
Mesmo entre os Primordiais, ele sempre foi tratado como alguém especial.
Sua capacidade de aprender técnicas, compreender habilidades e adaptar-se a situações novas é simplesmente absurda.
Por isso, muitos fãs acreditam que Diablo poderia eventualmente ultrapassar Guy.
Não porque seja mais forte atualmente.
Mas porque ainda não alcançou seu limite.
O equilíbrio entre os dois
Nos volumes mais recentes da light novel, a diferença entre Guy e Diablo parece menor do que muitos imaginavam.
Ambos demonstram habilidades capazes de manipular conceitos extremamente avançados e operar em níveis que ultrapassam a compreensão da maioria dos personagens.
Por esse motivo, existe uma percepção crescente entre os leitores de que os dois ocupam um patamar semelhante dentro da hierarquia de poder da obra.
Mesmo assim, a experiência acumulada de Guy continua sendo uma vantagem gigantesca.
O detalhe que torna Diablo único
Existe ainda outro fator importante.
Diablo é conhecido por realizar feitos considerados impossíveis para sua espécie.
Entre eles está sua capacidade de utilizar poderes normalmente incompatíveis com a natureza demoníaca.
Isso demonstra algo que o diferencia até mesmo de outros Primordiais: sua capacidade de quebrar regras estabelecidas pelo próprio mundo.
É justamente essa característica que alimenta as teorias de que ele pode se tornar um dos seres mais poderosos da história.
Então quem venceria?
Se uma luta acontecesse atualmente, tudo indica que Guy Crimson ainda seria o favorito.
Sua experiência, domínio de combate e histórico de batalhas colocam seu nome entre os maiores monstros do universo de Tensura.
Porém, quando falamos de potencial futuro, poucos personagens possuem possibilidades tão grandes quanto Diablo.
É justamente essa diferença que torna a rivalidade tão interessante.
Guy representa o ápice alcançado.
Diablo representa o poder que ainda pode ser alcançado.
Atualmente, Guy Crimson continua sendo um dos personagens mais fortes de todo o universo de Tensura e provavelmente venceria um confronto direto contra Diablo.
Entretanto, a própria história deixa pistas de que o potencial de crescimento de Diablo pode ser ainda maior.
Por isso, enquanto Guy ocupa o topo no presente, muitos fãs acreditam que Diablo é o personagem com mais chances de desafiar essa posição no futuro.
E considerando tudo o que ele já demonstrou ao lado de Rimuru, essa possibilidade está longe de ser impossível.
Crunchyroll confirma grandes lançamentos para a temporada de verão de 2026
A Crunchyroll revelou oficialmente a programação de animes que chegarão ao catálogo durante a temporada de verão de 2026. A nova leva de estreias promete agradar fãs de diferentes gêneros, reunindo desde aguardadas continuações até produções inéditas que já vêm chamando atenção do público.
Entre os títulos mais comentados estão Black Torch, Tomb Raider King, Jaadugar: A Witch in Mongolia, Goodbye, Lara e Smoking Behind the Supermarket with You, além de novas temporadas de franquias que conquistaram milhares de fãs nos últimos anos.
- Rimuru Tempest: O Primeiro Dragão Verdadeiro Viscoso da História de Tensura
- Como Rimuru Tempest se Tornou um Dragão Verdadeiro em Tensura: A Evolução Mais Insana da Light Novel
Primeiras estreias chegam no fim de junho
A programação começa ainda em junho com algumas adaptações bastante aguardadas. Confira os títulos já confirmados para os últimos dias do mês:
24 de junho
- Heroine? Saint? No, I’m an All-Works Maid (And Proud of It)!
25 de junho
- From Overshadowed to Overpowered: Second Reincarnation of a Talentless Sage
30 de junho
- The Oblivious Saint Can’t Contain Her Power
Julho será o mês mais movimentado da temporada
O grande volume de estreias acontece logo nos primeiros dias de julho, trazendo uma mistura de ação, fantasia, romance, comédia e aventura.
1º de julho
- Hana-Kimi Season 2
- The Villager of Level 999
2 de julho
- Dara-san of Reiwa
- Kaiju Girl Caramelise
- Bungo Stray Dogs Wan! 2
- The Exiled Heavy Knight Knows How to Game the System
3 de julho
- Sorry About My Little Brothers
- I Became a Legend After My 10 Year-Long Last Stand
4 de julho
- Black Torch
- Jaadugar: A Witch in Mongolia
- Skeleton Knight in Another World Season 2
- The Cat and the Dragon
- Magical Girl Lyrical Nanoha EXCEEDS Gun Blaze Vengeance
- The Ogre’s Bride
- Grow Up Show: Sunflower Circus
- The Duke’s Son Claims He Won’t Love Me Yet Showers Me with Adoration
- Rich Girl Caretaker
Segunda semana traz continuações aguardadas
A partir do dia 5 de julho, algumas das séries mais esperadas pelos fãs finalmente retornam com novos episódios.
5 de julho
- Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation III
- You and I Are Polar Opposites Season 2
- Goodbye, Lara
- Azur Lane: Slow Ahead! Season 2
- The World’s Strongest Rearguard
6 de julho
- Love Unseen Beneath the Clear Night Sky
- The Insipid Prince’s Furtive Grab for The Throne
7 de julho
- Yoroi-Shinden Samurai Troopers Part 2
- Victoria of Many Faces
- I Want to Love You Till Your Dying Day
- Young Ladies Don’t Play Fighting Games
8 de julho
- Clevatess Season 2
- Tomb Raider King
- Saga of Tanya the Evil II
- Trapped in a Dating Sim: The World of Otome Games is Tough for Mobs Season 2
9 de julho
- Smoking Behind the Supermarket with You
- MEBIUS DUST
11 de julho
- Hanaori-san Still Wants to Fight in the Next Life
12 de julho
- Though I Am an Inept Villainess
Animes confirmados para estrear em breve
Além das datas já divulgadas, a Crunchyroll também confirmou que alguns títulos chegarão ao catálogo em breve, mas ainda sem um dia específico definido.
- The Elusive Samurai Season 2
- Oh Boy, Was I Wrong About Her
Franquias famosas continuam dominando a temporada
Os fãs de sequências terão muitos motivos para acompanhar a nova programação. Entre os retornos mais aguardados estão Mushoku Tensei III, Saga of Tanya the Evil II, Clevatess Season 2 e The Elusive Samurai Season 2.
Ao mesmo tempo, diversos animes iniciados anteriormente continuam recebendo novos episódios ao longo do verão. É o caso de Re:ZERO – Starting Life in Another World – Season 4 Part 2, One Piece: Elbaph Arc Part 2, That Time I Got Reincarnated as a Slime Season 4 e DIGIMON BEATBREAK.
Uma das temporadas mais fortes dos últimos anos
Com mais de quarenta produções confirmadas, a temporada de verão de 2026 tem potencial para se tornar uma das maiores já lançadas pela Crunchyroll. Entre continuações de peso e novas adaptações promissoras, os próximos meses prometem manter os fãs de anime ocupados com uma enorme variedade de lançamentos.
Agora resta acompanhar quais dessas estreias conseguirão se destacar e conquistar espaço entre os animes mais populares do ano.
The Academy’s Genius Tamer foi cancelado? Entenda o que aconteceu com o manhwa
Os fãs de manhwas de fantasia e academias mágicas receberam uma notícia inesperada recentemente. Após quase dois anos de publicação, The Academy’s Genius Tamer chegou ao fim com apenas 83 capítulos, encerrando sua jornada muito antes do esperado.
O cancelamento pegou muitos leitores de surpresa, principalmente porque a obra possuía uma base sólida de fãs na Coreia do Sul e não parecia estar enfrentando grandes problemas de popularidade.
Mas afinal, por que o manhwa foi encerrado tão cedo?
Um fim precoce para uma obra promissora
Lançado em agosto de 2024, The Academy’s Genius Tamer rapidamente chamou atenção dos leitores que gostam de histórias de reencarnação, academias de magia e protagonistas inteligentes.
A série foi finalizada em junho de 2026, totalizando 83 capítulos. O número pode parecer razoável à primeira vista, mas existe um detalhe importante: a novel original possui 256 capítulos, além de capítulos extras focados em histórias paralelas.
Isso significa que uma enorme quantidade de conteúdo acabou ficando de fora da adaptação.
Embora os autores tenham conseguido entregar um encerramento para a trama principal, muitos acontecimentos foram acelerados e diversas etapas do desenvolvimento dos personagens acabaram sendo cortadas.
Leia também: Os Tipos de Apocalipse que os Manhwas Adoram
O sucesso da obra não parecia justificar um cancelamento
Um dos aspectos mais curiosos desse encerramento é que The Academy’s Genius Tamer não era exatamente uma obra fracassada.
Na Coreia, o título acumulava mais de 600 mil seguidores acompanhando os lançamentos. Embora não seja um fenômeno gigantesco comparável aos maiores sucessos do mercado, ainda é um número bastante expressivo para um webtoon.
Por isso, muitos leitores começaram a especular sobre os possíveis motivos que levaram ao encerramento antecipado da série.
As comparações com Extra Academy Survival Guide

Uma das teorias mais comentadas pela comunidade envolve as fortes semelhanças entre The Academy’s Genius Tamer e outro popular manhwa do gênero: Extra Academy Survival Guide.
As duas obras compartilham vários elementos:
- Protagonista reencarnado dentro de uma história.
- Ambiente de academia de magia e espadas.
- Conhecimento prévio dos acontecimentos futuros.
- Necessidade de sobreviver a um destino originalmente trágico.
- Uso de estratégias para alterar os eventos da trama.
Naturalmente, existem diferenças entre os títulos, mas muitos leitores apontam que a estrutura geral das histórias é extremamente parecida.
Até o momento não existe nenhuma confirmação oficial de que isso tenha influenciado o encerramento da obra, mas a semelhança continua sendo um dos assuntos mais debatidos pelos fãs.
Leia também: Os 10 Melhores Manhwas de Vampiros
Sobre o que é The Academy’s Genius Tamer?
A história acompanha um estudante de veterinária que morre e reencarna dentro de um romance de fantasia.
O problema é que ele desperta justamente no corpo de um personagem secundário destinado a morrer logo no início da narrativa.
Sabendo exatamente como os eventos futuros irão acontecer, o protagonista decide usar esse conhecimento para escapar de seu destino e sobreviver no novo mundo.
Enquanto tenta construir uma nova vida, ele também busca impedir as grandes tragédias que ameaçam destruir aquele universo.
O poder de domador foi pouco aproveitado?
Um dos aspectos mais interessantes da premissa é o fato de o protagonista possuir habilidades relacionadas ao seu passado como veterinário.
Graças a essa experiência, ele desenvolve a capacidade de domesticar criaturas e monstros, tornando-se um verdadeiro “Genius Tamer”.
No entanto, muitos leitores consideram que essa característica acabou sendo pouco explorada ao longo da história.
Apesar do título destacar a função de domador, o foco principal da narrativa acaba sendo a inteligência do protagonista, seu conhecimento prévio da trama e sua capacidade de criar estratégias para superar desafios.
As criaturas domesticadas têm participação importante em alguns momentos, mas não chegam a se tornar o verdadeiro diferencial da obra.
Vale a pena ler mesmo após o cancelamento?
Apesar do encerramento antecipado, a resposta é sim.
The Academy’s Genius Tamer apresenta uma leitura agradável para quem gosta de histórias de academia, reencarnação e fantasia.
O início é bastante envolvente e os personagens conseguem manter o interesse do leitor durante boa parte da narrativa.
É verdade que o final parece acelerado e que muitos acontecimentos importantes ficaram de fora da adaptação. Ainda assim, a obra possui uma conclusão definida, algo que nem sempre acontece em manhwas cancelados.
Por esse motivo, quem procura uma leitura rápida e divertida provavelmente encontrará bons momentos na série, mesmo sabendo que a história não conseguiu adaptar todo o material da novel original.
Conclusão
O encerramento de The Academy’s Genius Tamer continua levantando dúvidas entre os fãs. Com uma base significativa de leitores e uma novel extensa para adaptar, poucos esperavam que a obra terminasse com apenas 83 capítulos.
Embora não exista uma explicação oficial para o cancelamento, as teorias envolvendo semelhanças com outras obras e possíveis decisões editoriais continuam alimentando as discussões da comunidade.
Mesmo assim, o manhwa deixa uma experiência interessante para os fãs do gênero e pode valer a pena para quem procura uma fantasia leve com elementos de academia e reencarnação.
Maplestar atualiza cronograma e confirma projetos inspirados em Frieren e Kaiju No. 8
O animador independente Maplestar voltou a compartilhar novidades sobre suas próximas produções e revelou detalhes importantes sobre os projetos que estão sendo desenvolvidos atualmente. Após o lançamento de sua recente animação baseada em Solo Leveling, o criador aproveitou para apresentar uma prévia do que os fãs podem esperar nos próximos meses.
Frieren e Kaiju No. 8 recebem novas atualizações

Durante a publicação, Maplestar explicou que parte das imagens divulgadas recentemente pertence ao projeto inspirado em Frieren. Já outras prévias mostradas fazem referência à adaptação baseada em Kaiju No. 8, uma das obras mais populares da atualidade.
Além disso, o animador confirmou que também está trabalhando em conteúdos relacionados a Sakamoto Days, enquanto um projeto original envolvendo a personagem Maple-chan continua avançando nos bastidores.
Leia também: Maplestar confirma novos projetos e surpreende com animação +18 de Himmel e Frieren
Ordem dos próximos lançamentos foi revelada


Segundo o cronograma apresentado pelo criador, o foco principal da produção permanece em Sakamoto Days. No entanto, ele indicou que um projeto envolvendo Reze poderá ser lançado antes mesmo da animação de Kaiju No. 8.
Após essas produções, a sequência planejada inclui os projetos de Frieren, Maple-chan e até mesmo uma animação inspirada no universo de One Piece, que já desperta curiosidade entre os seguidores.
Comunidade terá mais influência nas futuras produções
Maplestar também destacou que pretende aproximar ainda mais os fãs do processo de escolha dos próximos trabalhos. Para isso, novas votações serão abertas ao público apoiador, permitindo que a comunidade participe da definição de personagens e séries que poderão receber adaptações futuramente.
A iniciativa faz parte da estratégia do animador para diversificar seu catálogo e atender aos pedidos mais populares feitos pelos seguidores.
Mais novidades devem chegar em breve
Encerrando a atualização, Maplestar agradeceu o apoio recebido nos últimos meses e afirmou que continuará compartilhando informações sobre seus projetos conforme o desenvolvimento avançar.
Com produções baseadas em franquias de sucesso como Frieren, Kaiju No. 8, Sakamoto Days e One Piece, a expectativa dos fãs segue alta para os próximos lançamentos do animador.
Fonte: Blog Maplestar
Maplestar Antecipa Projeto de Reze e Agita a Comunidade de Fãs
O animador independente Maplestar voltou a chamar atenção da comunidade ao divulgar novidades sobre seus próximos projetos. Em uma atualização recente compartilhada com seus apoiadores, o criador revelou que a aguardada animação inspirada em Reze teve um avanço significativo na produção e será lançada antes do que muitos esperavam.
Produção de Reze Avançou Mais Rápido que o Planejado

Segundo Maplestar, o desenvolvimento do projeto de Reze superou as expectativas durante as últimas etapas de produção. Por conta desse progresso, a animação ganhou prioridade dentro do cronograma e deve chegar ao público antes mesmo de outros trabalhos que já haviam sido anunciados anteriormente.
O criador comentou que este se tornou um dos projetos mais divertidos de produzir até agora, destacando o cuidado dedicado às cenas e aos detalhes da animação.
Leia também: Maplestar confirma novos projetos e surpreende com animação +18 de Himmel e Frieren
Nova Votação Pode Definir os Próximos Projetos
Além das novidades envolvendo Reze, Maplestar também revelou planos para realizar uma nova enquete exclusiva para seus assinantes. A votação permitirá que os apoiadores escolham quais obras terão preferência no calendário de produção futuramente.
A iniciativa tem sido uma das principais formas utilizadas pelo animador para decidir quais personagens e séries receberão adaptações nos próximos meses.
Frieren, Kaiju No. 8 e One Piece Continuam em Desenvolvimento

Mesmo com a prioridade dada ao projeto de Reze, outras produções seguem avançando nos bastidores. Entre elas estão animações inspiradas em Kaiju No. 8 e Sakamoto Days, que já se encontram em estágios avançados de desenvolvimento.
Na sequência do cronograma aparecem projetos relacionados a Frieren, Maple-chan e também One Piece, que continuam recebendo atualizações periódicas por parte do criador.
Leia também: Dandadan: Maplestar Anuncia Animação +18 de Momo e Okarun
Fãs Aguardam Novas Prévias
Junto do anúncio, Maplestar compartilhou novas imagens e prévias de diversos projetos em andamento, aumentando ainda mais a expectativa dos fãs. A comunidade segue acompanhando de perto cada atualização, especialmente após a confirmação da antecipação da animação de Reze.
Com vários trabalhos em desenvolvimento simultâneo, os próximos meses prometem trazer novidades importantes para quem acompanha as produções independentes do animador.
Fonte: Blog

