Reencarnei Como Vampiro… Agora o Mundo Inteiro Quer Minha Cabeça | Light Novel 1–3
Capítulo 1
O Jogador Que Sonhava com um Reino
No Rio de Janeiro, entre sirenes distantes e buzinas impacientes, vivia um jovem que havia aprendido a escapar da realidade.
Não através de amigos.
Não através de ambições.
Mas através de mundos que existiam apenas na tela.
Seu nome era Issei Takahara.
Ele não era herói.
Não era soldado.
Muito menos um prodígio destinado à grandeza.
Era apenas… um jogador.
Dormia de dia. Jogava à noite.
Enquanto a cidade fervilhava sob o sol, ele explorava reinos sombrios em seu Skyrim modificado com mais de 400 mods. Necromancia. Clãs vampíricos. Construção de castelos. Economia própria. Política. Guerra civil. Sistemas complexos de poder.
Tudo que o mundo real não oferecia… ele encontrava ali.
Seu quarto apertado era iluminado apenas pela luz fria do monitor. Caixas de pizza vazias se acumulavam ao lado da escrivaninha. Latas de energético tombadas decoravam o chão. Na parede, um pôster rasgado de “Vampire Lord – Dawnguard Edition” resistia, preso por fita adesiva.
Enquanto outros sonhavam com faculdade, viagens ou relacionamentos…
Issei sonhava com algo diferente.
Um reino.
Servos.
Magia.
Poder absoluto.
Naquela noite, às 22h47, ele pausou o jogo.
O estômago roncou alto.
— “Lanço uma magia de invocação de pizza.” — murmurou, rindo sozinho.
Vestiu o moletom cinza, desceu as escadas do prédio e caminhou até a pizzaria da esquina.
Uma caixa grande. Borda recheada.
Voltou com ela nos braços, sentindo o cheiro quente do queijo subir como promessa de felicidade. Sorriu.
Talvez… a única coisa boa do mundo real.
Foi então que aconteceu.
Dois carros cruzaram a esquina em alta velocidade.
Gritos.
Vidros estilhaçando.
Um disparo perdido cortou o ar — e atravessou a rua.
A pizza caiu.
Ele também.
O mundo silenciou.
Não houve luz branca.
Nenhum anjo.
Nenhuma explicação.
Apenas frio.
O frio mais real e cortante que já sentira.
Seu corpo tremia.
Abriu os olhos.
Não havia asfalto.
Nem postes.
Nem prédios.
Apenas neve.
Floresta escura.
Um céu cinzento, sem sol.
Ele tentou respirar. Uma névoa branca escapou de seus lábios. O ar queimava os pulmões.
— “O que… onde…?”
Tentou pegar o celular.
Sem sinal.
Sem bateria.
Talvez… sem realidade.
Seus pés afundavam na neve. As mãos ardiam. Cada sopro do vento parecia uma lâmina invisível cortando sua pele.
Tinha fome.
Mas não de pizza.
Era uma fome estranha. Profunda. Como se algo dentro dele estivesse vazio.
Caminhou sem rumo.
Árvores altas como sentinelas. Corvos empoleirados observando em silêncio. O uivo distante de lobos.
Quando o corpo finalmente cedeu, ele caiu de joelhos na neve.
Mãos vermelhas.
Rosto pálido.
Respiração fraca.
Estava vivo.
Mas lentamente… desistindo.
Foi então que sentiu.
No fundo do peito.
Um pulsar.
Como se um segundo coração — silencioso, antigo — tivesse despertado junto a uma dor desconhecida.
Não era magia.
Não era fome comum.
Era algo… sombrio.
Mas ele não entendeu.
Apenas fechou os olhos.
E o mundo novo, cruel e gelado… o acolheu.
Capítulo 2

A Vila nas Montanhas do Norte
O frio já havia apagado quase todo pensamento de Issei.
Seu corpo não reagia mais. A neve o cobria lentamente, como um véu branco — como se a própria terra o aceitasse.
Então…
Passos.
Quebrando o silêncio da floresta.
Um homem alto, coberto de peles grossas, arco nas costas e olhar atento, parou diante do corpo quase congelado.
Ele franziu o cenho.
— Humano? Aqui?
Tocou o rosto de Issei.
Frio demais.
Mas o peito ainda subia e descia. Fraco.
Sem dizer mais nada, ergueu-o como quem carrega um animal ferido — e o levou.
…
Quando Issei abriu os olhos novamente, não viu neve.
Viu madeira.
Um teto irregular com estalactites congeladas pendendo como dentes de gelo. Uma lareira crepitava próxima.
Estava deitado sobre palha quente, coberto por peles de urso.
Do lado de fora, vozes.
Um vilarejo.
Casas de pedra e madeira. Chaminés soltando fumaça espessa. Crianças correndo entre galinhas e cães.
O som de martelos na forja.
Risos.
Cheiro de sopa quente.
Um homem estava sentado perto da porta, afiando uma lâmina.
— Finalmente acordou. Pensei que fosse virar estátua de gelo.
Issei tentou falar, mas a garganta queimava.
— Onde… onde estou?
— Vila de Draegor. Montanhas do Norte. Se não fosse por mim, já estaria morto.
Issei ficou em silêncio.
Olhou para as próprias mãos ainda trêmulas.
Olhou para o fogo — o calor doía.
Sobre a mesa, um prato.
Sopa de carne. Pão escuro. Água.
Comeu devagar no início.
Depois… faminto.
Mas quanto mais comia, mais percebia algo errado.
A fome não passava.
Era como beber água salgada.
— Você é de onde? Não parece de lugar nenhum que eu conheça. — perguntou o homem.
“Rio de Janeiro” não significava nada ali.
— De… longe.
O homem resmungou.
— Então escuta. Se quer viver… aprenda rápido.
Ele jogou mais lenha na lareira.
— Neste mundo, quem é fraco morre. Quem confia demais morre. E quem é vampiro… é caçado até a última gota de sangue.
Um arrepio percorreu Issei.
Não era do frio.
— Vampiros?
— Não diga esse nome alto. Existem bestas noturnas. Monstros que bebem sangue. Igrejas que queimam até a sombra deles. Se algum for encontrado aqui… a vila toda pode ser massacrada.
Silêncio.
Issei levou a mão ao peito.
O pulsar estranho ainda estava lá.
À noite, deitado sobre a palha, ele mal conseguiu dormir.
Tossia.
Sentia frio mesmo com três mantos.
Mas também…
Ouvia.
Batimentos cardíacos.
O coração de Aldren.
O gotejar de água.
O fogo ardendo como se estivesse dentro de sua cabeça.
Não era normal.
Mas ele fingiu que era febre.
Lá fora, a lua cheia brilhava sobre Draegor.
E na escuridão da floresta…
Algo uivou.
Longo. Faminto. Antigo.
Issei apenas fechou os olhos e tentou dormir.
Capítulo 3

O Sangue que Desperta
O amanhecer chegou frio como lâmina.
Draegor despertava sob fumaça e neve rangendo sob botas.
Issei saiu da casa de Aldren com passos lentos.
Crianças corriam. Ferreiros batiam metal. Comerciantes gritavam preços de pele, sal e peixe seco.
Parecia pacífico.
Mas não era.
Ao olhar para as pessoas, percebeu algo perturbador.
Conseguia ouvir seus corações.
O sangue correndo nos pulsos.
O cheiro… quente. Metálico. Vivo.
Ele piscou.
Devia ser fome.
— Ei. — Aldren chamou, entregando-lhe um machado pequeno. — Se quer continuar respirando, vai aprender a cortar lenha.
Issei pegou o machado.
Frio. Pesado.
Cortou tronco após tronco até os braços queimarem.
Então, uma mulher se aproximou.
— Você é o forasteiro que Aldren encontrou?
Ele virou.
Era bonita, mas não frágil. Olhos atentos. Mãos calejadas de preparar bandagens e rezas.
— Eu sou Maelia, sacerdotisa do Santuário de Lys. Se precisar de ervas ou tratamento… me procure.
Ele apenas acenou.
…
No fim da tarde, sinos tocaram.
— Lobos na floresta! Um caçador está ferido!
Aldren praguejou.
— Fique aqui.
Mas Issei foi.
O homem ferido estava no chão. Sangue escorrendo do ombro. Três marcas de mordida profundas.
Maelia pressionava panos.
— A veia foi rompida!
Issei sentiu o coração disparar.
Não de medo.
De fome.
O cheiro do sangue era viciante.
Quente. Forte.
Deu um passo para trás.
— Ei! — Aldren o empurrou.
Issei caiu de joelhos. Visão turva.
E então…
Sem perceber…
Murmurou palavras que não eram portuguesas.
Nem latinas.
Nem humanas.
“Sii… Lahk Vol.”
Por um instante…
O sangue desacelerou.
Maelia arregalou os olhos.
Aldren congelou.
— O que foi isso?
Issei respirava com dificuldade.
Ele não sabia.
Não era magia comum.
Não era milagre.
Era algo mais antigo.
Maelia se aproximou.
— Quem… ou o que é você?
Issei não respondeu.
No fundo do peito…
O pulsar bateu mais forte.
Como se algo dentro dele tivesse acabado de despertar.
Filme de Slime ganha data nos cinemas do Brasil
A Crunchyroll confirmou que o filme That Time I Got Reincarnated as a Slime: Lágrimas do Mar Azul-Celeste estreia nos cinemas brasileiros em 30 de abril de 2026. Produzido pelo estúdio 8bit, o longa traz uma história inédita ambientada em uma ilha isolada, onde Rimuru parte para o que deveria ser apenas uma visita tranquila a um resort — mas que rapidamente se transforma em mais um grande desafio.
4ª temporada já tem data marcada
Além da estreia nas telonas, a plataforma também revelou que a quarta temporada do anime chega ao catálogo em 3 de abril de 2026. Assim, o público poderá acompanhar os novos desdobramentos do Reino de Tempest no streaming antes de conferir a aventura cinematográfica.
Os episódios inéditos devem aprofundar o embate entre Rimuru e a influente família Rozzo, que articula planos para ampliar seu domínio sobre a humanidade. A tensão política e estratégica promete elevar ainda mais o nível da narrativa, consolidando a obra como uma das principais referências do gênero isekai na atualidade.

Baseada na light novel escrita por Fuse, a franquia já ultrapassou a marca de 56 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, reforçando sua posição entre os títulos mais populares da última década.
Com nova temporada e filme chegando praticamente no mesmo mês, 2026 se desenha como um marco para a saga do slime mais poderoso dos animes.
E você, curtiu o novo visual do Rimuru? Está animado para o filme? Conta nos comentários o que espera dessa nova fase da história.
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Sorte Maldita – Capítulos 4 a 6 da Nova Light Novel de Fantasia Sombria
Capítulo 4
A Segunda Passagem
A porta ainda vibrava levemente quando Alexa girou a última trava.
O silêncio dentro da casa parecia mais pesado que o barulho lá fora.
Roberto ficou parado no meio do cômodo.
Sorte Maldita é uma obra de ficção original publicada em formato de light novel. Todo o conteúdo é autoral, criado por Abraham Costa, e protegido por direitos autorais.
Observando tudo.
Sentindo o cheiro do ar.
Tentando decidir se aquilo era real… ou apenas um último delírio antes de apagar de vez.
— …então… — começou devagar. — confirma pra mim uma coisa.
Alexa apoiou a lança curta na parede.
— Depende da pergunta.
Ele passou a mão pelo rosto.
— Eu morri?
Ela demorou alguns segundos. Não desviou o olhar.
— Aqui… a gente chama de Segunda Passagem. — respondeu. — Quem chega assim… normalmente não volta.
Roberto soltou um riso baixo.
Não era humor.
Era cansaço.
— Cara… nem morrer direito eu consegui.
Do lado de fora, algo raspou a parede da casa.
Um som arrastado… úmido.
Alexa apagou metade das lanternas.
O cômodo mergulhou em vermelho escuro.
— Fica longe das janelas.
Ele obedeceu… mas continuou analisando o ambiente.
— Esse lugar… — murmurou. — parece que tá sempre esperando alguém errar.
“Porque está.”
A voz surgiu dentro dele.
Quente.
Calma.
Roberto apertou os olhos.
— …beleza… então não foi imaginação.
Alexa olhou rápido.
— O quê?
— Nada. Só… conversa interna.
Ela estudou o rosto dele por mais tempo que o normal.
— Você caiu sem marca. — disse baixo. — Isso não acontece.
— Eu também não costumo acordar em mundos apocalípticos, então estamos quites.
Um impacto mais forte fez o chão tremer.
Poeira caiu do teto.
Passos gigantes ecoaram além da rua.
Roberto engoliu seco.
— Tá… talvez eu tenha subestimado o perigo daqui.
Alexa sentou numa cadeira baixa.
O olhar dela ficou distante por um segundo.
— Eu ajudei você porque… — ela pausou. — gente que cai sozinho normalmente vira comida antes do primeiro toque das lanternas.
Ele arqueou a sobrancelha.
— Nossa… que motivação bonita.
Ela deu meio sorriso.
— E porque você não tem cheiro de Desejo.
Aquilo fisgou a atenção dele.
— Cheiro?
Alexa apontou para a porta.
— As coisas lá fora seguem rastros. Medo. Raiva. Ambição… — os olhos verdes fixaram nos âmbar dele. — Você só cheira… vazio.
Silêncio.
Roberto desviou o olhar.
— Valeu… acho.
A voz interna riu baixo.
“Ela não está errada.”
Ele ignorou.
— Então esse mundo… vive dessas… entidades?
Alexa assentiu.
— Desejos criam monstros. Pessoas fazem pactos. Cidades sobrevivem como conseguem.
— Perfeito… — murmurou. — troquei boleto por criatura infernal. Evolução clara.
Do lado de fora… um grito distante.
Depois silêncio abrupto.
Alexa levantou devagar.
A mão firme na arma.
— Não faz barulho.
Roberto ficou imóvel.
Sombras passaram pelas frestas da janela.
Algo parou do lado de fora.
Respiração lenta.
Raspando a madeira.
O ar esfriou.
“Ela sente você.”
Roberto segurou o fôlego.
A criatura arranhou a porta.
Uma vez.
Duas.
Parou.
Silêncio.
Passos se afastando.
Alexa soltou o ar lentamente.
— Sobreviveu ao primeiro minuto.
Ele suspirou.
— Já é mais do que eu esperava hoje.
Ela voltou a sentar.
— Amanhã… você precisa escolher o que vai ser aqui.
— Eu mal escolhi o que comer a vida inteira… imagina destino.
Alexa inclinou a cabeça.
— Então começa sobrevivendo.
A lanterna tremulou.
E por um segundo…
uma sombra feminina enorme apareceu atrás de Roberto…
Asas abertas como fogo silencioso.
Desapareceu antes que Alexa percebesse.
“Você não caiu aqui por acaso.”
Roberto fechou os olhos.
— Pois é… — murmurou baixo. — tô começando a desconfiar.
Capítulo 5

O Erro Que Respira
Roberto ainda estava sentado quando o silêncio mudou.
Não foi um barulho.
Foi a ausência dele.
Como se o mundo tivesse prendido a respiração.
Alexa levantou primeiro.
Os olhos verdes se estreitaram.
— …tem algo parado lá fora.
Ele encarou a porta.
— Aqui parece que sempre tem.
“Agora presta atenção.”
A voz quente dentro dele soou quase divertida.
Um impacto leve veio do teto.
Passos… leves demais para algo humano.
Alexa fez sinal para ele ficar quieto.
O som desceu pela parede.
Arranhando.
Raspando.
Parou do outro lado da porta.
Um cheiro de ferrugem invadiu o cômodo.
Roberto franziu o nariz.
— Isso aí não cheira a sobrevivência saudável.
A madeira da porta afundou levemente.
Como se algo estivesse pressionando o rosto contra ela.
Um olho amarelo surgiu pela fresta.
Sem emoção.
— …sem marca…
Alexa puxou a lâmina.
Movimento limpo. Silencioso.
— Não responde. — sussurrou.
O híbrido inclinou a cabeça.
Os ossos do pescoço estalaram.
— …erro…
Roberto sentiu o ar atrasar por um segundo.
Um copo na mesa deslizou sozinho.
A lanterna piscou.
“Ele consegue sentir você.”
A criatura bateu na porta.
Uma vez.
Duas.
A madeira rachou.
Alexa avançou.
Abriu a porta de repente e cortou na diagonal.
A lâmina atravessou o braço alongado do Vigiante.
O híbrido recuou… mas não gritou.
Só observou Roberto.
Fixamente.
Como se estivesse memorizando.
Roberto levantou devagar.
— Tá… definitivamente não é cosplay.
A criatura avançou.
Rápida demais.
Ele tentou desviar…
tropeçou na própria bota.
O ataque passou raspando por centímetros.
Alexa arregalou os olhos.
— Você não desviou!
— Eu tropecei!
O chão sob o híbrido afundou repentinamente.
Uma tábua cedeu.
A criatura perdeu o equilíbrio.
Alexa aproveitou.
Golpe limpo no pescoço.
O corpo caiu… desmanchando-se em fumaça vermelha.
Silêncio.
Respiração pesada.
Roberto olhou para as próprias mãos.
— …ok. Isso definitivamente não é coincidência normal.
Alexa limpou a lâmina.
Os olhos agora carregavam algo novo.
Desconfiança.
Curiosidade.
— Você não luta… mas o mundo luta por você.
Ele sorriu torto.
— Sempre quis terceirizar meus problemas.
“Ainda está só começando.”
A voz dentro dele parecia satisfeita.
Do lado de fora…
outros passos ecoaram pela rua.
Alexa fechou a porta novamente.
— Agora eles sabem que você existe.
Roberto soltou o ar devagar.
— Ótimo… nem completei um dia e já virei conteúdo proibido.
A lanterna piscou.
E pela primeira vez…
o reflexo dele na parede parecia ter asas por trás.
Capítulo 6

A Sombra Que Observa
O silêncio não durou.
Um grito cortou a noite.
Não perto.
Mas perto o suficiente para atravessar as paredes.
Roberto virou o rosto.
— …isso aí não parece alguém indo dormir cedo.
Alexa já estava na janela.
Espiou pela fresta mínima.
O olhar dela endureceu.
— Idiotas…
Ele se aproximou.
— Posso ver?
— Não devia.
— Ótimo. Agora eu quero mais.
Ela abriu um espaço pequeno.
Do outro lado da rua…
três pessoas corriam.
Sem máscara.
Sem marca visível.
Desesperadas.
Um deles tropeçou.
A lanterna acima piscou.
E algo se moveu na sombra.
Primeiro um.
Depois dois.
Os Devoradores Rasos emergiram como fumaça ganhando forma.
Rápidos.
Silenciosos.
Roberto prendeu a respiração.
— …ah não…
Os monstros cercaram o grupo.
Não atacaram imediatamente.
Observavam.
Como predadores escolhendo qual morder primeiro.
Uma das pessoas tentou correr.
O chão pareceu puxar o pé dela.
Ela caiu.
Alexa fechou parcialmente a janela.
— Regra básica da cidade. Depois do toque… quem fica fora vira convite.
Roberto não desviava os olhos.
— E ninguém ajuda?
— Só quem quer morrer junto.
Os Devoradores avançaram.
Movimentos bruscos.
Um grito humano foi cortado abruptamente.
Depois…
silêncio.
Som úmido.
Roberto virou o rosto.
— …ok… entendi a política local.
“Você não sente pena.”
A voz interna soou suave.
Ele respondeu mentalmente:
— Não… só tô tentando não surtar.
Alexa percebeu o olhar distante.
— Você escuta alguém… não escuta?
Ele hesitou.
— Algo assim.
Ela não insistiu.
— Amanhã você aprende as regras… ou não dura três noites.
— Eu já não durava três boletos… imagina três noites.
Ela quase sorriu.
Do lado de fora…
os Devoradores terminaram.
As formas se arrastaram pela rua… e desapareceram nas paredes como fumaça.
Silêncio absoluto.
— …isso aí é normal? — ele perguntou.
— Normal não. Frequente.
Um tremor mais pesado atravessou a casa.
A lanterna apagou por um segundo.
O ar ficou quente.
Muito quente.
Milena sussurrou dentro dele:
“Agora… algo maior está olhando.”
O peito de Roberto apertou.
Instinto puro.
Ele virou para a parede oposta.
E viu.
Uma sombra gigantesca cruzando lentamente o telhado.
Asas largas.
Chifres curvados.
Não totalmente material.
Só presença.
Alexa não viu.
Mas sentiu.
Apertou a arma com força.
— …fica longe da porta.
A sombra parou.
Como se farejasse.
Como se tivesse encontrado…
ele.
Roberto engoliu seco.
— …me diz que isso não entra.
Alexa respondeu baixo:
— Se fosse entrar… a cidade já teria acabado.
A sombra passou.
Lenta.
Pesada.
E desapareceu além das muralhas.
O ar voltou a circular.
Roberto apoiou a mão na mesa.
— Tá… oficialmente… pior decisão da minha vida morrer.
Milena riu dentro dele.
“E ainda nem começou.”
Sorte Maldita – Capítulos 1 a 3 da Nova Light Novel de Fantasia Sombria
Capítulo 1
O Beco Onde o Mundo Errou
Roberto caminhava sem pressa.
Não porque estivesse tranquilo.
Mas porque não havia lugar melhor para ir.
O turno tinha terminado tarde.
O salário… tinha terminado antes.
Sorte Maldita é uma obra de ficção original publicada em formato de light novel. Todo o conteúdo é autoral, criado por Abraham Costa, e protegido por direitos autorais.
Ele chutou uma pedrinha na calçada rachada. A pedra rolou torta, como se até ela estivesse cansada de existir.
Um riso curto escapou de seus lábios.
— Caraca… até o chão tá cansado hoje.
Um ônibus passou ao longe. Vazio demais para aquele horário. As luzes internas piscavam como olhos com sono.
Roberto enfiou as mãos no bolso e virou em uma rua mais estreita.
Ali, o barulho da cidade diminuía.
Sem buzinas.
Sem vozes.
Só passos… e um choro baixo.
Ele parou.
Não era alto.
Não era desesperado.
Era um choro cansado.
— Sério mesmo… — murmurou, passando a mão na nuca. — Sempre tem alguma coisa estranha quando eu resolvo virar atalho.
O beco estava mal iluminado. A luz falhava, criando sombras que pareciam se mexer sozinhas.
No fundo… algo realmente se mexia.
Primeiro, Roberto pensou que fosse alguém sentado.
Depois percebeu que não era bem uma pessoa.
A forma era instável.
Como fumaça tentando lembrar como era ter ossos.
Ele ficou em silêncio.
Não gritou.
Não correu.
Só observou.
— …ok. — coçou a nuca outra vez. — Ou eu tô muito cansado… ou o mundo decidiu buggar hoje.
A coisa virou lentamente na direção dele.
O ar esfriou.
Não era uma sensação ameaçadora.
Era triste.
O peito de Roberto apertou sem motivo. E então um pensamento atravessou sua mente.
Sozinho.
Não era a voz dele.
Era… outra coisa.
Ele deu meio passo para trás.
— Tá… beleza… acho que já entendi o suficiente pra ir embora.
Virou o corpo.
E então—
O poste atrás dele estourou em faíscas.
A luz piscou violentamente.
O chão tremeu.
A criatura avançou — não como um predador… mas como alguém tropeçando no próprio peso.
Roberto escorregou.
Caiu de costas.
— Pô, sério?!
A fumaça tocou o braço dele.
E naquele instante…
O mundo pareceu errar o tempo.
Som distante.
Cores puxadas demais.
Um silêncio pesado esmagando tudo.
Algo abriu os olhos na escuridão.
Não à frente dele.
Dentro dele.
Uma presença antiga.
Divertida.
Perigosa.
“Interessante.”
A palavra não foi ouvida.
Foi sentida.
Roberto tentou se levantar.
O chão rachou antes.
O ar dobrou, como se tivesse tropeçado.
A criatura recuou. Confusa.
Ele respirou fundo.
— …não sei o que tá acontecendo… mas se isso aqui é sonho… tá caro demais pro meu padrão.
O céu ficou vermelho por um segundo.
Uma sombra gigantesca passou acima dos prédios.
Roberto ergueu o olhar.
Algo invisível observava.
Algo que não pertencia àquele mundo.
A Entidade do Acaso.
Ela não salvou.
Não atacou.
Só… tocou.
Um toque leve na realidade.
E tudo saiu do lugar.
Um carro perdeu o controle na esquina.
Metal gritou.
Luz branca.
Impacto.
Silêncio.
O beco voltou a ficar vazio.
A Sombra da Solidão se dissipou como poeira ao vento.
E o corpo de Roberto… parou de se mover.
Por um instante.
Só um.
O mundo prendeu a respiração.
Então—
A realidade rasgou.
Não como um portal mágico.
Mas como um erro sendo corrigido.
Escuridão.
Queda.
E um último pensamento atravessou a mente dele antes de desaparecer:
“Nem aqui deu certo… né?”
…
…
Luz.
Fria.
Diferente.
Respiração pesada.
Pedra sob as costas.
Cheiro de ferro no ar.
Roberto abriu os olhos devagar.
O céu acima dele não era mais o do Rio.
Era maior.
Profundo demais.
Silencioso demais.
Ele piscou.
Confuso.
— …tá. — murmurou, olhando as próprias mãos. — Se isso for depois da morte… o RH do universo precisa melhorar a recepção.
Algo se moveu nas sombras ao redor.
E pela primeira vez…
o Acaso respirou junto com ele.
Capítulo 2

A Garota de Olhos Verdes e as Regras Quebradas
Roberto permaneceu deitado alguns segundos.
Não por estratégia.
Por pura preguiça existencial.
— …ok. — piscou devagar. — Morri. Confirmado. Agora tô no modo DLC.
Ele ergueu o tronco.
Nada do Rio.
Nada de buzinas.
Nada de gente gritando.
Só um vazio que parecia observar de volta.
O chão era frio demais.
Pedra negra. Lisa.
Como se tivesse sido queimada por dentro.
Ele respirou fundo.
O ar tinha gosto metálico.
— Se isso aqui for céu… propaganda enganosa.
Um estalo ecoou atrás dele.
Roberto virou rápido.
Algo passou correndo entre pedras distantes.
Baixo.
Rápido.
Errado.
Ele ficou quieto.
Não era coragem.
Era cálculo simples:
“Se eu correr, provavelmente tropeço.”
Um vulto surgiu… e parou.
Era uma garota.
Cabelo roxo escuro balançando levemente.
Olhos verdes brilhando com curiosidade.
Ela inclinou a cabeça.
— …você caiu do céu?
Roberto olhou para cima.
Depois para ela.
— Eu tava esperando algo mais… tipo anjo, harpa… não entrevista.
Ela riu curto.
Não parecia surpresa.
Só… interessada.
Alexa deu dois passos à frente.
As botas fizeram um som seco na pedra.
— Você não tem marca de Desejo. — disse, observando o peito dele. — E ainda tá vivo.
— Obrigado pela parte motivacional.
Ela ergueu uma sobrancelha.
Antes que respondesse—
Um som rasgou o silêncio.
Algo rastejando.
Pesado.
Lento.
Roberto sentiu antes de ver.
O ar ficou mais denso.
Como no beco do Rio.
O Acaso sussurrou dentro dele.
Não com palavras.
Com sensação.
Erro se aproximando.
Das sombras surgiu a criatura.
Alta demais.
Magrela demais.
Braços longos arrastando no chão.
Sem rosto.
Só uma cavidade aberta onde deveria existir uma cabeça.
Alexa suspirou.
— Ótimo… uma Devoradora Fraca.
Ela estalou os dedos.
Uma lâmina curta surgiu na mão dela como se sempre tivesse estado ali.
Roberto levantou as mãos.
— Beleza… eu voto em fugir.
A criatura avançou.
Rápida.
Alexa girou o corpo e cortou o braço da coisa.
A lâmina atravessou… mas não completamente.
A criatura soltou um grito seco.
Roberto tentou dar um passo para trás.
Pisou numa pedra solta.
Escorregou.
— Ah… clássico.
Caiu sentado.
A criatura mudou a direção.
Direto para ele.
Alexa virou.
— Ei! Levanta!
— Tô tentando manter minha tradição de morrer cedo!
A Devoradora atacou.
No último segundo—
O chão rachou sob o peso da criatura.
Ela perdeu o equilíbrio.
Alexa aproveitou.
Um corte diagonal preciso.
A criatura se desfez em fumaça escura.
Silêncio.
Roberto piscou.
Olhou o chão.
Depois olhou para Alexa.
— …isso contou como ajuda?
Ela observou a rachadura.
Depois encarou ele.
— Você não se mexeu direito… e ela errou o ataque.
— Eu chamo isso de estilo passivo.
Alexa guardou a lâmina.
Os olhos verdes analisavam cada detalhe dele.
— Algo em você… não segue as regras.
Roberto se levantou devagar.
— Relaxa. Nem eu sigo.
Um vento frio passou.
Cinzas rodopiaram ao redor.
Por um segundo…
a sombra atrás dele pareceu ganhar asas.
Alexa estreitou os olhos.
— …tem alguém com você?
Roberto olhou por cima do ombro.
Nada.
— Só meus problemas emocionais.
Ela deu um meio sorriso.
— Então você vai se dar bem aqui.
Ao longe…
os portões da cidade começaram a se abrir.
Um som grave ecoou pelas planícies.
Algo maior despertava.
E o Acaso…
parecia animado.
Roberto coçou a cabeça.
— Tá… me diz uma coisa. — olhou para Alexa. — Aqui sempre tenta me matar… ou eu tenho cara de tutorial errado?
Ela começou a caminhar.
— Vem comigo, estranho do céu.
Ele seguiu.
Sem perceber…
uma pena negra incandescente caiu lentamente atrás deles…
e desapareceu antes de tocar o chão.
Capítulo 3

O Toque das Lanternas
Roberto caminhava atrás de Alexa sem pressa.
Na verdade… estava apenas tentando parecer que sabia para onde estava indo.
Os muros diante deles eram altos demais. Antigos. Grossos como se já tivessem sobrevivido a mais coisas do que qualquer cidade deveria enfrentar.
Ele quebrou o silêncio:
— Então… — olhou para as muralhas imensas. — aqui é tipo capital do apocalipse ou só terça-feira normal?
Alexa não respondeu de imediato.
Os olhos dela estavam atentos aos guardas.
Armaduras pesadas.
Movimentos rígidos.
Olhos cansados demais para serem apenas soldados comuns.
— Se você quer continuar respirando… evita piadas com os portões. — disse ela em voz baixa.
Roberto soltou um meio sorriso.
— Relaxa. Eu só faço piada quando tô nervoso… ou vivo.
Um dos guardas encarou Roberto.
Tempo demais.
Como se estivesse procurando algo que deveria estar ali… mas não estava.
— Marca? — perguntou seco.
Alexa respondeu antes que Roberto abrisse a boca.
— Errante. Caiu fora da muralha norte.
O guarda franziu o cenho.
Roberto levantou a mão, quase educado.
— Eu também tô tentando entender.
Silêncio.
O homem se afastou.
O portão abriu apenas o suficiente para que passassem.
Quando cruzaram para dentro…
o ar mudou.
Cheiro de ferro.
Vozes baixas.
O som distante de algo sendo arrastado em pedra.
Roberto desacelerou.
Os prédios eram altos, inclinados uns sobre os outros como se conspirassem para esconder o céu. As ruas, estreitas. Pessoas usavam máscaras leves, como se o ar pudesse morder.
— …tá. — murmurou ele. — definitivamente não é resort.
Algo passou correndo acima.
Som de asas cortando o vento.
Por um instante… uma pena negra surgiu no canto do campo de visão dele.
E desapareceu.
“Você chegou mais cedo do que imaginei.”
A voz não veio de fora.
Veio de dentro.
Calma.
Quente.
Perigosa.
Roberto parou.
O coração bateu errado por meio segundo.
— …tá ouvindo alguém falando comigo? — perguntou para Alexa.
Ela não parou de andar.
— Só você reclamando. Por quê?
Ele coçou a cabeça.
— Nada… deve ser trauma recente.
Nas sombras acima das muralhas, algo se moveu.
Uma sombra longa deslizou pelo topo da estrutura.
Mas ninguém além dele pareceu notar.
Milena observava.
Divertida.
Alexa virou em uma rua lateral.
— Você precisa de abrigo antes do toque das lanternas.
Roberto piscou.
— Toque das lanternas?
Ela apontou discretamente para o céu.
As nuvens começaram a escurecer rápido demais.
Uma sirene baixa ecoou pela cidade.
Grave. Lenta. Antiga.
As pessoas aceleraram o passo.
Portas sendo fechadas.
Trancas girando.
Janelas seladas.
Roberto olhou ao redor.
— …isso aqui nunca é coisa boa.
Um impacto distante fez o chão vibrar sob seus pés.
Algo gigante caminhava do lado de fora das muralhas.
Pesado.
Paciente.
Alexa segurou o braço dele.
— Anda.
Eles correram.
Viraram um corredor estreito entre duas construções inclinadas.
Outro impacto.
Mais perto.
Quando chegaram a uma pequena casa de pedra…
o céu ficou vermelho por um segundo.
Sombras começaram a se mover pelas paredes da cidade.
Não como ausência de luz.
Mas como presenças.
Alexa abriu a porta rapidamente.
— Entra.
Roberto hesitou apenas um instante.
Não por medo.
Mas por aquela sensação persistente de estar sendo observado…
por alguém muito alto.
Muito distante.
E ainda assim… muito próximo.
Ele entrou.
A porta fechou com força.
Do lado de fora…
as lanternas vermelhas começaram a acender.
Uma.
Depois outra.
Depois todas.
A cidade mergulhou em um brilho carmesim.
No escuro acima das muralhas, Milena sorriu.
“Agora começa de verdade.”
Redo of Healer: tudo o que sabemos sobre a segunda temporada
Poucos animes dividiram tanto opiniões quanto Redo of Healer. Lançado em 2021, o título rapidamente se tornou um dos mais comentados da temporada, não apenas pela trama sombria e cheia de vingança, mas também pelas polêmicas que cercaram sua adaptação. Agora, com rumores e movimentações sobre a segunda temporada, a pergunta que fica é: vale a pena assistir?
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O retorno de Keyaru, o protagonista que usa seus poderes de cura para reescrever seu destino, promete reacender discussões sobre até onde um anime pode ir em termos de violência psicológica e narrativa.
O que sabemos até agora sobre a segunda temporada

Apesar de ainda não haver uma data oficial de estreia, informações de bastidores e declarações de produtores indicam que a segunda temporada está em desenvolvimento. Entre os pontos mais comentados:
- Continuação direta da light novel: a história deve seguir os próximos volumes, expandindo o universo e trazendo novos personagens.
- Mais foco em batalhas: além da vingança pessoal de Keyaru, a trama deve explorar conflitos maiores, envolvendo reinos e poderes mágicos.
- Tom igualmente sombrio: não há indícios de suavização; a obra deve manter o estilo cru que a tornou tão controversa.
Por que Redo of Healer é tão polêmico?
A vingança como motor narrativo
Diferente de outros animes de fantasia, Redo of Healer coloca a vingança como centro da trama. Keyaru não busca apenas sobreviver ou salvar o mundo; ele quer reescrever sua história e punir aqueles que o traíram.
Limites da narrativa
A primeira temporada foi alvo de críticas por cenas consideradas pesadas. Isso gerou debates sobre até onde um anime pode ir sem perder o equilíbrio entre entretenimento e choque.
Vale a pena assistir a segunda temporada?

Para quem gostou da primeira temporada
Se você acompanhou a primeira temporada e se interessou pela proposta ousada, a segunda promete aprofundar ainda mais os dilemas morais e expandir o universo.
Para novos espectadores
Quem não viu a primeira temporada precisa estar ciente: Redo of Healer não é um anime leve. É uma obra que exige maturidade e disposição para lidar com temas pesados.
Curiosidades
- Light novel em alta: mesmo com polêmicas, a obra original continua vendendo bem no Japão.
- Adaptação fiel: a primeira temporada foi considerada bastante fiel ao material original, o que deve se repetir na continuação.
- Fandom dividido: há quem veja Redo of Healer como uma crítica social disfarçada, enquanto outros o consideram apenas exploração de temas extremos.
Conclusão
A segunda temporada de Redo of Healer promete manter o tom sombrio e polêmico que marcou a estreia. Para alguns, isso é exatamente o que torna a obra interessante; para outros, é motivo para evitar.
Vale a pena assistir? Depende do que você busca em um anime. Se procura uma narrativa intensa, cheia de dilemas morais e não tem problema com temas pesados, sim, pode ser uma experiência única. Mas se prefere histórias mais leves ou tradicionais, talvez seja melhor explorar outros títulos.
👉 E você, pretende assistir à segunda temporada de Redo of Healer? Acha que a obra consegue equilibrar ousadia e narrativa ou passa dos limites? Compartilhe sua opinião e vamos debater juntos!
Tensei Shitara Dragon no Tamago Datta: vale a pena assistir?
O universo dos animes isekai parece não ter fim. A cada temporada, novas obras surgem explorando a ideia de reencarnação em mundos fantásticos. Entre elas, Tensei Shitara Dragon no Tamago Datta (em tradução livre, Reencarnei como um Ovo de Dragão) chama atenção por sua premissa curiosa: em vez de renascer como herói humano ou criatura mágica já formada, o protagonista desperta como um simples ovo de dragão.
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A proposta soa excêntrica, mas é justamente esse diferencial que tem despertado curiosidade. Afinal, será que acompanhar a evolução de um personagem literalmente do zero — de ovo até se tornar uma criatura lendária — é algo que vale o tempo dos fãs de anime?
A premissa: do ovo ao dragão
O protagonista da história morre em seu mundo original e renasce em um universo de fantasia como um ovo de dragão. Sem habilidades iniciais, ele precisa sobreviver em um ambiente hostil, enfrentando monstros e aprendendo a evoluir pouco a pouco.
Esse conceito traz uma pegada de RPG clássico, em que cada vitória concede pontos de experiência e desbloqueia novas habilidades. O público acompanha não apenas batalhas, mas também o processo de crescimento e transformação do personagem.
O diferencial dentro do gênero isekai
Evolução gradual
Enquanto muitos isekais apresentam protagonistas já poderosos desde o início, Dragon no Tamago aposta em uma narrativa de progressão lenta. O herói não nasce invencível; ele precisa conquistar cada etapa de sua evolução. Isso gera uma sensação de recompensa para quem acompanha a jornada.
Perspectiva única
Ver o mundo através dos olhos de um dragão em formação é algo pouco explorado. A obra brinca com a ideia de que o protagonista não entende completamente sua nova condição, criando momentos de humor e tensão.
Contexto e origem
- Web novel popular: A história começou como uma publicação online, conquistando leitores pela proposta inusitada.
- Mangá e adaptação: O sucesso levou à versão em mangá e, agora, à animação.
- Fandom engajado: Fóruns e redes sociais já discutem há anos como seria uma adaptação, e a estreia do anime atende a essa expectativa.
Pontos fortes da obra
- Premissa criativa: Reencarnar como ovo de dragão é uma ideia que foge do padrão.
- Progressão estilo RPG: A evolução gradual lembra sistemas de jogos, o que atrai fãs de videogame.
- Atmosfera de sobrevivência: O protagonista precisa lutar por cada conquista, criando tensão constante.
Pontos que podem dividir opiniões
- Ritmo lento: A narrativa pode parecer arrastada para quem prefere ação imediata.
- Produção modesta: A animação não tem o mesmo orçamento de grandes estúdios, o que pode impactar a qualidade visual.
- Comparações inevitáveis: O público tende a comparar com outros isekais famosos, como Re:Zero ou That Time I Got Reincarnated as a Slime.
Curiosidades
- O autor da obra já declarou que queria “brincar com a ideia de começar literalmente do zero”, daí a escolha do ovo como ponto inicial.
- A comunidade gamer abraçou a história por suas semelhanças com sistemas de evolução de RPGs.
- Há debates sobre como o anime pode expandir o universo, já que o material original tem diversas ramificações e spin-offs.
Vale a pena assistir?
A resposta depende do perfil do espectador. Para quem gosta de tramas de evolução lenta, com foco em crescimento e superação, Tensei Shitara Dragon no Tamago Datta é uma experiência diferenciada. Já para quem busca ação frenética e personagens prontos para batalhas épicas desde o primeiro episódio, o ritmo pode parecer menos empolgante.
O anime se destaca como uma obra que aposta na originalidade dentro do isekai, oferecendo uma jornada que mistura sobrevivência, humor e fantasia. É uma proposta que pode não agradar a todos, mas certamente merece atenção de quem procura algo fora do padrão.
Conclusão
Tensei Shitara Dragon no Tamago Datta não é apenas mais um isekai. É uma obra que desafia convenções ao colocar seu protagonista em uma posição vulnerável desde o início, convidando o público a acompanhar cada passo de sua evolução.
Se vale a pena assistir? Para quem gosta de histórias de crescimento e aprecia narrativas que fogem do óbvio, a resposta é sim. O anime pode não ter o brilho técnico das grandes produções, mas compensa com uma ideia criativa e uma jornada envolvente.
👉 E você, já começou a assistir? Acha que a proposta de acompanhar um protagonista que nasce como ovo de dragão é interessante ou estranha demais? Compartilhe sua opinião e vamos debater juntos!
O guardião das Bruxas – Light Novel | Capítulos 13
Capítulo 13 — Sombras da Igreja
O cheiro de fumaça dominava a cabana.
Caio estava agachado diante de uma estranha engenhoca feita de pedras, barro e ferro velho. A estrutura parecia instável, mas ele a observava com orgulho quase científico.
— “Senhoras, apresento a vocês… o primeiro fogão turbo medieval!”
Ele produziu uma fagulha.
No instante seguinte, uma labareda enorme explodiu da boca da engenhoca, subindo violentamente e quase alcançando o teto de madeira.
— “AAAAAH! Tá tudo sob controle!”
Lia avançou imediatamente, cobrindo Caio com um pano molhado, os movimentos precisos e calculados.
— “Correção: 100% de incompetência detectada. Conclusão: Mestre não deve operar fogo sem supervisão.”
Caio tossia, os cabelos verdes chamuscados nas pontas.
— “Tá vendo? Funciona! Só… precisa de ajustes.”
Encostada à porta, Lysandra ria discretamente. O rosto dela era iluminado pelas chamas ainda tremeluzentes.
— “Você realmente não tem medo de se matar, não é?”
Caio piscou um olho para ela.
— “Morrer tentando deixar a vida mais confortável… vale a pena.”
Mais tarde, os dois estavam sentados na frente da casa, observando a plantação recém-nascida.
O céu alaranjado do entardecer refletia nos olhos azul-cristal de Lysandra. A brisa suave passava pelas pequenas mudas verdes, ainda frágeis.
— “Nunca imaginei que teria uma horta… muito menos alguém plantando para mim.” — Lysandra disse em voz baixa.
— “É. Quem diria que eu, um dublê fracassado, ia virar fazendeiro de mundo medieval.” — Caio riu, apoiando o queixo na mão.
Ela virou o rosto para ele, agora séria.
— “Por que você… me aceita tão facilmente?”
Caio ergueu uma sobrancelha.
— “Por que não deveria?”
Lysandra hesitou por um segundo antes de responder.
— “Porque eu sou uma bruxa.” — sussurrou, quase como uma confissão.
Caio deu de ombros.
— “E eu sou um cara com cabelo verde. Cada um com seus problemas.”
Por um instante, ela ficou em silêncio.
Então, não conseguiu segurar o riso.
Um riso de verdade. Limpo. Cristalino.
Atrás deles, Lia observava.
Seus olhos brilharam suavemente enquanto executava uma análise silenciosa.
— Análise interna: Mestre e Bruxa. Proximidade em ascensão. Emoção: incômodo. Variável: ciúmes?
O vento levou embora as últimas cores do pôr do sol.
Naquela noite, enquanto Caio dormia pesado, Lysandra se aproximou da janela.
Seu instinto de bruxa despertou antes mesmo do som se tornar claro.
Passos.
Olhos brilhando no escuro.
Vozes abafadas entre as árvores.
— “Vocês sentiram? Uma presença mágica forte por aqui.”
O coração dela disparou.
Lysandra se afastou da janela e voltou para perto da cama.
No canto do quarto, Lia estava de pé, imóvel, os olhos azulados fixos no breu.
— “Anomalia confirmada. Grupo humano detectado. Distância: 200 metros. Identificação parcial: símbolos da Igreja.”
O sangue de Lysandra gelou.
— “A Igreja… eles caçam bruxas até a morte.”
Lia inclinou levemente a cabeça, calma como sempre.
— “Conclusão: perigo eminente. Recomendação: Mestre não deve descobrir até o momento necessário.”
Lysandra olhou para Caio.
Ele dormia tranquilo, um leve sorriso nos lábios, completamente alheio à ameaça que se aproximava.
E, pela primeira vez em anos, ela sentiu medo.
Não por si mesma.
Mas por ele.
O guardião das Bruxas – Light Novel | Capítulos 12
Capítulo 12 — A Fronteira Invisível
O sol batia forte sobre a vila abandonada.
Caio estava suado, segurando pedaços de madeira, corda e um barril quebrado. Seu rosto carregava a expressão determinada de alguém prestes a mudar o mundo — ou pelo menos tentar.
— “Hoje, senhoras, eu apresento a maior invenção do século: um chuveiro!”
Lysandra arqueou uma sobrancelha, encostada na parede da casa.
— “Chuveiro…?”
Caio apontou orgulhoso para a engenhoca torta montada perto do poço. Um barril amarrado com cordas, um sistema de roldanas feito de pedras e um buraco improvisado no fundo.
— “Você puxa essa corda… e tcharaaaan! Água descendo direto do céu particular!”
Lia cruzou os braços, impassível.
— “Análise: risco de desabamento de 87%. Eficiência: 4%. Utilidade: nenhuma.”
— “Você não entende nada de criatividade, Lia.” — Caio bufou, puxando a corda.
A água despencou de uma vez, encharcando-o da cabeça aos pés. No instante seguinte, o barril se soltou e caiu, batendo no ombro dele.
Caio caiu no chão, molhado, tossindo.
— “Tá vendo? Funcionou!”
Lysandra riu, tapando a boca com a mão.
— “Você é… completamente louco.”
Lia deu um passo à frente e, com movimentos rápidos, começou a secar as roupas do Mestre com um pano em segundos.
— “Constatação: loucura confirmada. Recomendação: não encorajar comportamento irracional.”
Lysandra ainda ria, o som cristalino ecoando pela vila silenciosa.
Nos dias seguintes, Caio expandiu a plantação.
Lysandra, ainda fraca, ajudava com pequenas magias para fertilizar a terra. Sempre que ela erguia as mãos, símbolos azuis surgiam delicadamente entre seus dedos, brilhando contra o solo escuro.
Caio se ajoelhava ao lado dela, observando fascinado.
— “Isso é incrível… com você, vou conseguir plantar qualquer coisa.”
Lysandra desviava o olhar, corada.
— “Não se acostume. Bruxaria não é feita para… hortas.”
Do outro lado do campo, Lia os observava.
Seus olhos brilharam levemente enquanto cálculos silenciosos percorriam seus sistemas.
— Análise interna: aumento da proximidade Mestre/Bruxa em 27%. Emoção não identificada… mas incômoda.
O vento soprou suave sobre as pequenas mudas recém-plantadas.
Naquela noite, enquanto Caio dormia pesado, Lia estava em modo de vigia.
A escuridão envolvia a vila como um manto espesso.
De repente, seus sensores captaram movimento na borda da floresta. O som de galhos quebrando ecoou — pesado, ritmado, ameaçador.
Mas nada cruzou a linha invisível que delimitava a vila.
Lia permaneceu imóvel, olhos azulados fixos no breu.
— “Anomalia detectada. Criaturas aproximam-se, mas não atravessam a fronteira.”
Lysandra, acordada no canto, ouviu e sussurrou, pálida:
— “É como eu disse… algo mantém os monstros afastados. Eles sentem o que nós não sentimos.”
O vento frio soprou, carregando um cheiro estranho, metálico.
Caio ressonava no canto, completamente alheio.
E, no silêncio da madrugada, Lia e Lysandra se encararam.
Ambas perceberam, sem precisar dizer em voz alta, que aquele vilarejo guardava mais segredos do que podiam imaginar.
E que a fronteira que protegia aquele lugar… talvez não estivesse ali por acaso.
O guardião das Bruxas – Light Novel | Capítulos 11
Capítulo 11 — Ecos Sob as Ruínas
A manhã chegou calma.
O canto dos pássaros ecoava sobre as ruínas da vila, como se o mundo insistisse em fingir que aquele lugar não carregava marcas do passado.
Caio estava na frente da casinha, remexendo a terra endurecida para plantar algumas sementes de batata que tinha encontrado. O solo resistia, seco e compacto, exigindo esforço a cada movimento.
O guardião das Bruxas é uma obra de ficção original publicada em formato de light novel. Todo o conteúdo é autoral, criado por Abraham Costa, e protegido por direitos autorais.
Lia observava ao lado, uma prancheta metálica projetada da própria mão, anotando números invisíveis no ar.
— “Índice de fertilidade do solo: 17%. Probabilidade de colheita satisfatória: quase nula.”
Caio resmungou, suando enquanto apoiava a enxada improvisada no chão.
— “Lia, às vezes eu acho que você gosta de me desmotivar.”
Da janela, Lysandra observava os dois em silêncio. Depois de um momento, decidiu se levantar. Apoiou-se na parede com certo esforço e saiu devagar até o lado de fora.
Seu cabelo prateado brilhou à luz do sol. Os olhos azul-cristal analisavam o chão com atenção.
— “Você está cavando errado.” — disse suavemente.
Caio ergueu os olhos, surpreso.
— “Ah, é? E como se cava certo, dona bruxa?”
Ela se ajoelhou, ainda com esforço, e começou a soltar a terra com gestos delicados. Pequenos símbolos mágicos se espalharam por seus dedos, desenhando formas sutis no ar. O solo tremeu levemente… e então se soltou, como se tivesse sido regado por uma chuva invisível.
Caio arregalou os olhos.
— “Caramba… você tem um modo turbo pra jardinagem!”
Lysandra não conseguiu conter uma risadinha.
— “É só magia básica… mas nunca pensei em usar para plantar.”
Lia fechou a prancheta metálica com força, encarando-a.
— “Constatação: interferência mágica detectada. Risco de instabilidade. Recomendação: não se aproximar do Mestre durante o processo.”
Caio deu um tapinha no ombro metálico dela.
— “Relaxa, Lia. Se ela conseguir fazer batata crescer, já é minha heroína.”
Mais tarde, Caio tentou ensinar Lysandra a assar pão com a massa que improvisara de raízes.
O resultado foi um pedaço de carvão crocante, totalmente deformado.
Caio o ergueu como se fosse um troféu.
— “Tá vendo isso? Isso é o primeiro pão da nossa futura civilização!”
Lysandra riu, levando a mão à boca.
— “Se civilização for baseada nisso, estamos condenados.”
Lia analisou o pão com os olhos brilhando.
— “Identificação: objeto carbonizado. Definição: lixo.”
Caio bufou, mas sorriu.
— “Duas contra um. Tá bom, admito que tá ruim.”
Lysandra segurou o pedaço torto com cuidado, observando como se fosse algo precioso.
— “Não… tá perfeito. É… a primeira vez que alguém divide comida comigo.”
O silêncio caiu pesado.
Até Lia não teve resposta imediata.
Caio apenas desviou o olhar, coçando a nuca.
— “Então… vou queimar mais alguns amanhã.”
Naquela noite, Lysandra não conseguiu dormir.
Olhando pela janela, viu símbolos antigos brilhando de leve nas paredes quebradas da vila, como se estivessem vivos. Runas sutis pulsavam na pedra desgastada, quase invisíveis à primeira vista.
Assustada, puxou o cobertor até o rosto.
Lia, parada na escuridão como uma sentinela silenciosa, também observava.
— “Anomalia detectada. Padrões rúnicos desconhecidos. Conclusão: este vilarejo não é comum.”
Lysandra engoliu em seco e olhou para Caio, que dormia pesado no canto, roncando baixinho, completamente alheio ao que acontecia.
E pela primeira vez, pensou:
“Talvez… eu tenha encontrado alguém que não me odeie. Mas por quanto tempo isso vai durar?”
A chama da fogueira crepitava suavemente, iluminando três figuras tão diferentes que, por algum acaso do destino, estavam reunidas naquele lugar amaldiçoado.
E, naquela noite silenciosa, algo parecia despertar nas ruínas.
As melhores animações 18+ de Maplestar
O nome Maplestar se tornou referência quando o assunto é animação independente voltada ao público adulto inspirada em animes famosos. O artista ganhou notoriedade principalmente pela habilidade de reproduzir com extrema fidelidade o traço e a estética das obras originais, algo que fez muitos espectadores confundirem seus trabalhos com produções oficiais.
- Frieren: Elenco exige que Stark e Fern fiquem juntos logo
- Maplestar passa de 14 milhões de visualizações com animação de Yor x Loid
Nesta lista, reunimos alguns dos projetos mais marcantes já lançados pelo animador, considerando repercussão, qualidade técnica e impacto entre os fãs.
10. Alya – Tokidoki Bosotto Russia-go

Sem dúvida, Alya acabou sendo uma das produções mais abaixo do esperado de Maplestar, mesmo fazendo parte de uma sequência que vinha acumulando grande sucesso.
9. Denji x Reze – Chainsaw Man

Baseado no universo de Chainsaw Man, o projeto envolvendo Denji e Reze ficou marcado por não ter sido finalizado completamente. Ainda assim, foi uma das últimas produções colocadas em prática pelo animador e gerou grande expectativa na época de seu lançamento.
8. Raphtalia – The Rising of the Shield Hero
Inspirada em The Rising of the Shield Hero (Tate no Yuusha), a animação focada em Raphtalia chamou atenção pela fidelidade visual e pelo cuidado com os detalhes do design da personagem.
7. Aqua – KonoSuba
A popular Aqua de KonoSuba: God’s Blessing on This Wonderful World! era praticamente uma escolha inevitável. A personagem já possuía enorme popularidade, e sua versão criada por Maplestar rapidamente ganhou destaque entre os fãs.
6. Makima x Denji – Chainsaw Man
Com o sucesso da primeira temporada de Chainsaw Man, diversos animadores começaram a produzir conteúdos inspirados na obra. No entanto, a versão de Maplestar se destacou pela qualidade técnica e pela fidelidade aos traços originais.
A fidelidade aos traços originais
Um dos grandes diferenciais de Maplestar sempre foi o compromisso em replicar a estética das animações japonesas com precisão. O nível de detalhamento é tão alto que, em diversas ocasiões, espectadores chegaram a questionar se o material era oficial.
Essa característica foi essencial para consolidar sua reputação dentro do nicho.
5. Rias – High School DxD
A icônica Rias, de High School DxD, também recebeu sua própria versão. A personagem já é tradicionalmente associada a conteúdos adultos dentro do fandom, o que ajudou a ampliar ainda mais o alcance do trabalho.
4. Nobara x Itadori – Jujutsu Kaisen

Entre os vídeos mais assistidos do animador está a animação inspirada em Jujutsu Kaisen, envolvendo Nobara e Itadori. O lançamento aconteceu em meio ao auge da popularidade da primeira temporada do anime, aumentando ainda mais sua repercussão.
3. Momo x Okarun – Dandadan

O projeto inspirado em Dandadan marcou um momento importante na trajetória do artista. A animação recebeu destaque pela qualidade da movimentação e pelo cuidado com a ambientação.
2. Marin x Gojo – My Dress-Up Darling

A produção baseada em My Dress-Up Darling, com foco em Marin Kitagawa e Wakana Gojo, é considerada por muitos como um dos trabalhos mais refinados do animador. A evolução técnica e o nível de detalhamento colocam essa animação facilmente entre as melhores já lançadas.
1. Fern x Stark – Frieren

No topo da lista está a animação inspirada em Frieren: Beyond Journey’s End, envolvendo Fern e Stark. Este projeto se destacou por ser um dos mais fiéis visualmente à obra original, contando inclusive com a colaboração de um animador ligado à produção oficial do anime.
O impacto de Maplestar no cenário independente
Grande parte da fama de Maplestar foi construída a partir de versões adultas de personagens populares como Makima, Yor Forger e Marin Kitagawa. Seu trabalho ajudou a consolidar um nicho específico dentro da animação independente, ao mesmo tempo em que reacendeu debates sobre reconhecimento e valorização de criadores autorais.
Para quem acompanha esse segmento, o nome do artista já se tornou sinônimo de alta fidelidade visual e produção técnica refinada.
Fonte: Blog oficial de Maplestar
