agosto 17, 2026 | Abraham Costa

Nova lei brasileira pode transformar posse de hentai e ecchi em crime: entenda o que mudou

Uma alteração no Estatuto da Criança e do Adolescente, sancionada em 6 de agosto de 2026 e já em vigor desde o dia seguinte, reacendeu uma discussão que a comunidade otaku brasileira vinha adiando há anos: até onde vai a linha entre ficção e crime quando o desenho envolve personagens que aparentam ser menores de idade.

A Lei nº 15.487/2026, fruto do Projeto de Lei 3066/2025, não fala em anime, mangá ou light novel em nenhum momento do texto. Mas a redação que ela deu ao artigo 241-E do ECA abriu uma brecha interpretativa que colecionadores, importadoras e até livrarias especializadas estão tentando entender às pressas.

O que o artigo 241-E passou a dizer

Antes da mudança, a legislação sobre exploração sexual infantil tratava basicamente de fotografias e vídeos reais, com algumas previsões para montagens digitais. A nova redação amplia esse conceito de forma explícita: passa a considerar material de violência sexual contra criança ou adolescente qualquer representação, por qualquer meio, que envolva uma pessoa real ou fictícia, ainda que produzida, manipulada ou gerada por inteligência artificial, sempre que apresentar atividade sexual explícita, nudez com finalidade sexual, ou uma pose, contexto ou enquadramento que evidencie conotação libidinosa — mesmo sem exposição de órgãos genitais.

Repare no detalhe que mudou tudo: a palavra “fictício” nunca tinha aparecido dessa forma na lei. Antes, a jurisprudência já discutia casos de personagens desenhados, mas sem uma base legal tão direta. Agora, o texto trata personagem de papel e pessoa de carne e osso sob o mesmo guarda-chuva, desde que os critérios do artigo estejam presentes.

Por que isso esbarra direto no ecchi e no hentai

O gênero ecchi vive de insinuação: fanservice, cenas de banho, roupas reveladoras, ângulos de câmera pensados para provocar. O hentai vai além e mostra ato sexual explícito. O problema é que uma fatia considerável desse material retrata personagens com aparência jovem — traço estético comum no desenho japonês, independentemente da idade cronológica atribuída ao personagem na história. É justamente esse cruzamento entre estética e enredo que a nova lei não resolve com clareza.

A norma não estabelece um critério objetivo de “idade do personagem” nem trata da diferença entre um adulto desenhado com traços delicados e uma criança de fato. Quem decide, na prática, é a análise de contexto: comportamento, cenário, diálogo, enquadramento. Isso empurra a interpretação para o caso concreto, o que é ótimo para flexibilidade jurídica e péssimo para previsibilidade — justamente o que um fã de anime precisa para saber se está cometendo um crime ao ter uma prateleira de mangás em casa.

Quem corre risco de verdade

Vale separar três grupos, porque a exposição legal não é igual para todos.

Leitores e espectadores comuns. Assistir a um anime ecchi em streaming ou possuir um volume de mangá comprado legalmente em livraria dificilmente vira, sozinho, uma investigação criminal. A engrenagem penal costuma mirar produção, divulgação, venda e distribuição em massa — não o consumo isolado. Mas a lei também prevê pena para quem “possui ou armazena” certos materiais, e é aí que mora a insegurança: coleções de hentai com personagens de traços infantilizados entram, em tese, no raio de alcance do texto.

Scanlators, tradutores e distribuidores informais. Grupos que traduzem e disponibilizam capítulos de mangá hentai online, ou que vendem HQs importadas fora dos canais oficiais, ficam em posição mais delicada. A nova lei também trouxe reforço de investigação digital, com rondas virtuais sem autorização judicial prévia para identificar conteúdo ilegal em espaços públicos da internet — o que amplia a capacidade de rastreamento desse tipo de circulação.

Editoras e plataformas oficiais. Empresas que publicam obras com conteúdo ecchi ou hentai no Brasil — sejam editoras de mangá físico, sejam serviços de streaming que hospedam animes com classificação adulta — precisam agora reavaliar catálogo e triagem de conteúdo, porque uma autuação contra a pessoa jurídica tem peso muito maior do que contra um leitor individual.

A retroatividade não pega quem já tinha o material

Um ponto que a comunidade tem errado bastante ao repassar a notícia: a Constituição garante que a lei penal não retroage para prejudicar ninguém. Isso significa que quem comprou um volume de light novel ecchi em 2022, por exemplo, não pode ser punido com base numa regra que só passou a existir em agosto de 2026. As penas mais severas e a nova definição de material ilegal valem para condutas praticadas depois da entrada em vigor da lei. Continuar possuindo algo comprado antes não é, por si, o mesmo que produzir, comprar ou distribuir esse material agora.

Isso não elimina a zona cinzenta, mas reduz um pouco o pânico generalizado que tomou conta de fóruns e grupos de Discord na semana seguinte à sanção da lei.

O que ainda falta esclarecer

A lei nasceu com o propósito de fechar brechas ligadas a deepfakes e material gerado por IA envolvendo crianças reais — essa era a motivação central do projeto. O trecho sobre representações fictícias entrou como parte de um esforço mais amplo para cobrir qualquer tecnologia usada na produção do conteúdo, não como uma cruzada específica contra a indústria do anime. Ainda assim, a redação ficou ampla o suficiente para gerar dúvida honesta entre advogados penalistas, e a tendência é que a aplicação prática dependa de decisões judiciais futuras — inclusive de eventual manifestação do STF sobre os limites entre liberdade artística, ficção e proteção da infância.

Enquanto isso não acontece, promotores e delegados terão margem própria de interpretação, o que na prática cria insegurança jurídica regional: um mesmo título pode ser tratado de formas diferentes dependendo do estado, da comarca ou até do agente que conduz a investigação.

Como o mercado de anime reagiu

Nos primeiros dias após a publicação da lei, o burburinho tomou conta de comunidades de fãs muito antes de qualquer nota oficial de editora. Grupos de importação de mangá adulto no Telegram sumiram ou ficaram privados da noite para o dia, um movimento típico de quem prefere não esperar a primeira autuação para reavaliar risco. Vendedores de plataformas como Mercado Livre e Shopee que anunciavam dōjinshi hentai importado começaram a retirar peças do catálogo por conta própria, num exercício de cautela que talvez nem fosse juridicamente necessário, mas que reflete bem o clima de incerteza instalado.

Do lado das editoras oficiais, o silêncio predominou. Nenhuma das grandes publicadoras de mangá que atuam no país se manifestou publicamente sobre eventuais mudanças de catálogo, o que sugere que o setor está aguardando orientação jurídica mais sólida antes de tomar decisões que afetem contratos já fechados com editoras japonesas. Isso é relevante porque cancelar ou adiar o lançamento de um título com selo adulto custa caro e depende de cláusulas contratuais internacionais — não é uma decisão que se toma da noite para o dia só por causa de uma manchete alarmista.

Já entre advogados especializados em direito digital, a leitura predominante é de cautela sem pânico: a lei tem um propósito claro de combater exploração real de crianças usando tecnologia, e o trecho sobre representações fictícias provavelmente vai ganhar contornos mais definidos assim que surgirem os primeiros pareceres do Ministério Público sobre casos envolvendo obra de ficção. Até lá, a orientação mais repetida é a mesma: evitar exposição desnecessária, sem tratar cada coleção de mangá como prova de crime.

Nova lei brasileira pode transformar posse de hentai e ecchi em crime
Nova lei brasileira pode transformar posse de hentai e ecchi em crime – Imagem: Yeni Birlik Gazetesi

O que fazer enquanto a poeira não assenta

Para quem coleciona ou trabalha com esse tipo de conteúdo, alguns cuidados fazem sentido agora:

  • Evite redistribuir ou vender obras hentai que retratem personagens com traços marcadamente infantis, mesmo que a história os descreva como adultos.
  • Editoras e importadoras devem revisar contratos de licenciamento e considerar parecer jurídico antes de lançar títulos de classificação adulta.
  • Fique atento a atualizações de entidades como a Abradilei e associações de defesa do consumidor de mídia, que devem se posicionar conforme os primeiros casos concretos surgirem.
  • Desconfie de resumos virais nas redes sociais: boa parte do que circulou logo após a sanção misturou fato jurídico com interpretação exagerada, típico de conteúdo feito para gerar clique rápido.

A Lei 15.487/2026 endureceu, de forma legítima, o combate a crimes digitais contra crianças reais — essa parte do texto tem apoio praticamente unânime. O efeito colateral sobre hentai e ecchi, porém, é resultado de uma definição ampla demais para prever todos os cenários que a ficção japonesa produz há décadas. A régua definitiva só vai aparecer quando a Justiça começar a julgar os primeiros casos concretos envolvendo obra fictícia — e é bem provável que isso aconteça antes do fim de 2026.

Imagem do topo:Wikipédia

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agosto 14, 2026 | Abraham Costa

Epic Games Store Libera Game de Graça Nesta Semana; Saiba Qual É

Epic Games Store Libera Game de Graça Nesta Semana. A rotina de quem acompanha a Epic Games Store já virou quase um ritual: toda quarta-feira, um jogo novo aparece disponível de graça na loja, pronto para ser resgatado e ficar para sempre na biblioteca de quem tiver uma conta cadastrada.

Nesta semana não foi diferente, e desta vez a plataforma trocou a fórmula de dois jogos simultâneos por uma aposta única — só que forte o suficiente para justificar a mudança.

Qual é o jogo grátis desta semana

A partir de 13 de agosto e até 20 de agosto, a Epic Games Store está oferecendo Caravan SandWitch de graça, e quem resgatar o título dentro desse período mantém o jogo na conta para sempre. Diferente das últimas semanas, em que a loja distribuía duas produções ao mesmo tempo, dessa vez a escolha recaiu sobre um único jogo — mas um dos mais elogiados do ano passado entre o público que curte experiências tranquilas e sem pressa.

O anúncio oficial confirmou que, a partir de 13 de agosto, os usuários poderiam adicionar à biblioteca sem gastar nada, substituindo a dupla Beacon Pines e We Were Here Together, que estava disponível até essa mesma data. Ou seja, quem já tinha pego os dois jogos anteriores não perdeu tempo: a troca aconteceu automaticamente na loja assim que o prazo da leva anterior expirou.

Do que se trata Caravan SandWitch

Se o nome soa estranho à primeira vista, a explicação está no próprio conceito do jogo. Trata-se do trabalho de estreia do estúdio Plane Toast, uma equipe pequena baseada no sudeste da França, e o título se define como uma aventura de exploração guiada por narrativa, ambientada num mundo de ficção científica pós-apocalíptico. A pegada visual, aliás, não é aleatória:o cenário do jogo bebe da paisagem árida e rústica da Provença, região no sul da França, e acompanha Sauge, uma viajante espacial que retorna ao planeta natal depois de captar um sinal de socorro enviado pela irmã, que estava desaparecida.

A mecânica central gira em torno de uma van customizável, que funciona tanto como meio de transporte quanto como ferramenta de progressão. Ao longo da campanha, o jogador cata peças mecânicas espalhadas pelo mapa para melhorar o veículo, destravando equipamentos como radar, cabo de reboque e cabos de recarga, cada um abrindo novos caminhos pelo terreno e pelas ruínas do cenário. Na prática, isso significa voltar a áreas já visitadas com um upgrade novo debaixo do braço e descobrir que existia um atalho, uma sala trancada ou um item que antes era inacessível.

Quem gosta de jogos sem pressão vai se identificar com a proposta. O game oferece uma aventura sem riscos: dá para dirigir pelas dunas sem freio e pular entre bordas elevadas sem medo de cair, já que a protagonista não sofre dano por erros de percurso. Não existe barra de vida para se preocupar, nem cronômetro correndo contra o jogador — a experiência é pensada para quem quer explorar no próprio ritmo, sem punição por errar o caminho.

Em termos de duração, dá para encaixar numa semana tranquila sem comprometer a rotina. A campanha completa costuma durar entre 10 e 14 horas, dependendo do apetite do jogador para missões secundárias e para vagar sem destino pelo mapa. É um tempo de jogo que cabe bem num final de semana mais folgado ou espalhado ao longo de duas ou três semanas de sessões curtas antes de dormir.

Epic Games Store Libera Game de Graça Nesta Semana
Epic Games Store Libera Game de Graça Nesta Semana – Imagem: Olhar Digital

O que a crítica achou do jogo

A recepção geral foi positiva, com destaque especial para a direção de arte e a atmosfera. A crítica descreve o jogo como uma mistura peculiar de gêneros que, de alguma forma, funciona muito bem graças ao charme, ao estilo cartunesco e à jogabilidade divertida, com destaque para as diversas missões secundárias que dão vida aos personagens do elenco.

Nem tudo são elogios, claro. Uma das críticas mais recorrentes aponta que, apesar do design aconchegante, o ritmo de jogo acaba se tornando repetitivo em alguns trechos, mesmo com as tentativas do jogo de manter a experiência variada. É o tipo de ressalva que costuma aparecer em jogos de exploração mais contemplativos: quem busca desafio ou uma curva de dificuldade mais acentuada pode achar a experiência morna demais.

Ainda assim, para o público certo, a experiência supera as ressalvas. As comparações mais citadas remetem a Sable, mas também aparecem referências a Death Stranding, Life is Strange e Outer Wilds — companhia e tanto para um jogo indie de estúdio estreante. Vale lembrar que essas impressões vêm da versão paga original, lançada em 2024; a versão distribuída de graça agora pela Epic é exatamente a mesma, sem cortes de conteúdo.

Como resgatar o jogo grátis

O processo de resgate segue o padrão de sempre da plataforma e não exige cartão de crédito nem qualquer tipo de assinatura:

  1. Acesse a Epic Games Store pelo navegador (store.epicgames.com) ou pelo launcher instalado no computador.
  2. Faça login com sua conta ou crie uma gratuitamente, caso ainda não tenha.
  3. Vá até a aba “Loja” e procure a seção de jogos gratuitos, geralmente destacada logo na página inicial.
  4. Clique em Caravan SandWitch e confirme a opção “Obter”.
  5. Verifique se o valor exibido é R$ 0,00 antes de finalizar a operação.
  6. Pronto — o jogo fica associado permanentemente à sua conta, mesmo que você desinstale depois.

Um detalhe que passa despercebido por muita gente: não é preciso baixar o jogo na hora. Basta resgatar dentro do prazo da promoção; o download pode ficar para quando você tiver tempo e espaço livre no HD ou SSD.

Quando muda de novo

A troca semanal é praticamente automática no calendário da Epic, sempre às quintas-feiras (ou quartas, dependendo do fuso horário considerado). Caravan SandWitch fica disponível até o dia 20 de agosto, quando a plataforma libera o próximo título da lista. Quem tiver interesse faz bem em anotar a data, já que a maioria dos jogos some do catálogo gratuito assim que a semana termina, voltando a ser vendido pelo preço cheio.

Vale um lembrete para quem ainda não tem o hábito: manter notificações ativadas ou marcar um lembrete semanal evita perder títulos que às vezes custam o equivalente a um jogo AAA de lançamento. Ao longo de 2026, a Epic já distribuiu produções bem avaliadas, misturando indies premiados com jogos de estúdios maiores, e a tendência é que esse ritmo continue firme até o fim do ano — inclusive com a possibilidade de brindes diários na reta final de dezembro, repetindo o que aconteceu em anos anteriores.

Para quem gosta de jogos de exploração sem pressa, sem combate e com boa dose de mistério, esta semana é uma daquelas em que vale a pena reservar alguns minutos só para clicar em “Obter” antes que o prazo feche.

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agosto 13, 2026 | Abraham Costa

10 Animes de Fantasia Sombria que Quase Ninguém se Lembra de Ter Visto

10 Animes de Fantasia Sombria. Todo mundo cita Berserk, Claymore ou Attack on Titan quando o assunto é fantasia sombria. É justo, são obras que definiram o gênero. Mas existe uma camada inteira de animes que passou batido — lançamentos que saíram na época errada, ficaram presos em licenciamentos que nunca renderam dublagem, ou simplesmente afundaram no meio de temporadas lotadas.

Essa lista reúne dez deles: títulos que qualquer fã de fantasia sombria vai reconhecer o tom, mas que raramente aparecem em conversa.

1. Shigurui: Death Frenzy (2007)

10 Animes de Fantasia Sombria
MUBI

Ambientado no período Edo, Shigurui acompanha dois espadachins, Gennosuke e Seigen, cuja rivalidade nasce dentro de uma escola de esgrima onde a disciplina beira a tortura. O anime da Madhouse é conhecido por um único motivo entre quem já assistiu: a cena de duelo do primeiro episódio, entre um homem manco e outro sem um braço, filmada com um realismo anatômico que a maioria dos animes de ação evita. Fora isso, é uma obra lenta, cruel com seus personagens e sem nenhuma pressa em entregar redenção para ninguém. Baseado no mangá de Takayuki Yamaguchi, é fantasia sombria no sentido mais literal: o sobrenatural quase não aparece, mas a brutalidade humana ocupa esse espaço inteiro.

2. Now and Then, Here and There (1999)

Tue Nguyen via Youtube

Um garoto comum é arrastado para um mundo devastado governado por um ditador que sequestra crianças para transformá-las em soldados. Não tem magia, não tem espadas encantadas, mas carrega todo o peso emocional que se espera de uma fantasia sombria: fome, escravidão, crianças sendo usadas como armas de guerra. É uma série de 13 episódios que muita gente recomenda em fóruns antigos e quase ninguém assistiu de fato, porque o tom pesado espanta quem espera aventura. Para quem aguenta o golpe, é uma das histórias mais duras já produzidas em formato de anime de TV.

3. Youkai Ningen Bem — Bem, o Monstro Humanoide (2006)

10 Animes de Fantasia Sombria
Super Animes

Remake de uma série de 1968, esta versão de 2006 segue três yōkai — Bem, Bera e Belo — que chegam a uma cidade litorânea tomada por uma atmosfera doentia, provocada tanto por monstros quanto pela própria crueldade humana. Eles lutam contra outras criaturas na esperança distante de um dia se tornarem humanos de verdade, mesmo sendo hostilizados pelas próprias pessoas que protegem. É um anime de 26 episódios do Studio Comet que nunca teve grande distribuição fora do Japão e acabou esquecido mesmo por quem gosta do gênero, apesar da premissa — monstros tentando merecer humanidade — ser exatamente o tipo de material que fantasia sombria costuma explorar bem.

4. Übel Blatt (2025)

Daily Anime! via Youtube

A adaptação chegou décadas depois do mangá de Etorouji Shiono começar, e mesmo assim passou quase despercebida. A história segue Köinzell, um dos catorze guerreiros enviados para deter uma ameaça que colocaria o império em colapso; traído pelos próprios companheiros e dado como morto, ele volta anos depois carregando uma espada negra e um plano de vingança contra os “Sete Heróis” que o venderam. É fantasia medieval no sentido mais clássico — traição, espadas amaldiçoadas, guerreiros caídos —, só que executada com uma frieza que os fãs de shows mais populares do gênero vão reconhecer na hora. A série teve recepção morna e um número pequeno de episódios, o que ajudou a apagá-la do radar quase assim que estreou.

5. Karas (2005)

10 Animes de Fantasia Sombria
IMDb

Um OVA de seis episódios da Tatsunoko Production ambientado numa Tóquio dividida entre o mundo dos humanos e o dos espíritos. Karas é o guardião dessa fronteira, um ser que veste uma armadura viva para combater outro espírito corrompido que decidiu que a cidade precisa ser purgada. A animação mistura desenho tradicional com CG de um jeito que, para 2005, era bem à frente do que a maioria produzia, mas o formato curto e a distribuição limitada fizeram Karas desaparecer rápido das listas de recomendação, apesar de ter uma das estéticas mais sombrias e adultas do período.

6. Le Portrait de Petit Cossette (2004)

IMDb

Um jovem antiquário se apaixona por um retrato de uma garota francesa morta há séculos, e a partir daí é arrastado para dentro das memórias dela, revivendo repetidamente a tortura que a matou. O SHAFT usou aqui uma linguagem visual experimental — cores explodindo fora de qualquer paleta natural, quadros que se fragmentam — para transformar horror gótico em algo quase insuportável de assistir em certos momentos. É uma minissérie de três episódios que intimida pela reputação de “difícil”, o que também explica por que tão pouca gente chegou a vê-la até o fim.

7. Kai Doh Maru (2001)

CSFD

OVA de quase 50 minutos da Production I.G. ambientado no período Heian, quando espíritos malignos ainda habitavam florestas e rios do Japão. A protagonista, criada como homem desde criança, integra um grupo de guerreiros que protege a capital contra essas criaturas, até que uma antiga amiga de infância — agora possuída por um ódio sobrenatural — se torna sua inimiga mortal. É uma reinterpretação sombria do folclore japonês sobre Kintarō e Minamoto no Raikō, com uma animação digital que na época chamou atenção por rivalizar com produções maiores do próprio estúdio, mas o formato curto condenou o título ao esquecimento quase imediato.

8. Requiem from the Darkness (2003)

10 Animes de Fantasia Sombria
MUBI

Baseado nas histórias de Natsuhiko Kyogoku, este anime da TMS Entertainment acompanha um escritor no Japão feudal que colhe relatos de horror pelo país e, em cada episódio, acaba se envolvendo com um trio de vingadores sobrenaturais contratados para punir crimes que a lei não alcança. É fantasia sombria em formato de antologia: cada história fecha em si mesma, geralmente com um final perturbador, sem o alívio cômico que boa parte dos animes de época insiste em incluir. Treze episódios só, transmitidos originalmente em horário pouco favorável, e que sumiram do radar mesmo entre quem acompanha anime de terror histórico.

9. Mnemosyne (2008)

2 Danicritic

Uma mulher imortal trabalha como detetive particular numa Tóquio alternativa enquanto é caçada por seres que quebram sua imortalidade da forma mais violenta possível a cada poucos episódios. É fantasia sombria misturada com noir e ficção científica, com uma violência gráfica que, somada à curta tiragem de seis episódios, limitou bastante seu alcance fora de um público bem específico. A atmosfera fria e o roteiro fragmentado fazem dela uma obra mais lembrada por reputação do que por quem realmente assistiu até o fim.

10. Basilisk: The Kouga Ninja Scrolls (2005)

LofZOdyssey

Dois clãs ninja rivais, unidos havia gerações por uma trégua, são forçados a retomar a guerra por ordem do próprio governo — e no meio disso está um casal de herdeiros apaixonados, cada um pertencente a um dos lados. Baseado no romance de Futaro Yamada, Basilisk é fantasia sombria disfarçada de história de amor impossível: poderes sobrenaturais grotescos, mortes que chegam sem aviso e a certeza, desde o primeiro episódio, de que o final feliz não é uma opção sobre a mesa. Foi razoavelmente comentado no lançamento, mas caiu no esquecimento nos anos seguintes, ofuscado por séries de ninja mais leves que dominaram o gênero depois dele.

Por que essas séries somem tão fácil

Tem um padrão em quase todos esses títulos: formatos curtos, janelas de lançamento ruins e distribuição internacional limitada. OVAs de seis episódios não competem em algoritmo de streaming com séries de 24 episódios que dominam a temporada inteira. Séries de 2001 a 2008 muitas vezes nunca chegaram a plataformas modernas, ficando restritas a DVDs importados ou fansubs que hoje são difíceis de encontrar. E séries recentes, como Übel Blatt, podem simplesmente sair na estação errada, competindo com lançamentos maiores no mesmo trimestre.

Nenhum desses motivos tem relação com qualidade. Pelo contrário: boa parte dessa lista entrega o que fãs de fantasia sombria mais pedem — consequência real, personagens que não saem ilesos e um mundo que não existe para servir o protagonista. Se sobrar tempo numa maratona, vale mais a pena garimpar um desses do que assistir pela quinta vez algo que já está em toda lista do gênero.

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agosto 12, 2026 | Abraham Costa

Mushoku Tensei 3: trailer do arco Chaos Breaker mostra o que vem depois do treino de Eris

Mushoku Tensei 3: trailer do arco Chaos Breaker. A produção de Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation soltou nesta segunda-feira (10) o primeiro vídeo promocional do próximo arco da terceira temporada, batizado de Chaos Breaker. O material chega justamente na reta final do Arco de Treinamento de Eris, sinalizando que a história está prestes a mudar de cenário — e de tom.

Quem acompanha a série desde a primeira temporada sabe que cada troca de arco costuma vir acompanhada de uma escalada na complexidade da trama, e o trailer não esconde isso: cenas de uma fortaleza flutuante gigantesca, um antigo aliado voltando ao centro da história e um clima consideravelmente mais pesado do que o visto nos episódios recentes, mais focados no amadurecimento de Eris.

O que aparece no trailer

O vídeo tem o Chaos Breaker como protagonista visual — a fortaleza voadora comandada por Perugius, o chamado Rei Dragão Blindado. É essa estrutura que dá nome ao arco. As imagens também trazem Rudeus voltando ao Continente Demônio, região onde ele passou boa parte da primeira temporada enfrentando situações limite, e o reencontro promete tensão: o próprio material promocional deixa claro que rever certas figuras do passado não vai ser simples para o protagonista.

Diferente de outros teasers da série, que costumam ser mais genéricos, esse traz um recorte de trama relativamente específico. Rudeus e Nanahoshi embarcam rumo ao Chaos Breaker depois de avanços nas pesquisas dela sobre um círculo mágico capaz de mandá-la de volta ao mundo original. A recompensa de Perugius por essa colaboração seria justamente uma audiência com o próprio Rei Dragão. Só que o plano sai dos trilhos quando Nanahoshi contrai a Drenagem de Mana, uma doença rara e potencialmente fatal, o que muda completamente o foco da jornada.

Quando estreia o episódio 8 e onde assistir

O novo arco começa oficialmente no episódio 8, intitulado “Passado, Maldição e Invocação”, com estreia marcada para domingo, dia 16 de agosto de 2026, no Japão. A distribuição segue o modelo já usado nos episódios anteriores da temporada: exibição simultânea na Crunchyroll, com legendas em português no lançamento e dublagem brasileira chegando algumas semanas depois. Quem prefere esperar a versão dublada, portanto, vai ficar um pouco atrás do ritmo da transmissão original — o que já era esperado, já que o áudio em português dos episódios de julho também seguiu esse mesmo atraso.

As duas primeiras temporadas continuam disponíveis tanto na Crunchyroll quanto na Netflix, com opção de dublagem completa em português, o que facilita bastante para quem quer maratonar a história antes de encarar o novo arco.

Do que trata o Chaos Breaker, sem entregar spoilers pesados

Sem entrar em detalhes que estraguem a experiência de quem está acompanhando episódio por episódio, dá pra resumir a proposta do arco em uma frase: é o momento em que a trama volta a colocar Rudeus contra uma ameaça que ele não controla totalmente. A doença de Nanahoshi funciona como gatilho da história, forçando o protagonista a correr contra o tempo em busca de uma cura, e esse caminho o coloca frente a frente com a Rainha Demônio Atoferatofe, uma figura de temperamento instável que promete conflito direto.

O detalhe que chama atenção de quem segue a obra original é que esse arco reaproxima a trama de personagens e lugares do Continente Demônio, cenário que ficou em segundo plano desde a primeira temporada. Para quem começou a assistir só recentemente, vale lembrar rapidamente do contexto: foi ali que Rudeus, ainda criança, passou por uma fase decisiva de sua formação, cercado de aliados que moldaram boa parte do que ele se tornou depois.

Novos personagens e o elenco de dublagem japonês

Mushoku Tensei 3: trailer do arco Chaos Breaker
Mushoku Tensei 3: trailer do arco Chaos Breaker – Imagem: Canaltech

A produção também confirmou parte do elenco de vozes que entra nessa nova fase. Rikiya Koyama assume o papel de Perugius Dola, uma escolha que já está gerando comentários entre fãs mais antigos por conta de trabalhos anteriores do ator em outras produções de fantasia. As dubladoras que já acompanham a série desde o início seguem confirmadas: Yumi Uchiyama como Rudeus, Ai Kayano como Sylphiette, Konomi Kohara como Roxy, Reina Ueda como Ariel e Shion Wakayama como Nanahoshi.

Transmissão especial antes da estreia

Para marcar a virada de arco, a plataforma japonesa ABEMA vai transmitir um programa ao vivo no próprio dia 16 de agosto, horas antes da exibição do episódio 8. A atração reúne as dubladoras principais para uma retrospectiva da temporada e comentários sobre o que vem a seguir — um formato que a produção já usou em lançamentos anteriores da franquia e que costuma render spoilers controlados, além de bastidores da gravação.

De onde vem essa terceira temporada

Vale relembrar rapidamente o caminho até aqui. A terceira temporada estreou em 5 de julho de 2026, dando continuidade direta aos eventos encerrados na segunda temporada, exibida entre 2023 e 2024. Os primeiros episódios se concentraram no chamado Arco de Treinamento de Eris, período em que a personagem passa por um processo intenso de amadurecimento — tanto no domínio da espada quanto emocionalmente, depois dos eventos traumáticos vividos nas fases anteriores da história.

A adaptação segue baseada na light novel escrita por Rifujin na Magonote, com ilustrações de Shirotaka, e essa fase específica corresponde ao volume 14 da obra original. A animação continua a cargo do Studio Bind, com direção de Ryosuke Shibuya, enquanto o design de personagens ficou dividido entre Sanae Shimada e Ryota Furukawa.

Uma franquia que segue dividindo opinião

Poucas séries isekai geram tanto debate quanto Mushoku Tensei. A obra carrega, desde o começo, uma reputação de polarizar o público — parte da audiência aponta o comportamento do protagonista nos primeiros arcos como problemático, enquanto outra parte defende que justamente esse desconforto inicial é o ponto de partida para um arco de redenção que se desenrola ao longo de várias temporadas. Esse tipo de discussão tende a esquentar de novo a cada novo arco, e Chaos Breaker não deve ser exceção, principalmente por reaproximar a trama de escolhas que Rudeus fez no passado.

Fora da tela, a franquia segue crescendo em outras frentes. Um jogo mobile chamado Mushoku Tensei: Chronicle of Echoes, com sistema de batalhas em 3D, está em desenvolvimento e já reuniu inscrições para pré-registro, sinal de que a editora aposta em manter a base de fãs engajada mesmo fora dos períodos de exibição do anime.

O que esperar daqui pra frente

Com o episódio 8 marcando a virada de arco, a expectativa entre os fãs é de que o ritmo da temporada mude de forma perceptível — menos foco no cotidiano dos personagens e mais peso dramático, na linha do que costuma acontecer quando a trama de Mushoku Tensei decide acelerar. Se o padrão dos arcos anteriores se repetir, é provável que Chaos Breaker se estenda por vários episódios antes de fechar esse ciclo da história, abrindo espaço para o próximo capítulo da jornada de Rudeus.

Por enquanto, quem quiser se preparar para a estreia de domingo tem alguns dias pela frente para revisar os últimos episódios do Arco de Treinamento de Eris e chegar ao episódio 8 com o contexto redondo — principalmente entendendo bem o papel de Nanahoshi na trama, já que é a condição dela que dá o pontapé inicial para tudo que vem a seguir.

Vale a pena maratonar antes de domingo?

Para quem está por dentro da temporada desde julho, a resposta é simples: só acompanhar o ritmo normal já é suficiente, já que o Arco de Treinamento de Eris fecha as pontas soltas antes da virada. Mas para quem parou no meio do caminho ou pulou algum episódio, vale reservar um tempo antes de domingo — o trailer deixa claro que o Chaos Breaker parte de decisões e relações construídas justamente nesses episódios mais recentes, então chegar sem esse contexto pode deixar a estreia do arco menos impactante.

Também ajuda revisar rapidamente os eventos da primeira temporada ligados ao Continente Demônio, já que boa parte do peso emocional do novo arco depende de reconhecer rostos e situações que ficaram meio esquecidos depois de duas temporadas de distância. Não é obrigatório, mas faz diferença sentir o reencontro de Rudeus com aquele cenário como algo carregado de história, e não como um lugar qualquer visitado pela primeira vez.

De qualquer forma, o mais importante agora é só uma coisa: separar a agenda para domingo, dia 16, e acompanhar tanto a transmissão especial da ABEMA quanto a estreia do episódio 8 — o ponto em que Mushoku Tensei decide, mais uma vez, elevar a aposta.

Imagem do topo: Critical Hits

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agosto 11, 2026 | Abraham Costa

Sonic é confirmado no Fortnite: o que se sabe sobre a chegada do ouriço na temporada Override

A espera acabou. Depois de meses de vazamentos, capturas de tela suspeitas e teorias soltas em fóruns de dataminers, a SEGA e a Epic Games finalmente bateram o martelo: Sonic vai estrear no Fortnite. O anúncio saiu na segunda-feira, 10 de agosto, através de um vídeo curto publicado simultaneamente nos perfis oficiais do personagem e no canal da SEGA no YouTube, encerrando um dos rumores mais insistentes do ano dentro da comunidade do battle royale.

O crossover faz parte da Temporada 4 do Capítulo 7, batizada de Override, que chega no dia 20 de agosto. A julgar pelo material divulgado até agora, essa não vai ser uma simples skin isolada jogada no item shop — o plano parece maior, com direito a cenário próprio, mecânicas emprestadas dos jogos clássicos e uma proposta que a Epic vem chamando internamente de temporada dos “ícones dos videogames”.

O teaser que confirmou tudo

O vídeo divulgado pela SEGA tem menos de quinze segundos, mas trouxe informação suficiente para acabar com qualquer dúvida. Nele, Peely — a banana que virou mascote não oficial do Fortnite — aparece coberta por uma aura azul, correndo em velocidade absurda por um cenário verde cheio de colinas, checkers amarelos e vermelhos no chão e pontes suspensas no ar. O visual não deixa margem para engano: é a Green Hill Zone, a fase de abertura do primeiro Sonic the Hedgehog, lançado em 1991.

Durante a corrida, Peely sobe um loop inteiro sem perder velocidade, do jeito clássico que qualquer pessoa que já jogou um Sonic reconhece na hora, e vai coletando anéis dourados espalhados pelo caminho — outro elemento retirado direto da franquia. No fim do clipe, surge o logotipo da temporada Override.

A publicação da SEGA carregava um título que já brincava com a expectativa dos fãs, misturando referências a hacking com o nome do jogo, e a legenda perguntava, em tom de piada, se Sonic já tinha ouvido falar de um tal “Fortnite”. A resposta veio embutida na própria pergunta.

Green Hill Zone vira ponto de interesse

O detalhe que mais chamou atenção dos jogadores foi o cenário. Diferente de outras parcerias em que a franquia convidada entra só como skin ou emote, tudo indica que a Green Hill Zone vai virar um ponto de interesse de verdade dentro do mapa do Fortnite, com o relevo, as cores e os elementos de cenário reconhecíveis da fase original recriados em 3D.

Isso abre espaço para pensar em mecânicas específicas amarradas ao local, algo que a Epic já fez antes em parcerias grandes, como zonas com física alterada ou pontos de interação exclusivos. Ainda não existe confirmação oficial sobre gameplay, mas o próprio movimento de Peely no teaser — correndo em disparada e subindo paredes — sugere que a velocidade vai ser o tema central dessa colaboração, o que faz todo sentido tratando-se do personagem mais rápido dos games.

Uma temporada dedicada às lendas dos videogames

Sonic não chega sozinho. O nome Override já vinha sendo associado, desde julho, a uma temporada com tema de “Gaming Legends” — uma espécie de reunião de ícones que marcaram a história dos videogames. Antes mesmo do anúncio do ouriço, a Epic havia confirmado publicamente a parceria com Persona 5, revelando pistas por meio de um ARG dentro do Discord oficial do jogo, com transmissões escondidas e códigos que remetem diretamente ao universo dos Phantom Thieves.

Uma dessas transmissões, apelidada de “TakeYourHeart”, é uma referência direta ao cartão de visitas usado pelo grupo liderado por Joker em Persona 5 — e reforça leaks anteriores que já apontavam uma skin do protagonista como parte do Passe de Batalha da temporada.

Além de Sonic e Persona, a lista de nomes que circula entre vazadores e páginas especializadas inclui Mega Man, Pac-Man, Tetris, Minecraft, Crash Bandicoot, Vampire Survivors e até Kingdom Hearts, da Square Enix. Nem todos esses nomes têm confirmação oficial — muitos seguem apenas como especulação baseada em arquivos encontrados no código do jogo — mas o padrão já é claro: a Override quer reunir o máximo possível de referências que qualquer pessoa que cresceu jogando videogame vai reconhecer de cara.

Quando a temporada começa

Sonic é confirmado no Fortnite
Sonic é confirmado no Fortnite – Imagem: Matuz CL via Youtube

A data está marcada: 20 de agosto de 2026, um dia depois do encerramento da temporada atual, prevista para o dia 19. Antes disso, porém, a Epic já programou um evento chamado Unstable, agendado para 15 de agosto às 15h no horário de Brasília, que deve funcionar como uma ponte entre as duas temporadas e preparar o terreno para as mudanças que estão por vir.

Vale lembrar que a Override será a última temporada completa do Capítulo 7, que começou em novembro de 2025. Depois dela, a expectativa entre os jogadores mais atentos ao calendário é de uma temporada mais curta, que deve se encerrar com um evento ao vivo — um formato que a Epic já repetiu várias vezes ao longo da história do jogo para fechar capítulos.

Por que essa parceria faz sentido agora

O timing não é coincidência. Sonic completa 35 anos em 2026, e a SEGA vem tratando essa data com todo o peso que ela merece: o personagem já passou por Sonic Racing: CrossWorlds neste ano, além de uma sequência de colaborações menores em outros jogos e experiências independentes ao longo dos últimos meses. Levar o ouriço para dentro do Fortnite, um dos jogos mais jogados do mundo, é basicamente garantir que o aniversário chegue a um público gigantesco que talvez nunca tenha encostado em um console da SEGA.

Do lado da Epic, a lógica também é simples: cada parceria licenciada movimenta a economia do jogo, atrai gente que tinha parado de jogar e ainda alimenta a narrativa de que o Fortnite não é mais só um battle royale, e sim uma espécie de ponto de encontro entre franquias que, em qualquer outro contexto, jamais estariam no mesmo lugar.

O que ainda falta ser revelado

Apesar da confirmação, boa parte dos detalhes práticos segue em aberto. A Epic e a SEGA ainda não divulgaram quais skins vão estar disponíveis, se Dr. Eggman também vai aparecer como personagem jogável, quais outros personagens da franquia podem entrar ao longo da temporada, nem como vai funcionar a integração da Green Hill Zone dentro do restante do mapa.

Um dos rumores mais fortes entre a comunidade é a existência de um item mítico de velocidade, que permitiria correr pelo mapa em ritmo parecido com o do próprio Sonic — algo coerente com o que já apareceu no teaser, mas que segue sem qualquer confirmação oficial da Epic até o momento da publicação deste texto.

O que esperar dos próximos dias

Com o anúncio oficial feito, é bem provável que novos detalhes comecem a vazar ou serem confirmados nos próximos dias, especialmente conforme o evento Unstable, marcado para 15 de agosto, se aproxima. Historicamente, a Epic costuma soltar o trailer completo da nova temporada poucos dias antes do lançamento, então a expectativa é que o Passe de Batalha, a lista definitiva de colaborações e as mudanças no mapa sejam revelados entre o dia 15 e o dia 20 de agosto.

Por enquanto, fica confirmado o essencial: Sonic vai correr pela ilha do Fortnite a partir do dia 20 de agosto, a Green Hill Zone vai fazer parte do mapa e a temporada Override promete ser uma das mais recheadas de referências dos últimos tempos dentro do jogo da Epic Games.

Imagem do topo: Games GG

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agosto 8, 2026 | Abraham Costa

Fandom de High School DxD volta a ganhar força nas redes

Mesmo depois de anos sem uma nova temporada, High School DxD continua longe de ser esquecido. Nos últimos meses, o anime voltou a aparecer com mais frequência em discussões nas redes sociais, fóruns e comunidades dedicadas à obra.

Parte desse movimento vem dos próprios fãs antigos, que continuam compartilhando cenas, fanarts e teorias. Ao mesmo tempo, novos espectadores estão conhecendo a série e entrando nas discussões sobre uma das perguntas que acompanha o anime há anos: afinal, High School DxD ainda pode ganhar uma 5ª temporada?

Entre essas conversas também começaram a circular rumores apontando que um possível retorno poderia acontecer somente em 2030. Até o momento, porém, não existe confirmação oficial de uma nova temporada ou de uma data de estreia.

Por que High School DxD voltou a ser comentado?

Um dos principais motivos é a nostalgia. A primeira temporada estreou em 2012 e, durante vários anos, High School DxD esteve entre os animes mais conhecidos do gênero ecchi, principalmente pela mistura de batalhas sobrenaturais, comédia, romance e fanservice.

Mesmo após a quarta temporada, lançada em 2018, a obra manteve uma comunidade bastante ativa.

Outro ponto é que o anime continua sendo descoberto por pessoas que não acompanharam sua exibição original. Isso acaba trazendo novamente perguntas sobre a continuação da história e sobre o futuro de personagens como Issei Hyoudou e Rias Gremory.

E a história de uma 5ª temporada em 2030?

Fandom de High School DxD volta a ganhar força nas redes

É justamente aqui que é preciso ter cuidado.

Apesar das publicações e comentários que circulam entre fãs, não existe até agora um anúncio oficial confirmando que a 5ª temporada de High School DxD será lançada em 2030.

A data passou a aparecer em discussões da comunidade e acabou alimentando ainda mais as especulações sobre o retorno do anime. Como costuma acontecer nesses casos, o rumor rapidamente se espalhou e começou a ser tratado por algumas pessoas como se fosse uma informação confirmada.

Por enquanto, 2030 deve ser encarado apenas como especulação.

High School DxD ainda tem público

Talvez o mais interessante em toda essa história seja perceber que, mesmo tantos anos depois da última temporada, ainda existe interesse em High School DxD.

Basta surgir qualquer rumor relacionado ao anime para as discussões voltarem. Fãs comentam sobre quais partes da light novel poderiam ser adaptadas, possíveis mudanças na animação e até qual estúdio poderia assumir uma eventual continuação.

Isso também mostra que a ausência de uma nova temporada não fez a obra desaparecer. Pelo contrário: High School DxD continua sendo lembrado por quem acompanhou o anime no passado e segue conquistando novos espectadores.

Ainda existe esperança para a 5ª temporada?

Existe interesse dos fãs, mas isso é diferente de existir uma produção confirmada.

Até que algum anúncio seja feito pelos responsáveis pela franquia, qualquer data envolvendo uma 5ª temporada precisa ser tratada como rumor. Isso inclui a especulação sobre um lançamento em 2030.

Ainda assim, uma coisa parece clara: mesmo depois de tantos anos, o público de High School DxD continua por perto. Se uma nova temporada realmente for anunciada algum dia, dificilmente passará despercebida.

E para quem acompanha a obra desde as primeiras temporadas, resta a velha pergunta: quanto tempo ainda será necessário esperar para ver Issei, Rias e companhia novamente em uma nova temporada?

Leia também: As Maiores Polêmicas de High School DxD: Tudo Que a Fandom Não Consegue Deixar Pra Trás

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agosto 8, 2026 | Abraham Costa

Maplestar confirma nova animação de High School DxD para 2026

O animador independente Maplestar revelou que pretende retornar ao universo de High School DxD com uma nova animação ainda em 2026. A novidade apareceu em uma atualização publicada pelo criador, na qual ele também comentou sobre o andamento de outros projetos que estão atualmente em produção.

O anúncio chega após a boa repercussão de seus trabalhos mais recentes, incluindo a animação inspirada em Chainsaw Man, que colocou Reze e Denji em destaque.

Além dos novos lançamentos, Maplestar também abriu uma votação voltada aos seus apoiadores. A enquete permanecerá disponível durante aproximadamente um mês e poderá ser acessada por assinantes dos níveis SUPER SPICE! e LEWD SPICE GOD, dando à comunidade a oportunidade de participar da escolha de futuros projetos.

High School DxD terá continuação

Maplestar confirma nova animação de High School DxD para 2026

Uma das revelações que mais chamou atenção foi justamente o retorno de High School DxD.

Maplestar confirmou que está preparando uma pequena sequência de sua animação anterior baseada na franquia. Desta vez, o projeto dará continuidade aos acontecimentos envolvendo Rias Gremory e Issei Hyoudou, retomando a história apresentada no vídeo anterior do animador.

Por enquanto, uma data específica para a estreia não foi divulgada. A previsão, entretanto, é de que a nova animação seja disponibilizada ainda em 2026.

A confirmação deve chamar atenção principalmente de quem acompanhou o primeiro projeto de Maplestar envolvendo os personagens e aguardava uma possível continuação.

Outros projetos também estão em desenvolvimento

High School DxD não é a única produção presente nos planos do animador. Na mesma atualização, Maplestar mostrou prévias relacionadas a projetos inspirados em One Piece, Frieren e Maple-chan.

As imagens divulgadas ajudam a mostrar como está o desenvolvimento das próximas animações e indicam que diferentes produções estão avançando simultaneamente.

Entre elas, Sakamoto Days aparece como o próximo lançamento previsto. Depois será a vez de Kaiju No. 8. Segundo as informações compartilhadas pelo criador, ambos os trabalhos já se encontram nas etapas finais de coloração e composição.

Maplestar prepara vários lançamentos para 2026

O restante do calendário também deverá ser movimentado. Os projetos envolvendo Frieren, Maple-chan e One Piece continuam planejados para chegar ao público até o final de 2026.

Com isso, além de dar continuidade ao trabalho baseado em High School DxD, Maplestar pretende manter uma sequência de lançamentos inspirados em diferentes franquias de anime ao longo dos próximos meses.

A nova animação de Rias e Issei ainda não possui uma data oficial, portanto novas informações sobre o projeto deverão surgir conforme a produção avançar.

Fonte: Blog oficial de Maplestar no Patreon

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agosto 8, 2026 | Abraham Costa

Animação completa de Reze x Denji inspirada em Chainsaw Man

A espera terminou para quem acompanhava as prévias do novo trabalho de Maplestar. A animação completa de Reze x Denji, inspirada nos personagens de Chainsaw Man, já está disponível.

Reze e Denji formam uma das duplas mais conhecidas da obra, principalmente por tudo o que acontece durante o arco protagonizado pela garota-bomba. A relação dos personagens rapidamente conquistou uma parcela dos fãs e continua rendendo ilustrações, teorias e produções feitas pela comunidade.

Maplestar já havia apresentado conteúdos envolvendo os dois personagens anteriormente, aumentando a expectativa para a chegada da versão completa.

Reze e Denji em nova animação de Maplestar

Animação completa de Reze x Denji inspirada em Chainsaw Man

O projeto traz a interpretação do animador para os personagens criados por Tatsuki Fujimoto. Como acontece em outros trabalhos de Maplestar, o visual procura preservar características que tornam os personagens facilmente reconhecíveis pelos fãs do anime e do mangá.

A produção completa chega depois de um período de desenvolvimento acompanhado por quem segue o trabalho do artista.

Com o lançamento, Reze entra para a lista de personagens de grandes franquias de anime que já receberam adaptações produzidas por Maplestar.

Para quem acompanha Chainsaw Man, o projeto também chega em um momento de grande popularidade da personagem, que se tornou uma das favoritas do público mesmo aparecendo durante uma parte específica da história.

Onde encontrar a animação completa de Reze x Denji

A animação completa de Reze x Denji pode ser encontrada no link disponibilizado abaixo.

Fonte: Mega

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agosto 8, 2026 | Abraham Costa

Maplestar confirma animação completa de Reze x Denji e revela próximos projetos

Maplestar trouxe novidades para quem acompanha suas produções. Em uma atualização publicada em seu blog, o animador confirmou a chegada da animação completa protagonizada por Reze e Denji, personagens de Chainsaw Man, e também comentou sobre o que pretende produzir nos próximos meses.

Segundo o criador, o projeto envolvendo a dupla recebeu uma atenção especial durante o desenvolvimento. As animações divulgadas anteriormente não foram feitas apenas como conteúdos isolados: elas também funcionaram como uma preparação para construir melhor a dinâmica entre Reze e Denji antes da produção principal.

Reze e Denji podem ganhar uma continuação

Maplestar confirma animação completa de Reze x Denji e revela próximos projetos

A estratégia de dividir determinados projetos em diferentes etapas também ajuda Maplestar a observar a reação de seus seguidores. Dessa forma, o artista consegue identificar quais personagens e histórias despertam maior interesse antes de decidir investir em novas produções.

A recepção de Reze x Denji aparentemente foi positiva o suficiente para colocar uma possível sequência nos planos do animador. Maplestar revelou que considera voltar aos personagens em uma futura animação.

Maplestar confirma animação completa de Reze x Denji e revela próximos projetos

A ideia seria explorar um período posterior aos acontecimentos apresentados no mangá de Chainsaw Man, dando mais espaço para a relação entre Reze e Denji e apresentando uma nova situação envolvendo a dupla.

Por enquanto, entretanto, essa continuação ainda aparece como uma possibilidade e não como um lançamento com data definida.

Maplestar revela quais serão suas próximas animações

O animador também aproveitou a atualização para apresentar parte de seu cronograma de produções.

Antes de iniciar sua próxima animação de maior duração, Maplestar pretende realizar uma nova enquete entre seus apoiadores. A votação será utilizada para descobrir quais personagens ou projetos a comunidade gostaria de acompanhar futuramente.

Entre os conteúdos que já estão planejados estão animações menores baseadas em Sakamoto Days e Kaiju No. 8. Esses projetos devem chegar antes das próximas produções completas.

Depois deles, o destaque será uma animação envolvendo Frieren e Himmel, personagens de Frieren: Beyond Journey’s End. O projeto já havia sido mencionado anteriormente pelo artista e agora aparece novamente entre suas próximas produções.

Outra novidade será a estreia de Maple-chan como protagonista de uma animação própria. A personagem deve receber seu primeiro vídeo após a produção de Frieren e Himmel.

Projeto inspirado em One Piece continua nos planos

Quem estava esperando pela produção relacionada a One Piece também recebeu uma atualização. O projeto não foi abandonado e continua fazendo parte do planejamento de Maplestar.

No entanto, a animação deverá chegar somente depois dos trabalhos que já estão atualmente na fila de produção.

Com isso, a sequência planejada pelo criador inclui conteúdos de diferentes franquias, passando por Chainsaw Man, Sakamoto Days, Kaiju No. 8, Frieren e posteriormente One Piece.

Maplestar agradece apoio dos fãs

Para encerrar a publicação, Maplestar agradeceu aos seguidores e apoiadores que aguardaram durante o período de produção de Reze x Denji.

O animador destacou que o suporte recebido da comunidade continua sendo fundamental para manter seus projetos em desenvolvimento. Ele também afirmou que pretende divulgar novas informações conforme as próximas animações avançarem.

Com vários trabalhos já planejados e a possibilidade de uma nova história envolvendo Reze e Denji, os próximos lançamentos de Maplestar devem continuar trazendo personagens bastante conhecidos entre os fãs de anime e mangá.

Fonte: MEGA

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agosto 8, 2026 | Abraham Costa

Todos os Códigos de Trapaça de Skyrim para PC

Depois de mais de uma década, Skyrim continua sendo daqueles jogos que a gente sempre volta a jogar — e uma das razões é justamente a liberdade que o console de comandos dá pro jogador. Quer virar um gigante e pisotear Whiterun? Quer se tornar invencível pra explorar uma masmorra difícil sem medo de morrer? Dá pra fazer tudo isso digitando alguns comandos.

Diferente de GTA, os “cheats” de Skyrim não são combinações de botão nem senhas escondidas: são comandos de um console de desenvolvedor que a Bethesda deixou disponível para qualquer jogador de PC (e Mac) mexer. Reuni aqui os mais úteis e divertidos, organizados por categoria, além do passo a passo pra ativar tudo sem erro.

Importante: só funciona no PC (e Mac)

Antes de mais nada, um aviso que muita gente esquece: o console de comandos só está disponível nas versões de PC e Mac do jogo, seja a versão original, a Special Edition ou a Anniversary Edition. Quem joga no PlayStation, Xbox ou Nintendo Switch não tem acesso a esse recurso — nesses casos, a alternativa é recorrer a mods (nos consoles que suportam).

Como abrir o console de comandos

Todos os Códigos de Trapaça de Skyrim para PC

O processo é simples:

  1. Durante a partida, pressione a tecla ~ (til), geralmente localizada abaixo da tecla Esc e à esquerda do número 1 no teclado americano. Em teclados ABNT, costuma ser a tecla ' (aspas) ou a que fica no mesmo lugar.
  2. Uma caixa de texto vai aparecer na parte inferior da tela.
  3. Digite o comando desejado e aperte Enter para executá-lo.
  4. Pressione ~ novamente para fechar o console e voltar ao jogo normalmente.

Alguns comandos pedem um “alvo” (target) — ou seja, você precisa clicar em um NPC, objeto ou item na tela antes de digitar o código, para que o efeito seja aplicado a ele especificamente. Quando o comando começa com player., o efeito é aplicado direto ao seu personagem, sem precisar selecionar nada.

Dica importante: salve o jogo antes de sair testando comandos, principalmente os mais avançados. Eles não desativam conquistas na Steam, mas alguns podem travar quests ou corromper o save se usados sem cuidado — então tenha sempre um save separado só para “brincar”.

Comandos essenciais para o dia a dia

Esses são os cheats mais usados, sejam para facilitar a jogatina ou só para se divertir:

ComandoEfeito
tgmAtiva o modo deus (vida, estamina e magicka infinitas, sem peso no inventário)
tclDesativa colisões — atravessa paredes e voa livremente pelo cenário
tdetectOs NPCs param de te notar (ninguém percebe roubos ou invasões)
tfcLibera a câmera livre, ideal para tirar screenshots
player.additem 0000000f 1000Adiciona 1000 peças de ouro ao seu personagem
player.setlevel [número]Define o nível do seu personagem
advlevelAvança automaticamente para o próximo nível
player.modav carryweight [número]Aumenta o limite de peso que você pode carregar
unlockDestranca a porta, baú ou fechadura selecionada (clique no alvo antes)
resurrectRessuscita um NPC morto que esteja selecionado
killMata instantaneamente o alvo selecionado
showracemenuReabre o menu de criação de personagem para editar aparência e raça
psbLibera todos os feitiços do jogo instantaneamente
player.setav [skill] [número]Define diretamente o valor de uma perícia (ex: player.setav onehanded 100)
saqCompleta todos os estágios ativos das suas quests atuais

Comandos de itens e inventário

ComandoEfeito
player.additem [código do item] [quantidade]Adiciona um item específico ao inventário
player.removeitem [código do item] [quantidade]Remove um item do inventário
player.equipitem [código do item]Equipa um item automaticamente
player.removeallitemsEsvazia completamente o inventário do personagem
additem [código] [quantidade] (com alvo selecionado)Adiciona o item ao inventário de um NPC selecionado

Alguns códigos de itens úteis para usar junto com additem:

  • Ouro: 0000000f
  • Poção de cura menor: 0003EAE2
  • Machado de guerra de aço: 00013982
  • Espada de ferro: 00013994
  • Armadura de couro (peitoral): 0001397E

Comandos de personagem e progressão

ComandoEfeito
player.setlevel [número]Altera o nível do personagem
player.setav health [número]Define os pontos de vida máximos
player.setav stamina [número]Define a estamina máxima
player.setav magicka [número]Define a magicka máxima
player.setrace [raça]Muda a raça do personagem (ex: player.setrace nordrace)
sexchangeTroca o sexo do personagem selecionado
player.setav speedmult [número]Altera a velocidade de movimento (100 é o padrão)

Comandos de NPCs e criaturas

ComandoEfeito
killMata o alvo selecionado
resurrectRessuscita o alvo selecionado
recycleactorReseta completamente um NPC (aparência, inventário, diálogos)
setessential [ID do ator] 1Torna um NPC “essencial” (imortal em combate normal)
setessential [ID do ator] 0Remove a proteção de “essencial” de um NPC
disableFaz o alvo selecionado desaparecer do jogo
enableTraz de volta um objeto ou NPC que foi desativado com disable
setrelationshiprank [ID do ator] [número]Altera o nível de relacionamento com um NPC

Comandos de mapa e viagem

ComandoEfeito
coc [nome da célula]Teleporta para uma localização específica (ex: coc whiterun)
coc qasmokeTeleporta para a sala de testes da Bethesda, cheia de todos os itens do jogo
tmm 1Revela todos os marcadores do mapa (viagem rápida)
tmm 0Esconde todos os marcadores do mapa novamente
toggleclippingAlterna colisões (mesmo efeito do tcl)

Comandos de tempo e ambiente

ComandoEfeito
set timescale to [número]Altera a velocidade da passagem do tempo (padrão é 20)
sw [código do clima]Força uma condição climática específica
advancepctime [horas]Avança o relógio do jogo em X horas
twsAlterna o clima automático do jogo

Comandos de quests

ComandoEfeito
saqAvança (completa) todos os estágios de todas as quests ativas
caqsCompleta todos os estágios de todas as quests do jogo, incluindo a principal
sqsMostra o status de todas as quests ativas com seus respectivos IDs
setstage [ID da quest] [número do estágio]Avança uma quest específica para um estágio determinado
completequest [ID da quest]Marca uma quest específica como concluída

Dicas para usar os comandos com segurança

  • Anote os IDs de NPCs e itens antes de usar comandos que dependem de “alvo” — clique no personagem ou objeto primeiro, com o console aberto, para confirmar que selecionou o certo.
  • caqs é poderoso demais para uso casual. Ele avança literalmente todas as quests do jogo de uma vez, incluindo a história principal, o que pode estragar a experiência se você não quiser spoilers.
  • Combine comandos sem medo. É perfeitamente possível usar tgm junto com tcl para voar pelo mapa sendo invencível, por exemplo — não há limite de quantos cheats ativos ao mesmo tempo.
  • Reative o comando para desligar o efeito. Praticamente todo comando do tipo liga/desliga (como tgm, tcl e tdetect) funciona como um interruptor: digite de novo para reverter.
  • Nada disso desbloqueia conquistas de forma indevida — a Bethesda não bloqueia troféus da Steam por uso de console, mas isso não vale para versões de console de outras plataformas nem para speedruns oficiais.

Vale a pena usar cheats em Skyrim?

Depende do que você busca. Se a ideia é revisitar o jogo de um jeito diferente — criar um personagem absurdamente forte, testar builds malucas ou simplesmente relaxar sem se preocupar com dificuldade — os comandos são uma mão na roda. Já quem está numa run de conquistas ou quer preservar a imersão da primeira jogatina talvez prefira deixar essas ferramentas de lado, ou usá-las com moderação só para resolver bugs pontuais.

De qualquer forma, com essa lista você já tem praticamente tudo que precisa para transformar Tamriel do seu jeito. Qual desses comandos você vai testar primeiro na sua próxima sessão?

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