Kusunoki-san wa Koukou Terá Adaptação em Anime: Veja Tudo Sobre o Anúncio
Kusunoki-san wa Koukou Terá Adaptação em Anime. O mangá romântico que conquistou leitores com a premissa de dois ex-marginalizados fingindo ter conseguido reinventar a vida no colégio finalmente ganhou luz verde pra virar anime. Kusunoki-san wa Koukou Debut ni Shippai Shite Iru — título que chegou ao ocidente como Kusunoki’s Flunking Her High School Glow-Up, via Kodansha USA — teve sua adaptação confirmada nesta quinta-feira (23), encerrando anos de expectativa de quem acompanha a obra desde 2022.
O anúncio veio acompanhado de visual-chave e trailer de teaser, e já traz nomes de peso na equipe: produção assinada por Passione e Hayabusa Film, direção de Midori Yui — que também assume a composição de série —, design de personagens de Koji Haneda e trilha sonora composta por Hyadain, nome conhecido de quem curte openings marcantes em animes de comédia romântica.
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Do que trata a história, afinal
Pra quem nunca leu, a sinopse resume bem por que a obra caiu no gosto do público: Keisuke Shizuki era um garoto gordinho, de óculos, tratado com desprezo o ensino fundamental inteiro. Determinado a não repetir a mesma história no colegial, ele passa o verão inteiro se transformando — perde peso, troca os óculos por lentes de contato, reformula a postura. Entra no ensino médio como praticamente outra pessoa, e o plano funciona bem demais: ninguém desconfia do passado dele.
Ninguém, exceto uma pessoa: Shizuka Kusunoki, colega de classe que estudou com ele no fundamental e reconhece o antigo Keisuke debaixo da nova aparência. O detalhe irônico é que ela passou pelo mesmo processo. Também era isolada, também não tinha amigos, também se transformou visualmente pra entrar no colegial como uma pessoa nova — só que, diferente de Keisuke, ela não conseguiu resolver o problema de verdade. Por trás da fama de bonita e popular (tem até boato de garotos se declarando pra ela), Kusunoki continua sem saber como manter uma amizade, sem repertório social, perdida.
A saída que ela encontra é pedir ajuda justamente pra pessoa que sabe do seu passado. Só que Keisuke tem um problema seríssimo pra lidar com isso: desenvolveu uma espécie de fobia de garotas bonitas depois de ouvir, ainda no fundamental, a garota por quem era apaixonado zombando dele pelas costas. Passar a ajudar Kusunoki significa encarar exatamente o tipo de situação que ele mais evita.
A trama ganha mais uma camada de tensão quando Ririsa Hebikawa — a responsável indireta pelo trauma de Keisuke — aparece matriculada na mesma escola. De repente, o plano de recomeço perfeito de Keisuke corre risco por dois lados: o segredo que só Kusunoki conhece, e a garota que motivou todo esse processo de reinvenção.
Um mangá que cresceu aos poucos até virar fenômeno de nicho
A obra é escrita e ilustrada por Mitsuki Mii, e começou a ser publicada na Pixiv Comic, sob o selo Comic Pool da Ichijinsha, em outubro de 2022. Não é daquelas séries que explodiram da noite pro dia: o crescimento foi gradual, sustentado por boca a boca entre leitores que se identificaram com a proposta — nada de fantasia, nada de escola de poderes, só duas pessoas comuns tentando lidar com trauma social usando a ferramenta mais rasa possível, que é a aparência.
Até janeiro de 2026, a obra já somava sete volumes encadernados no Japão, com o oitavo previsto pra sair no fim deste mês. Foi indicada ao Next Manga Awards, na categoria web — prêmio que costuma servir de termômetro pra séries que ainda não estouraram mas têm tudo pra virar sucesso mainstream assim que ganham uma adaptação.
No ocidente, a Kodansha USA garantiu os direitos de publicação em inglês ainda em 2023, durante painel na Anime NYC, e vem lançando os volumes desde agosto de 2024. O fato de uma editora ocidental grande ter apostado na série antes mesmo do anime ser confirmado já dizia muita coisa sobre o potencial que enxergavam nela.

Passione e Hayabusa Film: o que esperar da produção
A escolha da Passione como um dos estúdios responsáveis chama atenção de quem acompanha animes de temática escolar e comédia romântica com um pé em conflito emocional mais denso — o estúdio já emprestou nome a projetos que equilibram humor leve com desenvolvimento de personagem mais cuidadoso. A parceria com a Hayabusa Film reforça esse compromisso: normalmente esse tipo de dupla-produção sinaliza um esforço maior na direção de arte e na ambientação, em vez de simplesmente correr pra entregar episódios sem lapidação.
A direção fica com Midori Yui, que acumula a função de responsável pela composição de série — ou seja, também vai decidir como o roteiro do mangá é adaptado episódio a episódio, o que costuma ser decisivo pra manter o ritmo emocional de uma obra que depende tanto de timing de comédia quanto de cenas mais sérias sobre trauma e insegurança. O design de personagens fica com Koji Haneda, cujo trabalho geralmente prioriza expressões faciais bem marcadas — essencial numa história onde tanto humor quanto desconforto emocional passam primeiro pelo rosto dos personagens antes mesmo da fala.
Já a trilha sonora nas mãos de Hyadain é, sinceramente, um dos detalhes mais animadores do anúncio pra quem acompanha produção musical de anime. Hyadain tem currículo extenso em openings cativantes e enérgicos, o tipo de assinatura sonora que costuma grudar na cabeça do espectador — combinação que funciona bem com séries de comédia romântica escolar, gênero que depende de uma abertura marcante pra fixar identidade logo nos primeiros segundos.
Por que esse anúncio pesa mais do que parece
Existe uma leitura de mercado por trás desse tipo de confirmação. Mangás de nicho que crescem devagar, sem viralizar de forma explosiva, costumam levar mais tempo pra conquistar uma adaptação — e quando conquistam, normalmente é sinal de que a editora e o comitê de produção enxergaram fôlego suficiente pra sustentar não só uma temporada, mas potencialmente mais.
O timing também não é aleatório. O anúncio saiu poucos dias antes do lançamento do oitavo volume japonês, movimento clássico de sincronizar hype editorial com hype de anime — quem descobre a série pelo anúncio do anime já encontra material recente esperando na banca, e quem já lia o mangá ganha um motivo extra pra continuar acompanhando de perto.
Vale reforçar: ainda não há data de estreia confirmada, nem elenco de dubladores revelado, nem emissora ou plataforma de streaming responsável pela exibição fora do Japão. O que existe, por enquanto, é a confirmação oficial da produção, com equipe técnica definida e visual-chave divulgado — o tipo de anúncio que costuma anteceder em meses (às vezes mais de um ano) a chegada de informações mais concretas sobre elenco e cronograma.
O que fica pra quem quer acompanhar de perto
Pra quem já é fã do mangá, a recomendação óbvia é continuar acompanhando os volumes japoneses ou a tradução da Kodansha USA enquanto a produção do anime avança nos bastidores. Pra quem está descobrindo a obra agora por causa do anúncio, vale aproveitar esse intervalo antes da estreia pra ler o material original — a história já tem volume suficiente publicado pra entregar uma experiência completa, sem o risco de “spoiler de anime” atropelando o ritmo de quem prefere descobrir tudo pela primeira vez já animado.
De qualquer forma, é mais um exemplo de como o mercado de anime continua garimpando obras de nicho que investem em desenvolvimento emocional genuíno em vez de fórmulas repetidas — e Kusunoki-san wa Koukou Debut ni Shippai Shite Iru parece ter conquistado justamente esse espaço aos poucos, sem pressa, até chegar no ponto de virar animação oficial.
Kusunoki-san wa Koukou Terá Adaptação em Anime – Imagens: Intoxi Anime
Zoro Está Prestes a Ganhar um Upgrade de Poder Que Pode Mudar Tudo em One Piece
Zoro Está Prestes a Ganhar um Upgrade de Poder. Zoro passou os últimos anos sendo o cara que todo mundo elogia mas ninguém explica direito o porquê. Ele tem Haki do Rei desde Onigashima, virou uma das “Asas do Rei dos Piratas”, corta montanhas, corta o próprio destino (leia-se: aquela cicatriz absurda no olho) — e mesmo assim continua sendo tratado como “o segundo mais forte” sem uma justificativa concreta na trama. Isso está prestes a mudar. E não é wishful thinking de fã: Oda deu as peças, capítulo após capítulo, pra um salto de poder que devia acontecer há tempos.
O gatilho está na saga de Elbaf, mais especificamente no confronto contra Saint Sommers, que começou no capítulo 1187. E o detalhe que ninguém deveria ignorar é este: o próprio mangá já admitiu, texto explícito, que Zoro não sabe controlar o Haki do Rei que possui.
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O problema que Oda plantou de propósito
Voltando um pouco: Zoro despertou o Haki do Rei ainda em Onigashima, lá pelo capítulo 1033, contra King. Usou de novo pouco depois, contra Kaido. Só que, diferente de Luffy — que passou o timeskip inteiro do Egghead treinando essa habilidade com direito a explicação técnica e tudo —, Zoro nunca recebeu o mesmo tratamento narrativo. Ele simplesmente tem o poder e usa quando dá, sem controle, sem refinamento, sem cena de treino.
O capítulo 1152 deixou isso escancarado: o domínio de Zoro sobre o Haki do Rei é frágil, quase acidental. E é justamente esse buraco na história — um poder bruto que ninguém ensinou a lapidar — que está sendo usado agora como motor da evolução dele. Sommers não é só mais um oponente forte da saga; ele é o adversário desenhado para forçar Zoro a resolver essa pendência.
Espadas negras: o upgrade que já está em andamento
A parte mais concreta (e mais legal, sinceramente) é o que já apareceu nas páginas mais recentes: Zoro revestindo as lâminas com Haki do Rei até elas escurecerem por completo. Não é força bruta, é técnica de fato — impregnar as espadas com esse Haki avançado, do jeito que Shanks faz com a lâmina dele, do jeito que Roger fazia. É a diferença entre “cortar forte” e “cortar com uma arma que carrega intenção de conquistador”.
Isso não é teoria de fórum. É o que Oda está desenhando, literalmente, nos capítulos mais recentes da saga. E o resultado projetado por quem acompanha de perto o ritmo da história é direto: ao final da luta contra Sommers, Zoro deve sair mais forte que boa parte dos Yonko atuais, brigando de igual para igual com nomes como Sanji nas discussões de tier list — o que, pra quem lembra da era pré-timeskip em que Zoro mal tinha recompensa própria, é uma virada e tanto.
A velha teoria da fruta que voltou a circular
Tem uma segunda camada nessa história, mais especulativa, mas que voltou a bombar justamente por causa do que está acontecendo agora no mangá. Anos atrás, numa dessas seções de perguntas e respostas que Oda costuma escrever nos volumes encadernados, ele foi perguntado qual fruta do diabo caberia melhor em cada Chapéu de Palha se eles fossem usuários. Para Zoro, a resposta foi a Uo Uo no Mi, Modelo: Seiryu — a mesma fruta de dragão que Kaido possui. Só que Oda fez questão de detalhar algo estranho: não seria Zoro quem comeria a fruta. Seria uma das espadas dele.
Isso soa bizarro até você lembrar que o universo de One Piece já normalizou objetos comendo frutas do diabo. Lassoo, o cachorro-arma de Arabasta, comeu uma fruta Zoan e virou uma arma de fogo falante. Mais recentemente, o martelo Ragnir apareceu com a Risu Risu no Mi, Modelo Ratatoskr, confirmando que Oda ainda gosta desse conceito e não abandonou a ideia. Some isso ao fato de que a arma de Shamrock, um dos personagens mais poderosos revelados na saga final, também carrega poder de fruta do diabo dentro da lâmina.
Nada disso confirma que uma das espadas de Zoro — Wado Ichimonji, Sandai Kitetsu ou a temida Enma — vai literalmente comer uma fruta e virar um dragão. É especulação, e vale tratar como tal. Mas dentro da lógica temática que Oda constrói há décadas — Zoro ligado a dragões, ao imaginário samurai, à obsessão por ser o melhor do mundo do mesmo jeito que Kaido queria ser o mais forte de todos — a peça encaixa bem demais pra ser só coincidência de SBS antiga.
Por que isso importa agora, e não em qualquer outro momento
O timing é o que torna essa conversa relevante hoje e não há cinco anos. One Piece está na reta final. Oda não tem mais espaço pra subtramas que não levem a algum lugar, e cada arco daqui pra frente carrega peso de desfecho. Colocar Zoro numa saga inteira dedicada a expor a fragilidade do controle dele sobre o Haki do Rei, logo agora, é assinatura clara de que esse é o momento escolhido pra fechar essa lacuna de vez.
Some a isso outro detalhe que reforça o timing: em julho de 2026 saiu no Japão o romance “One Piece Novel Zoro”, reunindo capítulos já publicados na One Piece Magazine e trazendo material inédito sobre a fase em que ele ainda procurava Mihawk (achando, na real, que estava atrás de um assassino misterioso). Não é upgrade de poder dentro da timeline principal, mas mostra o quanto a editora está investindo em aprofundar justamente esse personagem no exato momento em que ele ganha protagonismo dentro do mangá central. Não parece acaso.

O que esperar dos próximos capítulos
Dá pra separar isso em dois blocos, sem misturar fato com desejo de fã:
O que já está confirmado: Zoro enfrentando Sommers numa luta desenhada especificamente pra testar (e evoluir) o controle dele sobre o Haki do Rei, com as espadas ganhando o revestimento escurecido característico dessa técnica avançada.
O que ainda é teoria, mesmo que bem fundamentada: a possibilidade de uma das lâminas dele carregar, no futuro, uma fruta do diabo nos moldes da Uo Uo no Mi. Interessante, coerente com o histórico do autor, mas sem confirmação oficial na trama atual.
De qualquer forma, o caminho está desenhado. Zoro sai dessa saga diferente do que entrou — e pela primeira vez em muito tempo, a série está dando a ele o mesmo cuidado narrativo que sempre reservou pro Luffy. Vale acompanhar capítulo a capítulo, porque essa é uma daquelas evoluções que Oda não costuma resolver rápido — e olhando pro histórico dele, o pagamento tende a valer a espera.
Imagem do topo: Reddit
Kaketa Tsuki no Mercedes ganha primeiro trailer e confirma estreia para janeiro de 2027
Kaketa Tsuki no Mercedes ganha primeiro trailer. O site oficial da adaptação de Kaketa Tsuki no Mercedes: Kyuuketsuki no Kizoku ni Tensei Shita kedo Suteraresou nanode Dungeon wo Seiha suru — nome internacional Mercedes and the Waning Moon: The Dungeoneering Feats of a Discarded Vampire Aristocrat — soltou nesta semana o primeiro vídeo promocional do anime, encerrando meses de expectativa dos leitores da light novel. Junto do trailer vieram uma nova arte promocional e a confirmação oficial da janela de estreia: janeiro de 2027, dentro da temporada de inverno.
Quem acompanha lançamentos de isekai e fantasia sabe que esse tipo de anúncio costuma vir em doses separadas — primeiro um visual, depois o elenco, só então o trailer. Aqui a produção resolveu concentrar quase tudo de uma vez: além das cenas de animação, o vídeo já apresenta um resumo visual da protagonista, do cenário e do tom da obra, deixando claro que o estúdio quer entrar com força na disputa da próxima temporada.
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Do que trata a história
Mercedes Grunewald é a protagonista que dá nome ao título em português (Mercedes e a Lua Minguante, numa tradução livre). Ela nasce como filha ilegítima de um nobre vampiro influente, fruto de uma relação com uma concubina sem posses. Desde cedo, Mercedes sabe que jamais será escolhida como herdeira: essa posição está reservada a outro filho, nascido dentro do casamento oficial da família.
O problema é o que acontece depois. Quando o pai finalmente decidir quem herda o título, Mercedes, a mãe e a velha serva que cuidou dela a vida inteira correm o risco de serem simplesmente descartadas, sem renda, sem proteção e sem lugar na sociedade nobre. É esse medo concreto — não uma ameaça abstrata de vilão, mas a possibilidade real de abandono — que empurra a menina para um caminho pouco comum entre nobres: virar caçadora de masmorras.
No mundo da obra, explorar dungeons é uma das poucas profissões abertas a qualquer pessoa, inclusive crianças, desde que tenham disposição para treinar. Mercedes começa a se preparar ainda pequena, apostando justamente na vantagem que herdou por nascer numa família de vampiros. A ideia central da trama é essa: uma garota sem talento reconhecido pela nobreza que decide construir sozinha a segurança da própria família, usando o corpo e as habilidades vampíricas como ferramenta, não como maldição.
Vale registrar que a série não é original de anime — ela nasce da pena de Fire head, autor da light novel publicada pela editora TO Books desde 2021, que já soma quatro volumes no Japão. Ou seja, quem gostar do trailer tem material impresso de sobra para adiantar a leitura antes da estreia.
Quem está por trás da produção
A ficha técnica divulgada junto do trailer ajuda a entender o tipo de acabamento que dá para esperar da série. A direção ficou com Kunihisa Sugishima, nome conhecido por comandar títulos como Strike Witches, Yu-Gi-Oh! e Beyblade: Metal Fury — um currículo que mistura ação coreografada com produções voltadas a um público mais jovem, o que faz sentido dado o tom de Kaketa Tsuki no Mercedes, que mistura fantasia sombria com crescimento pessoal.

O roteiro é assinado por Jun Kumagai, que já trabalhou em Persona 4: The Golden Animation. O design de personagens ficou a cargo de Nami Shouyama, profissional com passagem por Buddy Daddies e Yu-Gi-Oh! Go Rush!!, o que sugere um traço mais expressivo e menos genérico do que costuma aparecer em adaptações de isekai feitas às pressas.
A trilha sonora reúne dois nomes que vêm ganhando espaço na cena musical de anime: R.O.N, responsável por trabalhos como Kuroneko to Majo no Kyōshitsu, e Shūhei Mutsuki, ligado a Lycoris Recoil. A animação ficará por conta do estúdio Teddy, que já passou por Slime Taoshite 300-nen II e vem se firmando aos poucos como uma casa de produção atenta a projetos de fantasia com pegada mais intimista, longe dos grandes blockbusters de estúdios maiores.
O que o trailer mostra (e o que ele esconde)
O vídeo evita spoilers pesados, como é praxe em primeiros trailers, mas cumpre o papel de estabelecer atmosfera. As cenas alternam entre a rotina de treinamento de Mercedes ainda criança e flashes do que parece ser sua vida já mais crescida, explorando as tais masmorras. A paleta de cores aposta em tons frios, reforçando o clima de “lua minguante” que dá nome à obra, enquanto os poucos segundos de combate mostrados sugerem uma abordagem mais tática do que espetacular — nada muito distante do que se via em produções recentes do gênero “reencarnação com objetivo prático de sobrevivência”, em vez da fórmula do herói que já nasce overpowered.
Não há, até o momento, confirmação de elenco de dublagem. Esse costuma ser o próximo anúncio natural nesse tipo de campanha promocional, então quem está de olho no projeto deve esperar novidades nas próximas semanas, possivelmente acompanhadas de um segundo trailer já mais próximo da temporada de inverno.
Por que vale ficar de olho
O gênero isekai vive um momento de saturação — basta olhar o catálogo de qualquer temporada recente para encontrar meia dúzia de protagonistas reencarnados com poderes absurdos enfrentando problemas que nunca parecem sérios de verdade. Kaketa Tsuki no Mercedes aposta numa saída diferente: o risco da protagonista não é um vilão cósmico, é a pobreza e o abandono familiar, algo bem mais palpável dentro da própria lógica do enredo.
Some a isso uma equipe técnica com experiência real em ação bem coreografada (caso de Sugishima) e design de personagens vindo de produções recentes bem avaliadas, e dá para entender por que o anúncio já está circulando entre fãs de fantasia e vampiros como uma aposta séria para a temporada de janeiro de 2027, e não apenas mais um título de preenchimento de grade.
Resta acompanhar se o ritmo da adaptação vai conseguir equilibrar o drama familiar do início da história com a progressão de poder de Mercedes conforme ela avança pelas masmorras — esse é, historicamente, o ponto onde boa parte dos animes desse estilo perde o fôlego pela metade. Por enquanto, o que existe é só o primeiro gancho: uma garota decidida a não deixar a própria família virar estatística de uma corte nobre indiferente.
Como a obra chegou até aqui
Vale lembrar o caminho que a franquia percorreu até esse trailer. O anúncio da adaptação em si não é recente: a confirmação de que a light novel viraria série animada já circulava desde meados de 2025, sem muitos detalhes de produção. De lá para cá, o silêncio foi quase total — nada de elenco, nenhuma imagem de trabalho, apenas a certeza de que o projeto seguia em andamento em algum estúdio japonês. Esse tipo de hiato costuma acender um sinal de alerta entre fãs mais desconfiados, que temem atraso ou cancelamento silencioso. Não foi o caso aqui: o material chegou completo, com trailer, visual e ficha técnica fechada de uma vez, o que normalmente indica produção já em estágio avançado.
Um nicho específico dentro do isekai
Chama atenção também o recorte de público que a obra parece mirar. Diferente da maioria dos isekais de ação voltados a um público majoritariamente masculino, Kaketa Tsuki no Mercedes nasce classificada como shoujo, com elementos de fatia de vida e ambientação escolar somados à fantasia e à ação de masmorra. Na prática, isso deve significar menos combate gratuito e mais espaço para a relação de Mercedes com a mãe, com a criada idosa e, provavelmente, com colegas que ela encontrar pelo caminho — um equilíbrio que costuma agradar quem procura fantasia com peso emocional real, não apenas números de dano subindo na tela.
Essa escolha também ajuda a diferenciar o título dentro de uma temporada que, historicamente, costuma vir lotada de reencarnações e sistemas de níveis. Ao colocar o núcleo familiar no centro do conflito, em vez de um sistema de jogo ou uma profecia qualquer, a adaptação aposta em amarrar o espectador pela relação entre as personagens antes de qualquer arco de poder mais grandioso.
O que esperar dos próximos meses
Com o primeiro trailer divulgado e a data de estreia confirmada, o roteiro natural de qualquer campanha de anime segue um padrão relativamente previsível: revelação de elenco principal, seguida de um segundo trailer com a música de abertura já definida, e só então o pôster final poucas semanas antes da estreia. Dado o ritmo acelerado com que essa primeira leva de informações foi entregue, não seria surpresa ver o anúncio de dublagem ainda neste ano, provavelmente entre agosto e outubro.
Enquanto isso não acontece, quem quiser se preparar para janeiro tem duas opções bem diretas: acompanhar a novel original, já com quatro volumes publicados no Japão, ou simplesmente guardar o nome na lista de estreias da próxima temporada de inverno e esperar o próximo vídeo promocional. De qualquer forma, o pontapé inicial já foi dado, e a resposta do público nas primeiras horas após o trailer sugere que Kaketa Tsuki no Mercedes entrou no radar de fãs de fantasia e vampiros com força suficiente para não passar despercebido quando janeiro chegar.
Informações: site oficial e Anime News Network.
Imagem do topo: Universo Nintendo
Ultima em Tensei Shitara Slime Datta Ken: a promotora sádica que virou uma das mais queridas da série
Ultima em Tensei Shitara Slime Datta Ken. Se Carrera representa o lado bruto e impulsivo dos demônios primordiais recrutados por Diablo, Ultima é o oposto perturbador dessa moeda: uma aparência doce, quase infantil, escondendo um dos temperamentos mais imprevisíveis de todo o elenco de Tensei Shitara Slime Datta Ken.
Ela é, ao mesmo tempo, uma das personagens mais engraçadas e mais assustadoras da obra, e essa combinação é justamente o que a tornou tão popular entre os leitores e espectadores da franquia.
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Quem é Ultima antes de chegar a Tempest
Ultima é a segunda mais jovem entre os sete demônios primordiais, um grupo de entidades extremamente antigas e poderosas que existiam muito antes da fundação da nação de Rimuru. Assim como Testarossa e Carrera, ela vivia sem um propósito muito definido até ser encontrada por Diablo, que reuniu o trio praticamente na mesma época para servir ao recém-formado Demônio Rei Rimuru.
Diferente de Carrera, que se destacava pela agressividade explícita, Ultima já demonstrava desde cedo um gosto peculiar por caos e sofrimento alheio, características que continuariam presentes mesmo depois de jurar lealdade a Rimuru. A diferença é que, dentro de Tempest, esse instinto passou a ser canalizado para funções específicas dentro da estrutura do governo, em vez de destruição sem direção.
O cargo de Ultima dentro de Tempest
Um dos aspectos mais interessantes de Ultima é o contraste entre sua personalidade e sua função oficial. Ela ocupa o cargo de Promotora-Chefe no departamento jurídico da nação, responsável por conduzir julgamentos e processos internos. Para qualquer um que conheça seu comportamento fora do tribunal, a ideia de vê-la aplicando justiça soa quase irônica — e é exatamente esse contraste que os fãs mais celebram.
Além da função jurídica, Ultima também atua como uma das líderes da divisão militar chamada Números Negros, dividindo essa liderança com Testarossa e Carrera. Essa tripla comando reflete a confiança que Rimuru deposita nas três desde que se juntaram ao governo, além de reforçar a ideia de que elas formam um bloco de poder equivalente dentro da hierarquia.
Ultima também está entre os Doze Guardiões Supremos, grupo que reúne os subordinados de maior confiança e capacidade de combate de Rimuru, reservado para situações em que apenas força bruta em altíssimo nível resolve o problema.
Aparência e o apelido “Violeta”
Ultima também é conhecida por um segundo nome, Violeta, referência direta ao seu vínculo com a cor que caracteriza sua magia e sua identidade entre os primordiais. Fisicamente, ela tem uma aparência que remete a uma garota jovem e delicada, com cabelos na altura média das costas, um visual que reforça o contraste entre a doçura aparente e a crueldade que ela demonstra quando entra em conflito.
Esse desenho intencional — beleza infantilizada ao lado de comportamento extremamente violento — não é acidente de roteiro. A série usa esse contraste várias vezes para gerar tanto humor quanto tensão, dependendo do contexto da cena.
Personalidade: sadismo, humor negro e lealdade inabalável

Ultima é provavelmente a integrante mais imprevisível do trio de primordiais. Ela costuma tratar sofrimento alheio como fonte de diversão, sem qualquer filtro moral aparente, e boa parte de suas falas carrega um tom de brincadeira mesmo em situações extremamente tensas. Esse comportamento poderia facilmente torná-la insuportável como personagem, mas a série equilibra isso com momentos em que sua lealdade a Rimuru aparece de forma genuína, sem ironia.
Foi justamente essa lealdade que ficou evidente quando a dragão Velgrynd tentou convencer o trio de primordiais a abandonar Tempest e se juntar ao Império em troca de mais poder ou liberdade. Ultima recusou junto com Testarossa e Carrera sem qualquer hesitação, deixando claro que sua devoção a Rimuru vai além de simples conveniência estratégica.
Poder e evolução ao longo da trama
Assim como as outras integrantes do trio, Ultima passou por uma evolução significativa de poder desde que chegou a Tempest. Começou classificada como Arch Daemon, um patamar já respeitável entre demônios, e evoluiu até o nível de Devil Lord, alcançando depois uma posição ainda mais elevada dentro da hierarquia de poder da série, equivalente a um Demônio Rei em potencial.
Seus títulos de batalha reforçam essa reputação: ela é conhecida tanto como “Senhora da Dor” quanto como “Demônio do Punho”, nomes que remetem diretamente ao estilo de combate corpo a corpo que prefere, muitas vezes optando por infligir sofrimento prolongado em vez de eliminar o oponente rapidamente — um reflexo direto de sua personalidade sádica aplicada ao campo de batalha.
Relação com Testarossa e Carrera
O trio formado por Testarossa, Ultima e Carrera funciona quase como uma unidade só em muitas cenas da série. Apesar de personalidades completamente diferentes — Testarossa mais fria e calculista, Carrera mais orgulhosa e obcecada por força, Ultima imprevisível e movida por impulso —, as três se apoiam mutuamente em decisões estratégicas e em batalhas de grande escala.
Essa dinâmica de grupo é um dos elementos mais citados por fãs quando o assunto é o elenco secundário de Tensura. Diferente de outros subordinados de Rimuru, que costumam ter arcos mais isolados, o trio de primordiais quase sempre aparece em conjunto, o que reforça a identidade coletiva das três dentro da narrativa.
Por que Ultima conquistou tantos fãs
Personagens que misturam humor e ameaça costumam funcionar bem em obras de fantasia, mas Ultima leva esse equilíbrio a um nível bem específico: ela nunca deixa de ser engraçada, mesmo quando está sendo genuinamente perturbadora. Essa mistura gera um tipo de popularidade diferente da que cerca protagonistas ou vilões tradicionais — ela não precisa carregar arcos dramáticos extensos para ser memorável, basta aparecer em cena para roubar a atenção.
Outro fator que ajuda é justamente o cargo que ocupa. A ideia de uma promotora sádica decidindo o destino de julgamentos internos rende situações cômicas praticamente sozinha, sem precisar de contexto adicional, o que facilita sua popularidade mesmo entre quem não acompanhou toda a linha temporal detalhada da obra.
Ultima resume um padrão que se repete em vários pontos fortes de Tensei Shitara Slime Datta Ken: personagens secundários com identidade própria, função clara dentro da estrutura de poder de Tempest e personalidade forte o suficiente para sustentar cenas inteiras sem depender do protagonista. Entre crueldade disfarçada de fofura e lealdade que nunca vacila, ela se tornou um dos nomes mais lembrados quando o assunto é o elenco de apoio da série — e prova de que nem sempre é preciso ser o personagem mais poderoso para ser o mais marcante.
Imagem do topo: BainT Anim via Pinterest
Carrera em Tensei Shitara Slime Datta Ken: quem é a demônio que abandonou Leon para servir Rimuru
Carrera em Tensei Shitara Slime Datta Ken. Entre os subordinados que Rimuru Tempest reuniu ao longo da série, poucos geram tanta curiosidade quanto Carrera. Ela pertence a um grupo restrito de sete demônios primordiais, criaturas que existem desde antes da criação do mundo atual e que raramente aparecem em batalhas comuns.
Sua entrada na trama, no entanto, não veio de uma convocação qualquer: Carrera foi recrutada por Diablo depois de anos causando problemas para o Demônio Rei Leon dentro do próprio território dele, o reino de El Dorado.
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De ameaça adormecida a nome de peso em Tempest
Antes de qualquer vínculo com Rimuru, Carrera vivia em um estado de “sono” dentro de El Dorado, o país governado por Leon. Longe de passar despercebida, ela provocava a nação constantemente, disparando magia de grande escala contra a cidade quase todos os dias só para forçar Leon a enfrentá-la em combate direto. Os cavaleiros do reino tentaram negociar diversas vezes, sem sucesso — ela simplesmente ignorava qualquer tentativa de diálogo que não envolvesse uma luta à altura do respeito que Guy Crimson tinha por sua força.
Esse comportamento diz muito sobre quem ela é: uma guerreira que mede valor pela intensidade do combate, não pela hierarquia ou pela diplomacia. Foi justamente esse traço que chamou a atenção de Diablo, responsável por convencê-la a deixar sua estagnação e servir a um novo senhor.
O encontro com Rimuru e a mudança de lealdade
Quando conheceu Rimuru pela primeira vez, Carrera não escondeu a desconfiança. Chegou a cogitar matá-lo ali mesmo, e resolveu testar a força dele liberando seu Haki de Demônio Rei em intensidade máxima — um golpe de pressão capaz de neutralizar a maioria dos oponentes só pelo impacto psicológico. Rimuru não recuou nem demonstrou hesitação, e essa reação bastou para conquistar o respeito dela. A partir do momento em que ganhou um nome oficial e um corpo físico das mãos de Rimuru, sua lealdade deixou de ser questionável: tornou-se absoluta.
Essa devoção ficou clara mais tarde, quando a dragão Velgrynd ofereceu a ela e às demais integrantes do grupo a chance de trocar de lado e se juntar ao Império. Carrera, ao lado de Ultima e Testarossa, recusou sem hesitar, reforçando publicamente seu compromisso com Tempest mesmo diante de uma proposta vinda de uma das criaturas mais poderosas do continente.
As Três Diabas e a dinâmica do trio
Carrera raramente é lembrada sozinha. Ela integra, junto com Testarossa e Ultima, o grupo informalmente chamado de Três Diabas, três primordiais recrutadas por Diablo praticamente na mesma época e que passaram a atuar como um bloco dentro da hierarquia de Tempest. Cada uma tem uma personalidade destacada: Testarossa é a mais controlada e estratégica das três, Ultima aposta em crueldade calculada e gosto por caos, enquanto Carrera se diferencia pelo orgulho declarado e pela obsessão por provas de força.
Apesar das diferenças de temperamento, as três costumam agir de forma coordenada em situações de guerra, e boa parte da popularidade do trio entre os fãs vem exatamente desse contraste: elas se completam em combate, mas raramente concordam em métodos fora dele.
Título, cargo e evolução de poder
Dentro da estrutura oficial de Tempest, Carrera ocupa o posto de Oficial de Inteligência da divisão conhecida como Números Negros, um braço militar voltado a operações estratégicas. Ela também é uma das doze figuras que compõem os Guardiões Supremos, título reservado aos subordinados mais fortes e próximos de Rimuru.
Seu título de batalha, “Menace Lord” — traduzido em algumas versões como “Rei da Destruição” —, resume bem sua abordagem: destruição direta, sem meio-termo. Em termos de evolução, ela começou a trajetória dentro da série como Arch Demon, um estágio já considerado avançado entre os demônios comuns, e avançou até o patamar de Demon Duke depois de anos ao lado de Rimuru, chegando posteriormente a ser reconhecida em nível de Verdadeiro Demônio Rei, uma classificação que coloca poucos personagens da obra no mesmo patamar.
Habilidades e arsenal
O conjunto de poderes de Carrera é um dos mais completos entre os subordinados de Rimuru. Sua habilidade suprema, batizada de Abaddon, Senhor da Destruição, funciona como o núcleo de seu poder ofensivo, complementada por um pacote extenso de habilidades intrínsecas: Aceleração de Pensamento, que multiplica sua velocidade de raciocínio em combate; Percepção Universal, capaz de captar praticamente qualquer movimento ao redor; Haki de Demônio Rei, usado para intimidar e neutralizar adversários; além de Manipulação de Espaço-Tempo e Barreira Multidimensional, recursos que ampliam bastante sua margem de sobrevivência contra oponentes de nível cósmico.
Depois de um confronto marcante contra o anjo Sandalphon, Carrera herdou uma série de habilidades ofensivas antes exclusivas da entidade angelical, incluindo golpes batizados como Necrosis, Dispel, Remove, Eraser e Judgment — nomes que remetem diretamente ao repertório de ataques capazes de anular defesas mágicas e provocar dano em nível estrutural, não apenas físico.
Aparência e personalidade

Visualmente, Carrera tem cabelos loiros e olhos azuis, com um estilo de vestimenta que remete a uniformes de combate mais do que a trajes cerimoniais, reforçando sua identidade de guerreira acima de qualquer papel administrativo. Sua personalidade é marcada por um orgulho quase teatral: ela costuma provocar adversários antes de atacar, trata batalhas como uma forma de validação pessoal e não esconde satisfação quando encontra um oponente à altura.
Ao mesmo tempo, essa arrogância convive com um código de lealdade rígido. Depois de jurar fidelidade a Rimuru, ela não demonstra qualquer sinal de dúvida quanto a essa escolha, mesmo em cenários de risco elevado, o que a diferencia de outros personagens do elenco que flertam com ambiguidade moral ao longo da trama.
Por que Carrera se tornou uma das favoritas dos fãs
Parte do apelo de Carrera vem justamente da combinação entre poder bruto e comportamento imprevisível. Diferente de outros generais de Tempest, que costumam agir com racionalidade quase militar, ela adiciona um elemento de imprevisibilidade às cenas de batalha, sempre disposta a escalar um confronto em vez de evitá-lo.
Esse perfil também alimenta boa parte do conteúdo produzido por fãs fora da obra original, de arte a fanfics, já que o contraste entre a fúria em campo de batalha e a lealdade cega dentro de Tempest oferece material rico para explorar a personagem em situações que a light novel não chega a detalhar.
Carrera resume bem um dos elementos que tornam Tensei Shitara Slime Datta Ken diferente de outras obras isekai: personagens secundários com histórico próprio, motivações específicas e poder suficiente para sustentar arcos inteiros sozinhos. Sua trajetória, que vai de uma ameaça isolada dentro do território de Leon até uma das figuras mais respeitadas da hierarquia de Rimuru, mostra como a série trata força e lealdade como conceitos conectados, não separados — e é exatamente esse tipo de construção que mantém o interesse do público mesmo em personagens que não protagonizam a trama principal.
Carrera em Tensei Shitara Slime Datta Ken – Imagem do topo: Movie Master 2004 via Reddit
Testarossa, de Tensei Shitara Slime Datta Ken: a diplomata que corta orelhas quando precisa
Tem personagem em Tensura que rouba cena sem precisar de um arco inteiro dedicado a ela, e Testarossa é o exemplo perfeito disso. Ela aparece, resolve o problema com um sorriso educado e uma dose de ameaça implícita, e some antes que você perceba o quanto ela é perigosa.
Se você chegou até aqui querendo entender quem é essa mulher de cabelo branco que trabalha ao lado de Ultima e Carrera, separei tudo que importa sobre ela — de onde veio, o que ela faz dentro de Tempest e por que o nome dela é, literalmente, uma piada com um carro esportivo.
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De onde ela vem: uma Primordial mais velha que o mundo
Testarossa não é uma criatura comum que evoluiu até virar demônio poderoso. Ela é uma Primordial, um dos sete seres que existiam antes mesmo da separação entre céu e terra, nascidos a partir do Grande Espírito Sagrado das Trevas. Junto com seus seis irmãos, ela é a contraparte sombria dos Sete Anjos da Origem — ou seja, estamos falando de algo bem mais antigo e fundamental do que a maioria dos vilões que aparecem na obra.
Durante boa parte da história do mundo, os Primordiais governaram o Inferno sob o comando de Rouge, o mais forte entre eles. Depois que dois de seus irmãos tentaram se rebelar e falharam, os três restantes — entre eles Testarossa, conhecida internamente como “Branca” — fizeram um pacto: nada de combate direto entre si. Em vez disso, preferiam disputas de estratégia, testando uns aos outros em jogos e brigando pela chance de encarnar primeiro no mundo material. É esse histórico de intriga e paciência calculada que explica boa parte do jeito como ela age hoje.
Como ela foi parar em Tempest
Testarossa não chegou à nação de Rimuru por acaso nem por lealdade espontânea. Foi Diablo quem a recrutou, junto com Ultima e Carrera, trazendo as três Primordiais para dentro da estrutura de governo de Tempest. A partir daí, ela passou a integrar os Doze Guardiões de Rimuru e assumiu um papel que muita gente subestima: o de Ministra das Relações Exteriores.
Isso é importante porque mostra uma faceta dela que não aparece tanto nas cenas de ação: Testarossa entende de política, de negociação e de como manter aparências em ambientes formais. Ela também lidera, ao lado de Ultima e Carrera, o grupo conhecido como Números Negros — uma força de elite dentro do exército de Tempest reservada para situações que exigem mais discrição e mais poder de fogo do que o normal.
Aparência: elegância que esconde os chifres
Fisicamente, Testarossa é descrita como uma mulher alta e sedutora, com cabelo branco que desce até a cintura e olhos vermelho-sangue — um contraste que, sozinho, já entrega bastante sobre a personalidade dela. No dia a dia, costuma usar um uniforme militar preto de calça folgada, mas quando o momento pede formalidade, troca para um vestido cor de verde-azulado. Sendo um daemon, ela tem chifres e asas características da raça, só que prefere mantê-los escondidos na maior parte do tempo — outro detalhe que reforça esse jeito contido e calculista de se portar.
Entre as três Primordiais recrutadas por Diablo, ela é a mais alta. E, de um jeito meio irônico, encarna quase um estereótipo de nobreza: postura ereta, modos refinados, aquele ar de quem está sempre um passo à frente na conversa.

Personalidade: refinamento com pouca paciência para incompetência
Se tem uma palavra que resume Testarossa, é rigor. Ela não tolera bem subordinados que falam fora de hora ou que agem sem pensar — e não estamos falando de uma bronca qualquer. Há um episódio específico em que ela corta a orelha de um subordinado chamado Moss só para deixar claro que insubordinação tem consequência física imediata. Esse tipo de atitude mostra que, por trás da fachada elegante, existe alguém disposta a impor disciplina do jeito mais direto possível.
Por outro lado, ela sabe reconhecer valor quando vê. Demonstra respeito genuíno por quem pensa por conta própria e usa a cabeça com inteligência — o caso mais citado é a admiração dela por Hinata, depois de perceber o quanto a guerreira conseguiu captar as intenções por trás dos planos do próprio mestre. Ou seja: Testarossa despreza burrice, mas valoriza raciocínio afiado, mesmo vindo de quem tecnicamente está do lado oposto.
E, apesar de toda essa dureza, ela é capaz de criar laços reais. O exemplo mais tocante é a relação dela com Blanche: depois de cumprir a parte dela em um contrato que envolvia a alma da mulher, Testarossa simplesmente abre mão de cobrar o pagamento e garante que Blanche tenha um enterro digno. Não é um gesto pequeno para alguém que trata regras e contratos com tanta seriedade.
Vale citar também uma cena mais leve: quando Rimuru decide dar um dia de folga para seus subordinados, Testarossa fica tão intrigada quanto Ultima e Carrera — afinal, como daemon, ela nunca teve motivo para associar “tempo livre” a alguma coisa. Ainda assim, é ela quem consegue lidar melhor com a situação nova, sem guardar rancor de mal-entendidos e se adaptando rápido ao que não conhece.
Poderes e habilidades
Testarossa está longe de ser só a cara bonita da diplomacia de Tempest. Como Primordial e Senhora Demônio, ela tem força física muito acima do normal, sentidos aguçados e um tipo de imortalidade que a torna extremamente difícil de eliminar de verdade. Ela também domina manipulação de luz — consegue projetar uma espécie de luz negra demoníaca ao redor — e tem afinidade com fogo.
O ponto mais assustador do arsenal dela, porém, é a manipulação ligada ao conceito de vida e morte. Isso permite ataques que praticamente ignoram defesa convencional, decretando a morte do alvo de forma quase instantânea. Some a isso campos de força e manipulações biológicas mais sutis, e fica claro por que ela carrega o apelido de “Senhora Assassina” em certos círculos — um título que combina bem com a frieza calculada que ela mostra em negociações.
O nome dela é uma piada com carro esportivo
Aqui vai a curiosidade que mais surpreende quem só assiste ao anime: Testarossa recebeu esse nome em homenagem ao superesportivo da Ferrari de mesmo nome. E tem uma ironia interessante nisso — “Testarossa”, em italiano, significa literalmente “cabeça vermelha” ou “ruiva”. Só que a personagem tem cabelo branco. Esse tipo de contraste proposital é uma marca registrada do autor Fuse ao batizar personagens em Tensura, e no caso dela funciona quase como uma piada silenciosa para quem presta atenção nos detalhes.
O incidente do lago tingido de escarlate
Um dos eventos mais associados ao nome de Testarossa dentro da cronologia da obra é o chamado “Incidente do Lago Tingido de Escarlate” — um episódio marcante o suficiente para ser lembrado sempre que se fala da história dela antes de entrar para Tempest. É esse tipo de passado pesado que ajuda a explicar por que ela trata poder e violência com tanta naturalidade, mesmo hoje ocupando um cargo essencialmente diplomático.
Aparições fora da obra principal
Quem quer ver Testarossa em outros formatos pode conferir a spin-off em mangá “The Ways of the Monster Nation”, onde ela aparece brevemente. Ela também ganhou uma cena cômica curta no final do volume 13 da light novel, desenhada pelo próprio Taiki Kawakami — um mimo para quem acompanha a franquia além do anime principal.
Por que ela é tão popular entre os fãs
Testarossa combina duas coisas que raramente andam juntas em personagens secundários: poder de sobra e personalidade bem definida. Ela não precisa de holofote constante para deixar impressão; basta uma cena de negociação, uma ameaça bem colocada ou um gesto inesperado de lealdade, como o caso com Blanche, para o público entender exatamente com quem está lidando. É esse equilíbrio entre frieza calculista e humanidade escondida que faz dela um dos nomes mais citados quando o assunto é elenco de apoio em Tensei Shitara Slime Datta Ken.
Imagem do topo: Aria via Pinterest
Mushoku Tensei Temporada 3: elenco, arco da história e tudo que já se sabe
Mushoku Tensei Temporada 3. Depois de mais de dois anos sem novidades em forma de episódios, Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation finalmente tem data marcada para voltar. A terceira temporada estreou em 5 de julho de 2026, com transmissão simultânea pela Crunchyroll para o público brasileiro e internacional. Para quem acompanha a franquia desde 2021, foi o retorno mais aguardado do calendário isekai deste ano — e para quem ainda não assistiu, é o momento certo para entender por que essa história virou referência dentro e fora do Japão.
Quem está por trás da produção
O Studio Bind, responsável pelas duas primeiras temporadas, continua no comando da animação. A mudança relevante fica na direção: Ryosuke Shibuya assume o posto, substituindo Manabu Okamoto, que dirigiu a segunda temporada após ter sido diretor assistente na primeira. É uma troca de bastidor, não de equipe inteira — o design de personagens segue com Sanae Shimada e Ryota Furukawa, e a trilha sonora é assinada por Yoshiaki Fujisawa, mantendo a identidade sonora que os fãs já reconhecem.
Um detalhe que chamou atenção da comunidade: Nobuhiro Osawa, produtor-chefe da EGG FIRM, comentou que existe intenção de adaptar a obra completa — um plano semelhante ao que o estúdio já persegue em outras franquias longas, como Danmachi e Sword Art Online. Não é uma promessa fechada de quantas temporadas ainda virão, mas indica que o projeto não deve parar no meio do caminho.
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Abertura, elenco novo e o que os trailers revelaram
A música de abertura se chama “Ketsui no Uta” (algo como “Canção da Decisão”), interpretada por Yuiko Ōhara — a mesma artista que cantou “Daylight”, tema de abertura da primeira temporada. A escolha não é coincidência: é um sinal claro de que a produção quer amarrar essa nova fase à origem da série, reforçando que o ciclo que começou em 2021 está longe de se encerrar.
No elenco de voz, dois nomes novos: Haruka Tomatsu dará vida a Nina Farion, e Tetsu Inada interpreta Gal Farion — personagens que entram na história a partir do arco que a temporada vai cobrir.
De onde a história retoma: o fim da Temporada 2
Para quem precisa recapitular: a segunda temporada cobriu o período da Academia de Magia de Ranoa, com Rudeus já adulto, estudando, construindo vínculos e lidando com o peso das próprias escolhas passadas. Os arcos de Sylphiette e Eris ganharam mais profundidade nesse trecho, e a série deixou claro que a proposta nunca foi só evolução de poder — é sobre o custo emocional de crescer dentro de uma segunda chance que o protagonista sabe que não mereceria por conta própria.

O final da segunda temporada fechou alguns ciclos, mas deixou pontas soltas importantes: a situação de Nanahoshi, o passado de Eris e a sombra constante do Labirinto das Ruínas do Deus da Morte, que segue pairando sobre o destino de Rudeus mesmo quando ele tenta seguir em frente.
Qual arco a Temporada 3 vai adaptar
A nova fase começa a partir do volume 14 da light novel original, escrita por Rifujin na Magonote e ilustrada por Shirotaka. O núcleo da temporada é a viagem de Rudeus e Nanahoshi até a fortaleza flutuante de Perugius — um dos Sete Grandes Poderes do mundo conhecido, ser isolado nas nuvens ao lado de suas doze Espadas Juradas, guardando conhecimento mágico que ninguém mais possui.
O que separa esse arco de uma simples missão de busca por poder é a virada que acontece no meio do caminho: um dos membros do grupo é atingido por uma doença fatal, o que obriga Rudeus a encarar até onde está disposto a ir para salvar alguém que importa para ele. É o tipo de dilema que a franquia já usou antes para colocar o protagonista contra a parede — não fisicamente, mas moralmente — e que costuma render os momentos mais discutidos entre quem acompanha a obra de perto.
Vale notar que parte da cobertura recente também associa essa fase ao período pós-Academia e aos eventos do Continente Begaritt, o que sugere que a temporada pode ir além de um único arco fechado, expandindo consequências familiares e conflitos que já vinham sendo construídos desde a temporada anterior.
Onde assistir às temporadas anteriores antes da estreia
Se você quer chegar em julho já em dia com a história, a Crunchyroll tem as duas primeiras temporadas completas no catálogo, com dublagem e legendas em português. A primeira temporada foi exibida em 2021, dividida em duas partes, somando 23 episódios. A segunda chegou com a primeira leva no verão de 2023 e fechou o ciclo na primavera seguinte, totalizando 24 episódios. É tempo suficiente para um maratona tranquila antes da estreia da nova fase.
Por que Mushoku Tensei segue sendo tratado como diferente
Isekai é um gênero saturado — protagonista comum cai em outro mundo, ganha poder, resolve tudo. Mushoku Tensei não segue essa cartilha. Rudeus não é um adolescente qualquer: ele é um homem de 34 anos, recluso, que morreu numa vida que considerava um fracasso e renasceu como bebê num mundo de magia, mantendo memórias e maturidade da existência anterior. É um protagonista adulto, falho, moralmente incômodo em vários momentos — e é exatamente esse desconforto que faz a obra ser lida como algo mais próximo de um estudo sobre redenção do que uma fantasia de poder.
Com pais afetuosos e talento raro para a magia, ele treina com a maga Roxy, aprende esgrima com o pai e constrói uma amizade que vira eixo emocional da história ao lado de Sylphiette. A segunda chance que ele recebe nunca é tratada como prêmio gratuito — é constantemente questionada, testada e paga com esforço real, o que explica por que a série segue sendo apontada como um divisor de águas dentro do próprio gênero que ajudou a popularizar.
Se as duas primeiras temporadas serviram de base para consolidar Mushoku Tensei como referência de isekai maduro, a terceira chega com a missão de provar que a história ainda tem fôlego para se aprofundar sem perder o que fez os fãs esperarem mais de dois anos por ela.
Imagem do topo: Crunchyroll
Tudo Sobre o Anime Suikoden: da OVA Esquecida de 1993 à Nova Série de 2026
Tudo Sobre o Anime Suikoden. Se você procurou “anime Suikoden” e ficou confuso com resultados que não batem entre si, o motivo é simples: existem dois animes com esse nome, feitos com décadas de diferença, e eles não têm nenhuma relação um com o outro além do título. Um é uma curiosidade obscura dos anos 90 que nem chega a citar os jogos. O outro é a adaptação oficial que a Konami está lançando agora, depois de décadas de fãs pedindo isso.
Vou separar os dois com clareza, porque misturar as informações é o erro mais comum em quem escreve sobre o assunto.
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Primeiro: Suikoden nem nasceu como anime
Antes de falar de qualquer animação, vale entender de onde vem o nome. Suikoden é a leitura japonesa de Shui Hu Zhuan, romance chinês do século XVI conhecido no ocidente como “À Margem da Água” ou “Outlaws of the Marsh”. A história original conta a jornada de 108 fora da lei que se juntam contra a corrupção de um governo — e é justamente esse número, 108, que a Konami usou como base para criar a franquia de RPGs “Genso Suikoden” no fim dos anos 90, onde o protagonista recruta 108 aliados chamados de Estrelas do Destino ao longo do jogo.
Ou seja: o jogo pegou emprestado o conceito do romance chinês, não o contrário. E isso importa para entender por que existe uma OVA de 1993 chamada Suikoden que não tem relação nenhuma com o RPG.
A OVA de 1993: Suikoden Demon Century
Se você encontrou uma ficha de anime chamada “Suikoden: Demon Century” ou “Yōseiki Suikoden” com data de 1993, essa é uma produção completamente separada dos jogos da Konami. É um OVA de aproximadamente 45 minutos, dirigido por Hiroshi Negishi e baseado numa série de light novels de Hitoshi Yoshioka (o mesmo autor por trás de “O Irresponsável Capitão Tylor”). A trama se passa num Tóquio pós-terremoto, dominado por uma gangue chamada Koryukai, onde um protagonista chamado Takateru Suga busca a irmã sequestrada com a ajuda de um grupo de aliados bizarros — incluindo um lutador que se veste de mulher e uma ex-freira mercenária.
A conexão com o romance chinês aparece só no conceito: os personagens são reencarnações modernas dos 108 guerreiros da lenda, envolvidos numa briga que atravessa séculos. Fora isso, não existe nenhum vínculo com o universo dos jogos de RPG. Quem assiste esperando ver Riou, Jowy ou qualquer nome familiar da franquia de games sai frustrado — e boa parte das resenhas da época, inclusive as da Anime News Network, tratam a obra como um curiosidade datada, com ação exagerada e roteiro raso, mais interessante como relíquia dos anos 90 do que como história bem contada.
Agora, o motivo pelo qual você provavelmente chegou aqui: Suikoden, The Anime (2026)

Depois de décadas sem nenhuma adaptação oficial, a Konami confirmou em março de 2025 que estava desenvolvendo uma série animada baseada diretamente nos jogos — e não na light novel dos anos 90. O projeto se chama simplesmente “Suikoden: The Anime” e adapta os eventos de Suikoden II, considerado por muitos jogadores o ponto alto da franquia original de PlayStation.
A produção fica a cargo da KONAMI Animation, estúdio interno criado pela própria empresa, com direção de Yuzo Sato. A NBCUniversal Entertainment Japan participa como parceira de distribuição, e a trilha sonora fica com Koji Nakamura. O design de personagens ficou nas mãos de Ryo Yamauchi, com Arata Suzuki cuidando dos rascunhos de character design da animação.
A história segue Riou (também grafado como Riliu em algumas divulgações) e seu amigo de infância Jowy, dois jovens que fazem parte da Brigada da Juventude Unicórnio no Reino de Highland. O que começa como uma trégua entre Highland e as Cidades-Estado de Jowston rapidamente desmorona, empurrando os dois amigos para lados opostos de uma guerra que vai testar tudo o que eles acreditavam sobre lealdade e amizade — o núcleo dramático que fez Suikoden II ser lembrado até hoje como uma das narrativas mais maduras de sua geração de RPGs.
Elenco e datas de lançamento
O elenco confirmado inclui Toshiki Kumagai como Riou e Shimba Tsuchiya como Jowy, com Ayumi Hinohara na voz de Nanami. Ao longo dos trailers divulgados em 2026, novos nomes foram anunciados, incluindo Taku Yashiro como Luca Blight, Chika Anzai como Jillia Blight, Ayumu Murase como Luc, e mais recentemente Jin Yamanoi como o Rei Agares Blight, Miyuki Sawashiro como Anabelle (líder da Aliança de Jowston) e Kōdai Sakai como Jess, vice-prefeito da cidade de Muse.
A trilha de abertura, intitulada “Kanashimi Sae Otonobite”, ficou por conta da banda de rock amazarashi.
Sobre as datas: a Konami confirmou uma pré-estreia especial nos cinemas japoneses a partir de 21 de agosto de 2026, cobrindo os três primeiros episódios em formato de longa, disponível por duas semanas em salas selecionadas antes da estreia na TV. A transmissão regular do anime está marcada para começar em 3 de outubro de 2026, com o primeiro episódio em formato estendido de 60 minutos.
Vale a pena jogar antes de assistir?
Se você nunca encostou nos jogos, dá para acompanhar o anime sem ter jogado nada — a série foi desenhada como ponto de entrada para quem não conhece a franquia. Mas se você quer entender por que fãs antigos estão tão animados com esse lançamento, vale considerar o “Suikoden I&II HD Remaster: Gate Rune e Dunan Unification Wars”, relançamento que reúne os dois primeiros jogos com gráficos atualizados, disponível para PlayStation, Xbox, Switch e PC. Jogar antes ajuda a perceber onde o anime escolhe seguir fielmente a história original e onde ele reinterpreta cenas — algo que a própria equipe de produção mencionou em entrevistas, destacando que cada decisão de manter ou reformular uma cena do jogo passa por aprovação direta da equipe da Konami responsável pela franquia.
Vale lembrar também que 2026 não é só o ano do anime: a Konami está lançando em paralelo “Suikoden: Star Leap”, um novo jogo para celular e PC que reúne personagens de toda a série, além de uma peça de teatro baseada no primeiro Suikoden com apresentações programadas para Tóquio e Kyoto. É o tipo de movimento que só acontece quando uma empresa decide investir pesado no retorno de uma franquia adormecida — e depois de quase três décadas sem nenhuma adaptação séria em anime, esse é o ano em que isso finalmente aconteceu.
Resumo rápido para quem só quer a resposta direta
Se alguém te perguntar “existe anime de Suikoden“, a resposta correta e completa é: sim, duas vezes. A primeira, de 1993, é uma curiosidade que não tem nada a ver com os jogos além do nome emprestado do romance chinês. A segunda, que estreia oficialmente em outubro de 2026 com pré-estreia nos cinemas em agosto, é a adaptação real da franquia de RPGs, cobrindo a história de Suikoden II com produção da própria Konami e distribuição internacional pela NBCUniversal. Se você é fã antigo da série ou só ouviu falar agora por causa do hype recente, esse é o projeto que realmente vale acompanhar.
Tudo Sobre o Anime Suikoden – Imagem do topo: Crunchyroll
Trailer de Sakamoto Days Temporada 2: o que o novo vídeo revela sobre a volta do anime
Trailer de Sakamoto Days Temporada 2. Depois de meses de silêncio desde o anúncio oficial, a Netflix soltou um novo trailer da segunda temporada de Sakamoto Days, e dessa vez o vídeo não é só um teaser de anúncio: mostra cena de luta, elenco novo e uma mudança visível na qualidade de animação.
Para quem acompanhou a primeira leva de episódios e ficou com pé atrás depois das críticas sobre ritmo e acabamento, esse novo material parece uma resposta direta.
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O que aparece no trailer
O foco do vídeo é ação, e isso não é acaso. A nova temporada assume o compromisso de levar para a tela os arcos mais densos, físicos e dramáticos da obra impressa. Depois de uma primeira parte da série mais apoiada no humor do dia a dia da lojinha de conveniência, o trailer deixa claro que o roteiro vai acelerar para dentro dos bastidores da associação de assassinos do Japão e da facção liderada por Slur.
As sequências de combate mostradas têm um ritmo visivelmente mais fluido do que o que se via na temporada anterior, com planos que tentam reproduzir a movimentação rápida das lutas com armas brancas e de fogo que marcam o mangá. É justamente esse ponto — a coreografia de ação — que mais recebia críticas na primeira leva de episódios, então a mudança chama atenção de quem já vinha reclamando do resultado final em tela.
De onde vem a trama dessa nova fase
O trailer situa a história logo depois do fim da primeira temporada. Taro Sakamoto e Shin partem para dentro da JCC, a instituição responsável por formar assassinos no Japão, numa missão de infiltração para conseguir informações sobre a figura conhecida só como “X”, o mesmo assassino apelidado de Slur. Ao mesmo tempo, um grupo de elite chamado ORDER — formado por Nagumo, Shishiba e Osaragi — segue para Kyoto a trabalho e acaba caindo numa emboscada que ninguém esperava.
Esses dois fios narrativos, a infiltração na JCC e a emboscada em Kyoto, devem se cruzar ao longo dos episódios, e é aí que a trama promete abrir o pano de fundo que muitos fãs do mangá já esperavam: o passado compartilhado entre Sakamoto, Nagumo, Rion e o próprio Slur. Quem seguiu a publicação original sabe que esse é um dos arcos mais aguardados, porque explica boa parte das motivações que ficaram em aberto na primeira temporada.
Elenco e equipe: o que muda por trás das câmeras
A produção não trocou tudo, mas fez ajustes pontuais que valem menção. A animação segue sob responsabilidade da TMS Entertainment, a mesma estúdio da primeira temporada, o que já indica continuidade visual básica. A mudança mais relevante fica na direção: Daisuke Nakajima assume o comando principal da temporada, enquanto Masaki Watanabe permanece como diretor supervisor, garantindo uma ponte entre quem já conhece o projeto e quem chega para tocá-lo de perto agora.
No elenco de vozes, três nomes novos entram para dar corpo a personagens que ganham mais destaque nessa fase da história: Kikunosuke Toya assume Amane, Misa Watanabe dá voz a Etsuko Satōda e Shinshū Fuji interpreta Yotsumura. São personagens que, até então, tinham participação mais discreta ou nem apareciam na primeira temporada, o que reforça que o universo da série está se expandindo mesmo dentro do recorte de poucos episódios por ano.
Quando estreia a temporada 2
A data oficial ainda não tem dia marcado, mas o mês está confirmado: janeiro de 2027, encaixando Sakamoto Days na temporada de inverno do anime japonês. A expectativa é que o formato de lançamento se repita, com episódios liberados semanalmente em simulcast direto na Netflix, do mesmo jeito que aconteceu com a primeira temporada, dividida em duas partes ao longo de 2025.
Isso significa que quem quiser acompanhar os episódios junto com o público japonês vai poder fazer isso sem esperar meses por uma dublagem ou legendagem posterior, já que a plataforma vinha liberando os capítulos quase ao mesmo tempo da exibição original.
Por que essa temporada carrega tanta expectativa
Sakamoto Days não é um anime qualquer dentro do catálogo da Netflix. A obra é baseada no mangá de Yuto Suzuki, publicado semanalmente na Weekly Shōnen Jump desde 2020 e que já ultrapassou a marca de 15 milhões de cópias em circulação ao redor do mundo. Números assim colocam a adaptação sob um tipo de pressão que poucas séries de anime enfrentam: qualquer escorregão na animação ou no ritmo é notado na hora pelos leitores do material original, que comparam cena a cena com o que já leram no papel.

Foi exatamente isso que aconteceu na primeira temporada. A série chegou como uma das mais aguardadas de 2025, muito por causa da popularidade prévia do mangá, mas o resultado em tela dividiu opiniões. Parte do público sentiu que a animação não acompanhava a qualidade das cenas de ação desenhadas por Suzuki, e a crítica também apontou problemas de ritmo em alguns trechos da adaptação. Esse histórico é importante para entender por que o estúdio parece ter caprichado tanto nesse novo trailer: há um esforço claro em mostrar que aprenderam com os erros.
O que esperar dos próximos meses
Até a estreia chegar, é provável que surjam mais materiais de divulgação — pôsteres, teasers menores e talvez até algum vídeo focado só em personagens específicos, como costuma acontecer com produções desse porte. Também não seria surpresa se a Netflix liberasse informações sobre o número exato de episódios dessa segunda temporada, algo que ainda não foi confirmado publicamente.
Outro ponto que costuma aparecer perto da estreia de séries desse tamanho é a divulgação de artes promocionais adicionais e, em alguns casos, pequenos vídeos de bastidores mostrando o processo de animação ou entrevistas rápidas com a equipe de produção. Esse tipo de material geralmente serve para reforçar justamente o argumento que o trailer atual já tenta passar: que o estúdio investiu tempo e cuidado extra nessa segunda leva de episódios depois da recepção dividida da primeira temporada. Vale ficar de olho nos canais oficiais da Netflix e nos perfis ligados à produção do anime, já que esse tipo de conteúdo costuma vazar ou ser liberado sem muito aviso prévio, geralmente aproveitando eventos de anime ou datas comemorativas ligadas ao mangá.
Para quem ainda não assistiu à primeira temporada, vale o aviso: os dois blocos de episódios já estão disponíveis na plataforma, e assistir a eles antes da estreia da sequência ajuda bastante a entender as referências que aparecem logo no início desse novo trailer, principalmente as ligadas ao treinamento de Sakamoto na juventude.
Perguntas frequentes
A segunda temporada já tem data exata de estreia? Não. Por enquanto só o mês foi confirmado, janeiro de 2027, sem um dia específico divulgado pela Netflix.
Quantos episódios vai ter a temporada 2? Ainda não foi divulgado. A primeira temporada foi dividida em duas partes, então não é improvável que esse formato se repita.
A dublagem em português vai continuar? Como a primeira temporada teve dublagem disponível na Netflix, a expectativa é que o mesmo aconteça com a sequência, mas isso ainda não foi confirmado oficialmente pela plataforma.
Preciso ter lido o mangá para entender essa nova fase? Não é obrigatório, mas ajuda bastante. O arco que aparece no trailer mexe com o passado de personagens que só foram apresentados de forma superficial na primeira temporada, então quem já leu o material original vai sacar referências que passariam despercebidas para quem só assiste ao anime.
Onde posso assistir à primeira temporada antes da estreia da segunda? As duas partes da primeira temporada de Sakamoto Days estão disponíveis no catálogo da Netflix.
Imagem do topo: Hypebeast
Crunchyroll confirma grandes lançamentos para a temporada de verão de 2026
A Crunchyroll revelou oficialmente a programação de animes que chegarão ao catálogo durante a temporada de verão de 2026. A nova leva de estreias promete agradar fãs de diferentes gêneros, reunindo desde aguardadas continuações até produções inéditas que já vêm chamando atenção do público.
Entre os títulos mais comentados estão Black Torch, Tomb Raider King, Jaadugar: A Witch in Mongolia, Goodbye, Lara e Smoking Behind the Supermarket with You, além de novas temporadas de franquias que conquistaram milhares de fãs nos últimos anos.
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Primeiras estreias chegam no fim de junho
A programação começa ainda em junho com algumas adaptações bastante aguardadas. Confira os títulos já confirmados para os últimos dias do mês:
24 de junho
- Heroine? Saint? No, I’m an All-Works Maid (And Proud of It)!
25 de junho
- From Overshadowed to Overpowered: Second Reincarnation of a Talentless Sage
30 de junho
- The Oblivious Saint Can’t Contain Her Power
Julho será o mês mais movimentado da temporada
O grande volume de estreias acontece logo nos primeiros dias de julho, trazendo uma mistura de ação, fantasia, romance, comédia e aventura.
1º de julho
- Hana-Kimi Season 2
- The Villager of Level 999
2 de julho
- Dara-san of Reiwa
- Kaiju Girl Caramelise
- Bungo Stray Dogs Wan! 2
- The Exiled Heavy Knight Knows How to Game the System
3 de julho
- Sorry About My Little Brothers
- I Became a Legend After My 10 Year-Long Last Stand
4 de julho
- Black Torch
- Jaadugar: A Witch in Mongolia
- Skeleton Knight in Another World Season 2
- The Cat and the Dragon
- Magical Girl Lyrical Nanoha EXCEEDS Gun Blaze Vengeance
- The Ogre’s Bride
- Grow Up Show: Sunflower Circus
- The Duke’s Son Claims He Won’t Love Me Yet Showers Me with Adoration
- Rich Girl Caretaker
Segunda semana traz continuações aguardadas
A partir do dia 5 de julho, algumas das séries mais esperadas pelos fãs finalmente retornam com novos episódios.
5 de julho
- Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation III
- You and I Are Polar Opposites Season 2
- Goodbye, Lara
- Azur Lane: Slow Ahead! Season 2
- The World’s Strongest Rearguard
6 de julho
- Love Unseen Beneath the Clear Night Sky
- The Insipid Prince’s Furtive Grab for The Throne
7 de julho
- Yoroi-Shinden Samurai Troopers Part 2
- Victoria of Many Faces
- I Want to Love You Till Your Dying Day
- Young Ladies Don’t Play Fighting Games
8 de julho
- Clevatess Season 2
- Tomb Raider King
- Saga of Tanya the Evil II
- Trapped in a Dating Sim: The World of Otome Games is Tough for Mobs Season 2
9 de julho
- Smoking Behind the Supermarket with You
- MEBIUS DUST
11 de julho
- Hanaori-san Still Wants to Fight in the Next Life
12 de julho
- Though I Am an Inept Villainess
Animes confirmados para estrear em breve
Além das datas já divulgadas, a Crunchyroll também confirmou que alguns títulos chegarão ao catálogo em breve, mas ainda sem um dia específico definido.
- The Elusive Samurai Season 2
- Oh Boy, Was I Wrong About Her
Franquias famosas continuam dominando a temporada
Os fãs de sequências terão muitos motivos para acompanhar a nova programação. Entre os retornos mais aguardados estão Mushoku Tensei III, Saga of Tanya the Evil II, Clevatess Season 2 e The Elusive Samurai Season 2.
Ao mesmo tempo, diversos animes iniciados anteriormente continuam recebendo novos episódios ao longo do verão. É o caso de Re:ZERO – Starting Life in Another World – Season 4 Part 2, One Piece: Elbaph Arc Part 2, That Time I Got Reincarnated as a Slime Season 4 e DIGIMON BEATBREAK.
Uma das temporadas mais fortes dos últimos anos
Com mais de quarenta produções confirmadas, a temporada de verão de 2026 tem potencial para se tornar uma das maiores já lançadas pela Crunchyroll. Entre continuações de peso e novas adaptações promissoras, os próximos meses prometem manter os fãs de anime ocupados com uma enorme variedade de lançamentos.
Agora resta acompanhar quais dessas estreias conseguirão se destacar e conquistar espaço entre os animes mais populares do ano.
